MINISTÉRIO DA DEFESA
COMANDO DA AERONÁUTICA
DIRETORIA DE ENSINO
PORTARIA DIRENS/DPE Nº 1064, DE 05 DE MAIO DE 2026.
Aprova a Instrução que estabelece o Projeto
Pedagógico de Curso para o Curso
Preparatório de Cadetes do Ar.
O DIRETOR DE ENSINO, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 4º, inciso V e VII, e art. 9º,
inciso XII, do Regulamento da Diretoria de Ensino, aprovado pela Portaria nº 684/GC3, de 23 de
janeiro de 2024, resolve:
Art. 1º Aprovar a ICA 37-902 que estabelece o “Projeto Pedagógico de Curso para o Curso
Preparatório de Cadetes do Ar”, na forma dos anexos I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XI, XII, XIII, XIV,
XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XX, XXI, XXII, XXIII, XXIV, XXV e XXVI.
Art. 2º Revoga-se a Portaria DIRENS/DPE nº 967, de 22 de julho de 2025.
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Maj Brig Ar LUIZ GUILHERME DA SILVA MAGARÃO
Diretor de Ensino da Aeronáutica
ANEXO I
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PARA O CURSO PREPARATÓRIO DE CADETES DO AR (ICA 37-
902)
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º Esta Instrução tem por nalidade estabelecer o Projeto Pedagógico de Curso (PPC) para o
Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) no âmbito da Escola Preparatória de Cadetes do Ar
(EPCAR).
Art. 2º As Conceituações, as Siglas e Abreviaturas e os Dados de Idencação do Curso são
apresentados, respecvamente, nos Anexos II, III e IV.
CAPÍTULO II
APRESENTAÇÃO DO CURSO
Art. 3º O Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR) é uma fase de Preparação do Ensino
Militar, conforme a Lei de Ensino da Aeronáuca (Lei nº 12.464/2011). Ele integra o Ensino Militar
e o Ensino Médio da educação básica, visando aprimorar, consolidar e nivelar os conhecimentos
dos alunos, qualicando-os para o ingresso no Curso de Formação de Ociais Aviadores (CFOAV)
da Academia da Força Aérea (AFA).
Art. 4º O CPCAR fundamenta-se nos princípios dos normavos especícos do Comando da
Aeronáuca (COMAER), dada a natureza militar da instuição. Além de contemplar esses aspectos
peculiares, o curso alinha-se às diretrizes e bases da educação nacional, conforme a Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB nº 9.394/1996) e a Base Nacional Comum Curricular
(BNCC), incorporando-as aos valores écos, morais, cívicos e disciplinares do Ensino Militar.
CAPÍTULO III
OBJETIVOS DO CURSO
Art. 5º O objevo geral do CPCAR é preparar o aluno para a progressão na carreira militar,
qualicando-o para o protagonista avo de seu próprio processoingresso no CFOAV da AFA, em
conformidade com as parcularidades do Ensino Militar. Adicionalmente, o curso busca
desenvolver competências estabelecidas no Sistema Nacional de Educação, ao ofertar o Ensino
Médio.
Art. 6º Os objevos especícos do CPCAR são:
I - desenvolver integralmente o aluno como indivíduo, oportunizando a formação comum
indispensável para o exercício da cidadania;
II - fornecer os meios para que o aluno possa progredir no trabalho e em estudos posteriores;
III - desenvolver competências e habilidades para seu aprimoramento como pessoa humana,
incluindo a formação éca e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento críco;
IV - desenvolver valores e competências necessárias à integração de seu projeto individual ao
projeto da sociedade em que se situa;
V - integrar o aluno ao mundo do trabalho, com as competências que garantam seu
aprimoramento prossional e permitam acompanhar as mudanças que caracterizam a produção
na contemporaneidade;
VI - incorporar atudes militares de dedicação à tria, entusiasmo pela Aeronáuca e pela
prossão militar;
VII - desenvolver princípios basilares de hierarquia, disciplina, incorporando atudes écas tanto
na vida civil como na vida militar;
VIII - proporcionar ao aluno conhecimento da legislação e conduta militar que o habilite a
parcipar das avidades militares e da rona na caserna e desenvolver higidez sica inerente à
condição de militar.
CAPÍTULO IV
PERFIL DO EGRESSO
Art. 7º Além de desenvolver as competências gerais da educação básica para o Ensino Médio, o
egresso do CPCAR deverá ser capaz de:
I - prosseguir seus estudos na AFA, tendo adquirido as competências do ensino militar e do ensino
médio;
II - aplicar os fundamentos cienco-tecnológicos adquiridos em situações prácas e codianas,
com capacidade críca e reexiva;
III - exercer a cidadania com responsabilidade, éca e espírito de colevidade, dentro e fora do
ambiente militar;
IV - cumprir avidades de caráter militar compaveis com sua faixa etária e formação, incluindo
instruções básicas que conferem habilitação como reservista das Forças Armadas;
V - demonstrar conduta pautada nos valores militares, como disciplina, respeito à hierarquia e
compromisso com o serviço à Pátria;
VI - assumir responsabilidades acadêmicas e militares com autonomia, preparo sico e emocional
compaveis com os desaos da carreira militar.
CAPÍTULO V
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Art. 8º O CPCAR possui uma estrutura curricular que contempla as competências do Ensino Militar
e do Ensino Médio. Seu conteúdo é organizado em Formação Geral Básica e Inerários Formavos
(IF).
Art. 9º A Formação Geral Básica, conforme Diretrizes Curriculares Nacionais denidas pelo
Conselho Nacional de Educação (CNE), é composta pelas seguintes áreas e respecvos
componentes curriculares:
I - linguagens e suas tecnologias, integrada pela língua portuguesa e suas literaturas, língua inglesa,
artes e educação sica;
II - matemáca e suas tecnologias;
III - ciências da natureza e suas tecnologias, integrada por biologia, sica e química;
IV - ciências humanas e sociais aplicadas, integrada por losoa, geograa, história e sociologia.
Art. 10. Os Inerários Formavos (IF) constuem um dos pilares para a exibilização do currículo,
oferecendo novas experiências de organização e estrutura. Eles abrangem tanto os componentes
curriculares da Formação Geral Básica quanto o desenvolvimento das competências da Formação
Militar.
Art. 11. Na EPCAR, o Projeto de Vida é abordado de forma transversal e avaliado formavamente,
abrangendo as esferas pessoal, social e prossional. No âmbito prossional, o foco é a aspiração e
o planejamento da carreira do aluno na Força Aérea Brasileira (FAB).
Seção I
Formação Militar
Art. 12. O IF “Formação Militar, inserido no Campo Militar, visa assegurar o desenvolvimento das
competências essenciais para a formação do aluno no contexto de uma escola militar.
Art. 13. Os seguintes componentes curriculares compõem o IF “Formação Militar”:
I - Éca e Desenvolvimento Humano - Eixo Colevo;
II - Éca e Desenvolvimento Humano - Eixo Pessoal;
III - Doutrina Militar I, II e III;
IV - Liderança I e II;
V - Conhecimento Militar;
VI - Conhecimento Aeronáuco;
VII - Primeiros Socorros;
VIII - Ordem Unida I, II e III;
IX - Armamento, Munição e Tiro I, II e III;
X - Avidade de Campanha I, II e III;
XI - Treinamento Físico Militar (TFM);
XII - Estágio de Adaptação Militar (EAM).
Art. 14. O Estágio de Adaptação Militar (EAM) é realizado no início do CPCAR, com duração de
quatro semanas, devendo ser coordenado pelo respecvo Comandante de Esquadrão, com o
apoio da Seção de Doutrina e da Seção de Instrução Militar (SIM) do Corpo de Alunos (CA), sob a
supervisão do Comandante do CA.
Seção II
Matriz Curricular
Art. 15. A Matriz Curricular está disposta no Anexo V, em formato de tabela.
Seção III
Carga Horária
Art. 16. O CPCAR tem duração de três anos e está estruturado no modelo de ensino presencial,
com carga horária total de 4904,25 horas, abrangendo Avidades Administravas e de
Complementação da Instrução.
Seção IV
Ementário
Art. 17. O ementário do CPCAR tem por objevo descrever o conteúdo do componente curricular,
as competências e o referencial bibliográco.
Parágrafo único. O ementário de cada componente curricular está disposto no Anexo VI.
Seção V
Avidades Elevas
Art. 18. As avidades elevas do CPCAR são compostas pelos seguintes projetos, que visam
enriquecer, contextualizar e complementar a formação:
I - Projeto Biblioteca “Maj Farm Carlos Mário Lacerda da Cruz Machado”: Oferece um vasto acervo
de materiais bibliográcos e não bibliográcos, além de acesso online, para atender aos discentes.
O projeto inclui a criação de materiais instrucionais e um Clube de Leitura, entre outras avidades;
II - Projeto NASCENTV: é um clube de formação e fomento de avidades de comunicação social,
tendo como missão divulgar para o público em geral as avidades da rona dos alunos do CPCAR,
através das mídias sociais, além de solidicar e zelar pela credibilidade e imagem da FAB na
sociedade;
III - Clube de Robóca: é um clube que desenvolve protópos para automação de processos;
IV - Clube de Voo Virtual: é um clube para práca de simulações de voo por sistemas
computacionais;
V - Núcleo de Estudos Geopolícos (NESG): fomenta discussões de temas sociais de alssima
relevância para o cenário econômico e políco mundial.
§ 1º Os grupos das avidades elevas serão formalizados por meio de publicação em Bolem
Interno Ostensivo, e sua regulamentação se dará conforme Norma Padrão de Ação (NPA) e
regimento especíco.
§ 2º Ao longo do ano levo, a Escola oferece uma variedade de projetos, incluindo a Feira de
Conhecimento, estudos interdisciplinares, viagens e avidades esporvas.
CAPÍTULO VI
METODOLOGIA DE ENSINO
Art. 19. No CPCAR, a metodologia de ensino é integrada e interdisciplinar, fundamentada na
abordagem por competências. Prioriza-se a valorização do aluno, que se torna o protagonista de
seu processo de aprendizagem de aprendizagem.
Art. 20. Docentes e instrutores empregam metodologias avas de ensino e Tecnologias Digitais de
Informação e Comunicação (TDIC) para promover a autonomia intelectual e o engajamento dos
alunos no Ensino Médio e na Formação Militar.
CAPÍTULO VII
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Art. 21. A avaliação da aprendizagem visa vericar a evolução dos alunos no processo de ensino-
aprendizagem.
Art. 22. A avaliação ocorrerá nas modalidades diagnósca, formava e somava, devendo
considerar os domínios cognivo, psicomotor e afevo.
Seção I
Instrumentos de Medida
Art. 23. Os instrumentos de medida devem ser compreendidos como recursos ulizados para a
coleta e análise de dados e serão apresentados em forma de graus.
Art. 24. O corpo discente será avaliado por meio de Testes de Sondagem (TS), Vericações
Imediatas (VI) e Vericações de Aprendizagem (VA).
§ 1º Os Instrumentos de Medida dos componentes curriculares do Campo Militar (Formação
Militar) são de responsabilidade da SIM do CA e passam por análise pedagógica.
Seção II
Testes de Sondagem e Vericações Imediatas
Art. 25. As Vericações Imediatas (VI) do CPCAR, que incluem testes e trabalhos escolares de
natureza formava, serão estabelecidas pelo Projeto de Avaliação (Anexo VII) com o suporte da
Seção de Acompanhamento Pedagógico (SAPED).
Art. 26. As VI devem abranger os seguintes componentes curriculares:
I - Artes e Educação Física da Formação Geral Básica;
II - Inerário Formavo do Campo Geral;
III - Inerário Formavo do Campo Militar (Formação Militar): Éca e Desenvolvimento Humano
(eixos Colevo e Pessoal); Doutrina Militar I, II e III; Liderança I e II; Conhecimento Militar;
Conhecimento Aeronáuco; Ordem Unida I, II e III.
§ 1º O componente curricular de Arte é avaliado de maneira formava, por meio da atribuição de
conceitos relavos ao nível de desenvolvimento de cada habilidade prevista na BNCC, conforme o
desempenho demonstrado ao longo do trimestre. A avaliação não será considerada para efeitos de
classicação ou reprovação no CPCAR. As habilidades observadas, que correspondem aos critérios
de avaliação, devem estar claramente descritas no Projeto de Avaliação (Anexo VII).
Seção III
Vericações de Aprendizagem
Art. 27. O curso possui as seguintes Vericações de Aprendizagem (VA):
I - Avidades Parciais: testes, seminários, debates, exercícios prácos e diferentes trabalhos
escolares individuais ou em grupo, testes orais, testes escritos, testes unicados, workshops,
porólios, problemazações, simulados, situações-problema, questões abertas, mapas mentais,
construção de textos e documentários, pesquisas, realização de projetos, relatórios a parr de
viagens de estudos, construção de vídeos, teatros, dentre outros meios que promovam a atuação
do aluno como protagonista;
II - Provas: compreendem provas parciais, de 2ª Chamada, nais e/ou de 2ª Época. Elas podem ser
compostas por questões objevas, dissertavas ou mistas (incluindo ambos os pos), conforme
espulado em NPA especíca.
Art. 28. As Avidades Parciais dos componentes curriculares do Campo Geral serão aplicadas
semanalmente, em conformidade com a carga horária e o que for estabelecido em NPA especíca.
Art. 29. Além da prova parcial, que é obrigatória para todos os componentes curriculares no
formato somavo, o professor deverá estabelecer os pos de Avidades Parciais a serem
ulizadas. Essa denição deve levar em conta critérios de avaliação bem denidos e detalhados no
Projeto de Avaliação (Anexo VII). A SAPED será responsável pela análise desses critérios.
Art. 30. Os componentes curriculares do Inerário Formavo do Campo Militar são avaliados nas
modalidades formava e somava, detalhados no Anexo XVIII.
Art. 31. Os parâmetros para a elaboração dos Instrumentos de Medida são estabelecidos pela
Subdivisão de Avaliação (SDAV) em NPA especíca.
Seção IV
Planejamento
Art. 32. A SAPED é responsável pela análise, aprovação e acompanhamento dos Planos de
Disciplina, Projetos de Avaliação e Planos de Aula, que devem ser elaborados pela equipe docente
para cada componente curricular e série.
Art. 33. O Projeto de Avaliação deve detalhar os critérios, modalidades e o cronograma (datas
e/ou períodos) das avidades avaliavas a serem aplicadas no trimestre, seguindo o modelo do
Anexo VII, considerando o seguinte:
I - deve ser elaborado pela equipe docente de um mesmo componente curricular e ano, com
acompanhamento e aprovação do Coordenador de Disciplina. Este, por sua vez, deve encaminhá-
lo à SAPED para análise e aprovação;
II - o Projeto de Avaliação do Campo Militar é desenvolvido pela equipe de Instrutores. Conta com
o acompanhamento do Chefe da Seção de Instrução Militar e do(a) Pedagogo(a) responsável pelo
Campo Militar;
III - deve ser entregue à SAPED na primeira semana do ano levo. Os projetos seguintes devem ser
entregues na semana que antecede o início do 2º e 3º trimestres;
IV - deve ser apresentado aos alunos pelos docentes dos componentes curriculares do Campo
Geral e pelos instrutores dos componentes curriculares do Campo Militar, dentro dos seguintes
prazos:
a) 1º Trimestre: 1º mês do ano levo;
b) 2º Trimestre: 1ª semana do início do trimestre;
c) 3º Trimestre: 1ª semana do início do trimestre.
V - o acompanhamento da execução é responsabilidade dos Docentes, dos Instrutores Militares,
dos Coordenadores de Disciplina, da SDAV, da SAPED e da SIM;
VI - o Coordenador de Disciplina do Campo Geral, o Chefe da Seção de Instrução Militar do CA e
o(a) pedagogo(a) responsável pela Coordenação Pedagógica da Instrução Militar devem analisar o
desenvolvimento das avidades avaliavas. Essa análise visa garanr que os critérios de avaliação,
conforme previstos no Projeto de Avaliação (Anexo VII), sejam uniformes para todas as turmas;
VII - a SAPED é responsável por analisar e autorizar as solicitações de alteração no Projeto de
Avaliação do Campo Geral. Por outro lado, o pedagogo(a) responsável pelo Campo Militar é quem
deve analisar e autorizar as alterações nesse projeto especíco;
VIII - a SAPED é responsável por disponibilizar aos professores e alunos um documento que
contenha todas as avidades avaliavas trimestrais de cada disciplina;
IX - a SAPED deve submeter o cronograma de Avidades Parciais à Seção de Planejamento (SPL) a
cada trimestre. Isso garante que as avidades sejam incluídas na Programação Semanal.
Seção V
Cômputo dos graus e levantamento de resultados
Art. 34. As avaliações são quancadas em graus. É ulizado o sistema de graus absolutos numa
escala de 0,00 (zero vírgula zero, zero) a 10,00 (dez vírgula zero, zero).
Art. 35. O arredondamento dos graus é realizado conforme os seguintes critérios:
I - os graus das avaliações são arredondados na casa dos centésimos. Se o algarismo da casa dos
milésimos for maior (>) ou igual (=) a 5 (cinco), soma-se 1 (uma) unidade na casa dos centésimos,
desprezando-se as demais;
II - se a casa dos milésimos for menor que 5 (cinco), conservar-se-á o algarismo da casa dos
centésimos e abandonar-se-ão os subsequentes.
Art. 36. As atribuições de pesos e valores, para o Campo Geral, deve atender aos seguintes
critérios:
I - Formação Geral Básica: A nota nal é composta por 100% (10 pontos) da pontuação total. Desse
total, 5 pontos são atribuídos a Provas Parciais e os 5 pontos restantes a Avidades Parciais, cujos
detalhes são especicados em uma NPA especíca;
II - Em relação aos Inerários Formavos da Formação Geral Básica, os professores devem ulizar
instrumentos de monitoramento da aprendizagem dos alunos, evitando a atribuição de notas em
avaliações somavas. Contudo, os Inerários Formavos do Campo Militar constuem uma
exceção, podendo realizar avaliações somavas (para componentes curriculares especícos) e
formavas, conforme especicado nos Anexos V e XVIII;
III - As Avidades Parciais são aplicadas nos três trimestres do ano levo. Embora possam
apresentar valores disntos, a soma total dessas avidades deve totalizar 5 pontos.
Art. 37. As atribuições de pesos e valores, para o Campo Militar, deve atender aos seguintes
critérios:
I - a pontuação total de 100% (equivalente a 10 pontos) deve ser distribuída de forma que,
preferencialmente, um mínimo de 20% (ou 2 pontos) seja desnado a Avidades Parciais;
II - devem ser aplicadas provas para os objetos de conhecimento avaliados, previstos como
somavos e classicatórios, conforme cada série (Ex.: RCONT, RDAER, RISAER, RUMAER…);
III - além da prova, o instrutor pode aplicar uma ou mais Avidades Parciais. A média aritméca
simples de todas as avidades avaliavas, incluindo a prova, comporá o grau nal do objeto de
conhecimento ministrado, totalizando 100% (10 pontos).
Art. 38. A Média Anual do Componente Curricular (MaCC) é calculada e avaliada de acordo com as
seguintes diretrizes:
I - a organização do Campo Geral é trimestral. A nota parcial de cada componente curricular em
um trimestre é calculada a parr da soma das notas obdas nas avidades parciais e na prova
parcial;
II - a organização do Campo Militar é modular e não segue um regime trimestral. Ao nal do ano
levo, a Média Anual de Componente Curricular (MaCC) será calculada ulizando a média
aritméca simples das notas obdas em cada componente curricular ao longo do ano.
Seção VI
Avaliação do Domínio Psicomotor
Armamento, Munição e Tiro
Art. 39. O Manual de Instrução de Tiro do COMAER, em sua versão vigente, estabelece as
diretrizes para a instrução de Armamento, Munição e Tiro.
Art. 40. Uma Avaliação Objeva de conhecimentos gerais, na modalidade somava, é aplicada aos
alunos do 1º, 2º e 3º anos do CPCAR. Esta VA aborda conteúdos de armamento e da Unidade de
Instrução Geral de Tiro (IGT). Adicionalmente, é realizada uma avidade de Tiro Práco, baseada
no Manual de Tiro Militar Básico com Armas Terrestres (MCA 50-10) em vigor, também na
modalidade somava, porém não classicatória.
Art. 41. Caso o aluno não realize o Tiro Práco por movo juscado, poderá solicitar uma 2ª
Chamada.
Art. 42. Se o Tiro Práco não for realizado no ano levo correspondente, por qualquer movo, o
aluno pode preencher um Requerimento de Reconsideração de Reprovação (Anexo IX) . Este
requerimento é avaliado pelo Comandante da EPCAR, que, a seu critério, pode requisitar a
Assessoria de Ensino. A decisão nal sobre a aprovação por condicionalidade para alunos do 1º e
2º anos, ou a aprovação/reprovação para os alunos do 3º ano, cabe ao Comandante após a análise.
Art. 43. Em cada série do CPCAR, um armamento especíco é ulizado como objeto de estudo: no
1º ano, preferencialmente, a Carabina de Pressão ou outra avidade práca que desenvolva os
cinco fundamentos de ro; o Fuzil no 2º ano; e a Pistola no 3º ano.
Art. 44. Os alunos que não alcançarem os índices exigidos no Tiro Práco têm uma nova
oportunidade para recuperar a habilidade, através de um novo teste práco, conforme o
cronograma denido pela SIM.
Avidades de Campanha
Art. 45. A Avidade de Campanha (ATC) deve ser regulamentada por uma Ordem de Instrução
especíca, emida pelo CA e aprovada pelo Comandante da EPCAR. Esse documento deve detalhar
os procedimentos para a execução e avaliação dos exercícios, incluindo as regras e as ocinas
avaliadas, com suas respecvas chas de avaliação anexadas.
Art. 46. A avaliação da ATC será formava em 2025. A parr de 2026, terá caráter formavo e
somavo (classicatório). Para aprovação, serão considerados a carga horária e o envolvimento do
aluno em ocinas e exercícios, de acordo com os seguintes critérios:
I - parcipação nas duas fases da ATC: teórica e práca;
II - alcance de, no mínimo, 50% dos objevos propostos para cada conteúdo, com base nas chas
de avaliação;
III - alcance de, no mínimo, 70% dos objevos propostos em todas as ocinas realizadas, com base
nas respecvas chas de avaliação;
IV - frequência mínima de 75% na carga horária teórica da ATC;
V - frequência mínima de 85% na carga horária práca da ATC.
Art. 47. Os alunos do CPCAR devem cumprir 03 (três) Avidades de Treinamento de Campo (ATC)
ao longo do curso, com uma ATC programada para cada ano levo (1º, 2º e 3º anos). As ATC visam
fornecer instruções básicas essenciais para o desempenho das avidades militares gerais.
Art. 48. Em caso de não realização da ATC no ano levo correspondente, seja por falta juscada
ou injuscada, o aluno pode apresentar um Requerimento de Reconsideração de Reprovação
(Anexo IX). Este requerimento é submedo à avaliação do Comandante da EPCAR, que pode, a seu
critério, encaminhar o caso para análise da Assessoria de Ensino. A decisão nal sobre a aprovação
por condicionalidade (para alunos do 1º e 2º anos) ou a aprovação/reprovação (para alunos do
ano) cabe ao Comandante.
Art. 49. Não há previsão de recuperação nas modalidades de Prova Final e/ou Prova de 2ª Época
para a Avidade de Campanha, dada a sua natureza de exercício práco e a complexidade logísca
envolvida. Consequentemente, o aluno reprovado nesta avidade tem o direito de solicitar o
Requerimento de Reconsideração de Reprovação (Anexo IX).
Treinamento Físico Militar (TFM)
Art. 50. O Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF) é o instrumento avaliavo do
Treinamento Físico Militar (TFM) no CPCAR.
Art. 51. O TACF, em conformidade com a NSCA 54-3, é aplicado quatro vezes ao longo de cada ano
levo, sendo denominado TACF 1, TACF 2, TACF 3 e TACF 4.
Parágrafo único. É permida uma 2ª chamada para cada TACF, desde que o aluno apresente
juscava comprovada. Esta 2ª chamada deve ser realizada 15 dias após a data do TACF original
não realizado.
Art. 52. O número de repeções ou marcas alcançadas em cada Objevo Individual de
Condicionamento (OIC) do TACF deve ser converdo em graus, conforme as tabelas da NSCA 54-3,
exceto para o OIC 06 (seis), resistência muscular dos membros superiores aplicado ao público
feminino, que seguirá tabela especíca proposta para ser ulizada na EPCAR, conforme Anexo
XXVI.
Art. 53. O TACF é classicatório e eliminatório para os três anos do CPCAR. Para os alunos do 1º e
2º anos, o TACF é um critério de aprovação e promoção para o ano seguinte. Contudo, para os
alunos do 3º ano, o teste é uma condição para o ingresso na AFA.
Art. 54. Para que o aluno seja classicado no TFM, a média anual mínima exigida é de 5,00 pontos,
calculada pela média simples dos TACF.
Parágrafo único. O grau 5,00 corresponde à seguinte proporcionalidade (α):
a) 1° Ano: 43,50 pontos;
b) 2° Ano: 47,00 pontos;
c) 3° Ano: 50,00 pontos.
Art. 55. A aprovação no TFM é determinada pelo alcance do escore mínimo para cada OIC,
conforme detalhado na seção “Pontos de Corte”.
Parágrafo único. O TACF de 2ª Época e o TACF Final têm os mesmos pontos de corte do TACF.
Art. 56. O aluno é reprovado caso não realize, no mínimo, dois (2) TACF durante o ano levo,
independentemente de a ausência ser juscada ou não. Nessa situação, o aluno pode solicitar um
Requerimento de Reconsideração de Reprovação (Anexo IX), que é enviado para análise do
Comandante da EPCAR. O Comandante pode, a seu critério, encaminhar o caso à Assessoria de
Ensino. A decisão nal sobre a aprovação por condicionalidade (para alunos do 1º e 2º anos) ou a
aprovação/reprovação (para alunos do 3º ano) cabe ao Comandante.
Art. 57. Alunos com desempenho insasfatório em qualquer exercício somavo do componente
TFM são integrados a um programa de acompanhamento individualizado. Este programa,
desenvolvido pela Coordenação de Disciplina em conjunto com o professor da disciplina, aborda os
aspectos sicos do aluno e pode incluir, se necessário, encaminhamentos para serviços médicos,
psicológicos, nutricionais ou outros relevantes.
Art. 58. O TACF Final, em regime de recuperação, é aplicado ao aluno que não alcançar o
desempenho mínimo de 5,00 na média simples dos TACF e 5,0 na média simples de cada OIC
realizado.
Art. 59. O TACF Final deve ser aplicado de acordo com o calendário da SDAV, contanto que seja
realizado até o úlmo dia estabelecido para as Provas Finais e de 2ª Época dos componentes
curriculares do Campo Geral.
Art. 60. O grau do TACF Final não é considerado para classicação. Para ns de classicação, é
considerado o grau originalmente obdo pelo aluno nos TACF e OIC realizados durante o ano
levo. A Média Anual Final (MaF), calculada para ns de aprovação em regime de recuperação,
considera exclusivamente o desempenho no TACF Final.
Art. 61. O TACF de 2ª Época, com os mesmos pontos de corte do TACF Final, é uma recuperação
para alunos que não alcançaram o desempenho mínimo no TACF Final.
Art. 62. O grau do TACF de 2ª Época não é considerado para classicação. Para ns de classicação,
é considerado o grau originalmente obdo pelo aluno nos TACF e OIC realizados durante o ano
levo. A Média Anual Final de 2ª Época (Ma2ªE), calculada para ns de aprovação em regime de
recuperação, considera exclusivamente o desempenho no TACF de 2ª Época.
Art. 63. O Treinamento Físico Militar (TFM), parte da Formação Militar, disngue-se da Educação
Física. Esta úlma pertence à formação geral básica e possui avaliação formava. A aprovação em
Educação Física requer frequência mínima de 75% na carga horária total, assegurando a conclusão
do Ensino Médio e a permanência no Sistema Regular de Ensino, mesmo em caso de reprovação
no TFM do CPCAR.
Art. 64. Alunos com falta juscada em um Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF)
são integrados a um programa de acompanhamento especíco. Este programa, conduzido por
prossionais de Educação Física, visa auxiliar o aluno a retomar suas avidades e alcançar a
aprovação no teste.
Art. 65. No início do TACF, o aluno que alegar impedimento por movo de saúde sem dispensa
médica será encaminhado à equipe médica para avaliação e decisão sobre a realização do teste.
Art. 66. Se o aluno iniciar o TACF, mas não concluir qualquer um dos OIC que o integram, recebe
nota 0,00 (zero) no OIC correspondente.
Teste de Natação e de Sustentação Aquáca
Art. 67. O Teste de Natão e de Sustentação Aquáca, de natureza formava, integra o TFM para
todos os Esquadrões.
I - Deve atender aos seguintes critérios:
a) permir apenas uma tentava de realização do teste;
b) a escolha do eslo de nado é livre, com exceção do nado costas;
c) não é permido saltar da borda da piscina;
d) não é permido o uso de nenhum disposivo auxiliar de utuação ou equipamento que
aprimore o desempenho, à exceção de óculos e touca de natação;
e) não é permido segurar-se nas raias, em outros indivíduos, nas bordas laterais ou ulizar o
fundo da piscina para obter impulso.
Art. 68. Será considerado APTO o aluno que cumprir os seguintes critérios:
I - 1º ano: Sustentar-se no meio líquido por no mínimo 2 minutos e nadar 25 metros em qualquer
eslo;
II - 2º ano: Sustentar-se no meio líquido por no mínimo 3 minutos e nadar 50 metros em qualquer
eslo;
III - 3º ano: Sustentar-se no meio líquido por no mínimo 5 minutos e nadar 100 metros em
qualquer eslo.
Art. 69. A 2ª Chamada para o teste poderá ser realizada mediante juscava do aluno.
Art. 70. Alunos com desempenho insasfatório nos testes parciparão do Programa de Natação da
Seção de Educação Física (SEF). Este programa, de natureza formava, será oferecido em horários
alternavos denidos pela SEF.
Seção VII
Avaliação do Domínio Afevo
Conceito Final
Art. 71. A avaliação do Conceito Final (CF) ocorre ao término do 1º semestre levo, com propósito
formavo, e ao nal do ano levo, com caráter somavo. Esta avaliação será considerada
exclusivamente para efeitos de classicação.
Art. 72. A Avaliação do CF tem como base a Avaliação da Conduta em Sala de Aula e a Avaliação da
Conduta Militar.
§ 1º A conduta em sala de aula é avaliada connuamente, observando o comportamento do aluno
ao longo do ano levo. Essa observação é feita por todos os professores.
§ 2º É necessário que o docente registre os fatos relevantes sobre a conduta do aluno para
subsidiar sua avaliação.
§ 3º A avaliação da Conduta Militar no CA baseia-se na observação do comportamento do aluno
em diversas avidades roneiras, abrangendo: serviços, formaturas, viagens, visitas,
representações e as etapas teórica e práca da Instrução Militar.
§ 4º A avaliação inicial da Conduta Militar é de responsabilidade do Comandante do Esquadrão.
Posteriormente, essa avaliação deve ser validada em plenário. Tal plenário será presidido pelo
Comandante do CA e terá a parcipação de Ociais e Graduados dos Esquadrões, bem como dos
Instrutores.
Art. 73. O Grau do Conceito Final corresponde a um nível de desempenho atribuído por meio das
avaliações realizadas, conforme a seguir:
I - Nível 1 - grau 0,00 a 1,99, muito aquém do padrão mínimo exigido “Insuciente”;
II - Nível 2 - grau 2,00 a 4,99, indicando desempenho abaixo do esperado “Insasfatório”;
III - Nível 3 - grau 5,00 a 6,99: desempenho sasfatório, dentro do padrão esperado “Sasfatório”;
IV - Nível 4 - grau 7,00 a 8,99: desempenho acima do padrão exigido “Bom”;
V - Nível 5 - grau 9,00 a 10,0: desempenho excepcional, superando signicavamente o padrão
exigido “Muito Bom”.
Art. 74. A SDAV coordena a aplicação dos Formulários de Avaliação de Conduta em Sala de Aula
(Anexo XIX).
Art. 75. Ao término do 1º e 2º semestres levos, o Coordenador do componente curricular e os
Comandantes dos Esquadrões devem enviar à SDAV as planilhas preenchidas de Conduta em Sala
de Aula e Militar. O envio deve seguir o calendário da SDAV, para que os graus sejam devidamente
processados e incluídos no Grau do Conceito Diagnósco e no Grau do Conceito Final,
respecvamente.
Art. 76. Ao término do 1º e 2º semestres levos, a SDAV deve apresentar ao Comandante do CA os
graus dos Conceitos Diagnósco e Final, respecvamente.
Art. 77. A conduta discente é connuamente observada por Docentes, Instrutores, Ociais e
Graduados da Divisão de Ensino (DE) e do CA ao longo do ano levo. Essa observação é
formalizada por meio de Formulários de Observação, que registram o comportamento do aluno
dentro e fora da sala de aula e são, posteriormente, encaminhados ao Comandante de Esquadrão.
Art. 78. Se for constatada, pelo Docente ou pelo Comandante de Esquadrão, conduta inadequada
que destaque negavamente o aluno no grupo e/ou atribuição de grau inferior a 5,00 na Conduta
em Sala de Aula e/ou na Conduta Militar, o discente deve ser encaminhado à Seção de
Psicopedagogia para acompanhamento individualizado, em parceria com o Centro de
Desenvolvimento do Caráter Militar e o CA.
I - a Seção de Psicopedagogia atua em conjunto com outros setores responsáveis pela formação do
aluno para promover acompanhamento e orientação. O objevo é auxiliar os discentes em
problemas e diculdades que possam interferir, direta ou indiretamente, no processo educacional;
II - as avidades de acompanhamento e orientação possuem, preferencialmente, caráter
prevenvo e podem ser realizadas por meio de programas educacionais, palestras, e entrevistas
individuais e em grupo.
Art. 79. Ao longo do CPCAR, é imprescindível que o aluno mantenha um conceito mínimo de
"Normal", cujas conversões são realizadas da seguinte maneira:
I - grau 0,00 a 1,99, refere-se a desempenho excepcionalmente fraco “Desempenho muito abaixo
do normal”;
II - grau 2,00 a 4,99, refere-se a desempenho deciente “Abaixo do normal”;
III - grau 5,00 a 6,99, refere-se a desempenho mediano “Normal”;
IV - grau 7,00 a 8,99, refere-se a desempenho com destaque “Acima do normal”;
V - grau 9,00 a 10,0, refere-se a desempenho com elevado destaque “Muito acima do normal”.
Art. 80. A SDAV é responsável por compor o Conceito Final, ulizando os resultados da Avaliação
de Conduta em Sala de Aula e da Avaliação de Conduta Militar. Após a composição, a SDAV
encaminha o Conceito Final ao CA para divulgação aos alunos. Os registros desses conceitos são
armazenados em um banco de dados de acesso restrito na SDAV.
Art. 81. O CA é o responsável pela divulgação do resultado da Avaliação do Conceito Final
(Domínio Afevo) aos alunos, tanto ao término do 1º semestre quanto ao nal do ano levo.
Art. 82. As pontuações obdas pelos alunos no Formulário de Avaliação de Conduta Militar são
converdas em graus, conforme a Tabela de Conversão de Pontos de Conduta Militar em Graus
(Anexo XX).
Seção VIII
Média Global do Curso
Art. 83. O Anexo X detalha o cálculo da Média Global do Curso (MGC) e as Médias classicatórias
dos Campos Geral e Militar.
Art. 84. Para o cálculo dos graus, são atribuídos pesos a cada Média Global Anual (MGA),
conforme detalhado a seguir:
I - a Média Anual do Campo Geral terá peso 6;
II - a Média Anual do Campo Militar terá peso 3;
III - o Conceito Final (CF) da avaliação do domínio afevo terá peso 1.
Art. 85. Para a classicação nal no CPCAR, a MGa de cada ano levo recebe uma disnção,
conforme detalhado a seguir:
I - a Média Global do 1º Ano (MGa1º) terá peso 2;
II - a Média Global do 2º Ano (MGa2º) terá peso 3;
III - a Média Global do 3º Ano (MGa3º) terá peso 5.
Seção IX
Pontos de Corte
Art. 86. Os pontos de corte do CPCAR são denidos segundo os seguintes critérios:
I - grau 7,00 na Média Anual de Componente Curricular (MaCC) dos Campos Geral e Militar, com
exceção de ATC, Tiro práco, TACF e Conceito Final;
II - grau 5,00 no Conceito Final (CF) da avaliação do domínio afevo;
III - grau 7,00 nas avaliações de ATC;
IV - grau 6,00 na Média Anual Final (MaF), em situações em que o aluno realiza Prova Final;
V - grau 6,00 na Média Anual Final de 2ª Época (Ma2ªE);
VI - grau 5,00 na Média Anual do componente curricular Treinamento Físico Militar (MaDTFM);
VII - grau 5,00 na média dos OIC do TFM.
Art. 87. Os critérios para a denição dos pontos de corte do TFM para cada ano são os seguintes:
I - para os alunos do 1°ano:
a) escore igual ou superior a 15,00 pontos na avaliação da medição da circunferência da cintura
(Objevos Individuais de Condicionamento - OICs 01 e 05);
b) escore igual ou superior a 2,50 pontos na avaliação da resistência muscular dos membros
superiores (Objevos Individuais de Condicionamento - OICs 02 e 06);
c) escore igual ou superior a 3,00 pontos na avaliação da resistência muscular da região
abdominal (OICs 03 e 07);
d) escore igual ou superior a 23,00 pontos na avaliação da capacidade aeróbica máxima (OIC 04
e 08).
II - para os alunos do 2º ano:
a) escore igual ou superior a 15,00 pontos na avaliação da medição da circunferência da cintura
(Objevos Individuais de Condicionamento - OICs 01 e 05);
b) escore igual ou superior a 4,00 pontos na avaliação da resistência muscular dos membros
superiores (Objevos Individuais de Condicionamento - OICs 02 e 06);
c) escore igual ou superior a 4,00 pontos na avaliação da resistência muscular da região
abdominal (OICs 03 e 07);
d) escore igual ou superior a 24,00 pontos na avaliação da capacidade aeróbica máxima (OIC 04
e 08).
III - para os alunos do 3º ano:
a) escore igual ou superior a 15,00 pontos na avaliação da medição da circunferência da cintura
(Objevos Individuais de Condicionamento - OICs 01 e 05);
b) escore igual ou superior a 5,00 pontos na avaliação da resistência muscular dos membros
superiores (Objevos Individuais de Condicionamento - OICs 02 e 06);
c) escore igual ou superior a 5,00 pontos na avaliação da resistência muscular da região
abdominal (OICs 03 e 07);
d) escore igual ou superior a 25,00 pontos na avaliação da capacidade aeróbica máxima (OIC 04
e 08).
Seção X
Revisão das Vericações de Aprendizagem
Art. 88. As crícas e revisões das Vericações de Aprendizagem seguem os critérios abaixo:
I - nos componentes curriculares do Domínio Cognivo, as crícas e os comentários podem ser
realizados durante a Vista de Prova em sala de aula ou após a divulgação dos graus ou gabaritos
nos quadros de aviso;
II - os resultados das Avidades Parciais são divulgados conforme o caráter de cada avidade,
podendo ocorrer de forma imediata ou posterior à aplicação;
III - o aluno pode solicitar recações relacionadas à correção da Vericação de Aprendizagem, à
denição ou revisão de gabarito, à redação de enunciados, à atribuição de pontos ou à revisão do
grau atribuído, mediante os formulários;
IV - no Domínio Psicomotor, a solicitação de revisão limita-se exclusivamente ao grau atribuído,
não sendo facultado o pedido de revisão quanto aos critérios de correção empregados pelo
avaliador;
Art. 89. A revisão das Vericações de Aprendizagem é realizada do seguinte modo:
I - a SDAV é responsável por analisar a fundamentação teórica dos formulários de Pedido de
Revisão de Gabarito (Anexo XI) e de Revisão de Correção de Prova (Anexo XIII). Caso os pedidos
sejam considerados pernentes, são encaminhados ao Docente responsável para decisão sobre o
mérito;
II - o Formulário de Pedido de Revisão de Gabarito (Anexo XI) deve ser ulizado pelo aluno que
deseja solicitar a modicação do gabarito divulgado. O prazo máximo para essa solicitação é de 24
horas úteis após a publicação do gabarito. Caso o pedido seja deferido, o gabarito será alterado;
III - o aluno pode solicitar a revisão de questões abertas da Prova Parcial em até 24 horas úteis
após a correção, ulizando o Formulário de Pedido de Revisão de Correção de Prova (Anexo XIII).
Se o pedido for aceito, a correção será alterada;
IV - pedidos de revisão de gabarito ou de correção de Avidade Parcial não serão aceitos por meio
dos formulários mencionados. As recações necessárias devem ser tratadas diretamente com o
Docente, exceto em casos de testes;
V - o aluno pode solicitar revisão dos graus atribuídos nas Vericações de Aprendizagem, sejam
eles do Domínio Cognivo ou Psicomotor. O prazo para essa solicitação é de 24 horas úteis a parr
da divulgação da nota pela SDAV, e deve ser feita através do Formulário de Pedido de Revisão de
Grau (Anexo XIV). Caso o pedido seja deferido, a nota será ajustada;
VI - o Docente tem o prazo de 24 horas úteis para encaminhar à SDAV os formulários de revisão
(Anexos XI e XII), devidamente preenchidos com seu parecer;
VII - A SDAV é responsável pela análise nal do parecer do Docente;
VIII - A decisão nal sobre pedidos de revisão de gabarito ou de grau cabe ao Chefe da DE.
Seção XI
Estágio de Adaptação Militar (EAM)
Art. 90. O Estágio de Adaptação Militar (EAM) incluirá avaliações somavas não classicatórias
para monitoramento de frequência e avaliações formavas para o desenvolvimento de
competências. A aprovação requer uma frequência mínima de 75% da carga horária total do
estágio.
Seção XII
Promoção em Condicionalidade
Art. 91. Ao aluno que tenha seu Requerimento de Reconsideração de Reprovação (Anexo IX)
analisado e autorizado pelo Comandante da EPCAR para prosseguir no curso, por não ter realizado
ou haver sido reprovado na Avidade de Campanha (ATC), no Teste de Avaliação de
Condicionamento Físico (TACF) e/ou no Tiro Práco, aplicam-se as seguintes condições:
I - será promovido em condicionalidade;
II - o aluno terá a oportunidade de realizar o componente curricular pendente durante o curso,
devendo angir todos os parâmetros estabelecidos no programa de instrução;
III - o grau obdo pelo aluno que concluiu o componente curricular e foi reprovado será
considerado para o cálculo de sua Média Anual do Campo Militar (MaCM), no ano corrente; e
IV - o grau obdo, no corrente ano, pelo aluno promovido por condicionalidade, em razão de não
haver realizado o componente curricular no ano anterior, será considerado para ns de
classicação ao longo do curso.
Seção XIII
Cômputo de Frequência
Art. 92. O cômputo de frequência deve ser realizado atendendo aos seguintes critérios:
I - o registro de faltas deve ser feito pelos alunos sob a supervisão dos docentes e da Seção de
Instrução Militar do CA e encaminhado à SDAV no início de cada semana, a m de que seja
realizado o cômputo das faltas;
II - cabe aos Comandantes de Esquadrão do CA, com base nas papeletas preenchidas pelos alunos
Chefes de Turma, o controle dos movos das faltas às avidades de instrução;
III - a SDAV comunica ao Chefe da DE a existência de alunos cujo limite de faltas esteja próximo de
angir 25% da carga horária total prevista para o ano levo.
Seção XIV
Faltas às Vericações de Aprendizagem
Art. 93. As ausências em vericações de aprendizagem implicam em consequências e
procedimentos especícos, conforme detalhado a seguir:
I - Ausência Injuscada: O aluno que faltar a uma vericação de aprendizagem sem juscava
recebe nota 0,00. Juscavas apresentadas são analisadas pelo Chefe da DE;
II - Conito de Avidades: Em situações de conito entre uma vericação de aprendizagem e outra
avidade ocial, o aluno deve comunicar o Comando do Esquadrão para assegurar sua
parcipação na avaliação;
III - Afastamentos Excepcionais: Afastamentos que impossibilitem a realização de avaliações são
permidos apenas em caráter excepcional. Para isso, é necessária uma solicitação prévia e por
escrito ao Comando do CA, com a ciência do Chefe da DE sobre a ausência;
IV - Prazo para Juscava: O aluno que não realizar uma vericação de aprendizagem deve
apresentar a juscava, ulizando o Formulário de Juscava de Faltas (Anexo XV), até o
primeiro dia úl subsequente à avaliação, ou no mesmo dia de seu retorno ou alta da Unidade de
Saúde, conforme aplicável;
V - Saída Antecipada por Força Maior: Caso o aluno precise se ausentar da sala antes do término
da avaliação por movo de força maior, a nota será computada com base na parte realizada da
prova, não caracterizando falta.
Art. 94. A realização de uma Vericação de Aprendizagem em 2ª Chamada está condicionada aos
seguintes critérios:
I - a juscava apresentada precisa estar em conformidade com o inciso IV do Art. 93, além de ser
aprovada pelo Chefe da DE;
II - o Chefe da DE pode, a seu critério, aceitar juscavas não previstas expressamente, desde que
constate movo de força maior;
III - o Formulário de Juscava de Faltas (Anexo XV) deve ser acompanhado de documento
comprobatório, como atestado médico, bolem de ocorrência ou atestado de óbito de parente;
IV - para o TACF, é necessário apresentar um atestado médico. Este atestado, com laudo detalhado,
deve ser expedido pelo Grupo de Saúde de Barbacena e comprovar a impossibilidade de o
candidato realizar a avaliação;
V - o Formulário é encaminhado pelo CA ao Chefe da DE, que terá a responsabilidade de decidir
sobre a autorização da 2ª Chamada;
VI - a 2ª Chamada deve manter a equivalência em relação aos objetos de conhecimento e
parâmetros avaliavos da avaliação original;
VII - o grau obdo na 2ª Chamada tem o mesmo peso da avaliação original;
VIII - após a decisão do Chefe da DE, o Docente responsável é comunicado pela SDAV sobre a
autorização do aluno para realizar a 2ª Chamada;
IX - sempre que viável, a 2ª Chamada da Avidade Parcial deve ser realizada antes da Prova Parcial
do respecvo trimestre;
X - se a ausência for juscada pelo Chefe da DE, mas não houver tempo hábil para a aplicação da
Avidade Parcial em 2ª Chamada antes da Prova Parcial, a nota computada será a média das
demais Avidades Parciais do trimestre. Se não houver outras avidades realizadas, a nota do
trimestre será exclusivamente a da Prova Parcial;
XI - a critério da Coordenação do componente Treinamento Físico Militar, é possível conceder ao
aluno um período para que recupere o condicionamento sico necessário para a realização do
TACF;
XII - a autorização nal da 2ª Chamada cabe ao Chefe da DE.
Seção XV
Recuperão
Art. 95. A Prova Final e Prova de 2ª Época são os instrumentos previstos para a Recuperação.
Art. 96. A Prova Final é aplicada ao aluno que obver a Média Anual de componente curricular
(MaCC) inferior a 7,00 em qualquer componente curricular do Campo Geral e do Campo Militar,
com exceção de ATC, Tiro práco, TACF e Conceito Final.
Art. 97. A Prova Final é aplicada ao nal do ano levo. De natureza objeva, abrange todos os
objetos de conhecimento estudados durante o ano, sem restrições quanto ao número de
componentes curriculares.
Art. 98. A nota da Prova Final não é considerada para o cálculo da Média Global Anual (MGa) e da
Média Global do Curso (MGC).
Art. 99. A Prova de 2ª Época é desnada ao aluno que, após realizar a Prova Final, não alcançar a
nota mínima para aprovação.
Art. 100. A Prova de 2ª Época é mista e abrangerá todo o conteúdo do ano levo.
Art. 101. A nota da Prova de 2ª Época não é considerada para o cálculo da Média Global Anual
(MGa) e da Média Global do Curso (MGC).
Art. 102. A Seção VI - Avaliação do Domínio Psicomotor - detalha os procedimentos de
recuperação relacionados aos componentes “Armamento, Munição e Tiro” e TFM.
Art. 103. O aluno que não alcançar os conceitos esperados nas habilidades da BNCC em Arte e/ou
Educação Física, durante ou ao nal do ano levo, será encaminhado para uma nova modalidade
de acompanhamento. Este processo de recuperão connuará até que a competência em
questão seja plenamente desenvolvida.
Art. 104. A Recuperação de Conteúdo é aplicada ao aluno que, no período levo, obver Média
Anual de Componente Curricular (MaCC) inferior a 7,00 em qualquer disciplina dos Campos Geral e
Militar, com exceção do TFM, ATC e Tiro práco. Este processo, regulamentado por NPA especíca
da DE, inclui apoio psicopedagógico e estratégias como monitoria, plantão de professores, estudo
programado para ns de semana e aulas de recuperação.
Seção XVI
Quadro Global de Avaliações
Art. 105. O Quadro Global de Avaliações do CPCAR está apresentado no Anexo XVIII em forma de
tabela.
Seção XVII
Aprovação e Reprovação
Art. 106. É aprovado o aluno que tenha alcançado graus e médias iguais ou superiores aos
denidos na Seção “Ponto de Corte”.
Art. 107. Para a aprovação do aluno, é necessário angir uma nota mínima de 7,00 nas avaliações
de ATC. Adicionalmente, exige-se uma frequência mínima de 75% nas aulas teóricas e de 85% nas
aulas prácas. O aluno também deve cumprir no mínimo 50% dos objevos propostos para cada
conteúdo, conforme detalhado nas chas de avaliação.
Art. 108. O aluno é reprovado nas seguintes situações:
I - não angir os critérios previstos nos Art. 106 e 107;
II - for submedo a Prova de 2ª Época em mais de três componentes curriculares do Campo Geral
e um do Campo Militar;
III - for submedo à Assessoria de Ensino em casos excepcionais e julgado “desfavorável”;
IV - caso seja promovido por condicionalidade e não realize, no ano seguinte, o Tiro Práco, a ATC
e/ou o TACF não cumprido;
V - ultrapassar, por movo de faltas não juscadas, o limite de 25% da carga horária total prevista
para o ano levo, sendo, assim, reprovado no CPCAR e no Ensino Médio.
Seção XVIII
Classicação e Desempate
Art. 109. Para a classicação e desempate dos alunos, seguem-se os seguintes critérios:
I - durante o curso, a precedência hierárquica entre os alunos do 1º Ano é baseada na classicação
nal obda no Exame de Admissão ao CPCAR;
II - ao ser promovido para o 2º Ano, a classicação é baseada na Média Global Anual (MGa) obda
no 1º Ano;
III - com a promoção ao 3º Ano, a classicação é determinada pela média aritméca ponderada
das Médias Globais Anuais do 1º Ano (MGa1º) e do 2º Ano (MGa2º), sendo que a MGa1º tem peso
1 e a MGa2º tem peso 2;
IV - a Classicação Final do Curso é estabelecida pela Média Global de Curso (MGC). Esta, por sua
vez, é calculada a parr da média ponderada das Médias Globais Anuais (MGA) de cada ano, sendo
atribuídos os seguintes pesos:
a) 1º Ano (MGa1º) - peso 2;
b) 2º Ano (MGa2º) - peso 3;
c) 3º Ano (MGa3º) - peso 5.
V - Para o cálculo da Média Global Anual (MGa) e Média Global do Curso (MGC), são ulizadas três
casas decimais como critério de desempate. Se o empate persisr, a precedência é dada ao aluno
mais ango no ano anterior.
Seção XIX
Registro e Comunicação de Resultados
Art. 110. Ao término de cada trimestre levo, os Coordenadores de todos os componentes
curriculares, tanto do Campo Geral quanto do Campo Militar, devem entregar à SDAV os graus
alcançados pelos alunos em todas as Vericações de Aprendizagem.
Art. 111. As notas dos alunos do CPCAR são arquivadas permanentemente na SDAV. Elas são
registradas em listagens que contêm as classicações de cada ano, armazenadas em um banco de
dados de acesso restrito. Além disso, são inseridas nos históricos escolares ao nal do curso.
Art. 112. Os resultados das Vericações de Aprendizagem são informados aos alunos em sala de
aula, durante os comentários das provas, ou por meio de listas de notas e gabaritos axados nos
quadros de aviso das turmas. As notas também são divulgadas na página da EPCAR, na seção
“Bolem do Aluno”, com acesso disponível também aos pais.
Art. 113. Se houver reprovação, o Comando do Esquadrão é responsável por comunicar o
resultado ao aluno. Após a nocação, o Comandante do Esquadrão deve informar imediatamente
o aluno sobre a reprovação por meio do Formulário de Nocação de Reprovação (Anexo VIII), que
precisa ser assinado e arquivado no Esquadrão.
Art. 114. O discente dispõe de dois dias úteis para apresentar o Requerimento de Reconsideração
de Reprovação (Anexo IX), que deve ser protocolado na Ajudância do CA. O referido pleito será
submedo à análise e deliberação do Comandante da EPCAR, que poderá, caso considere
pernente, consultar a Assessoria de Ensino.
Seção XX
Cercado e Histórico Escolar
Art. 115. O Cercado de Conclusão do CPCAR e o Cercado de Conclusão do Ensino Médio,
elaborados conforme o padrão da EPCAR, são registrados em livro próprio. O Histórico Escolar
deve detalhar os componentes curriculares do Campo Geral, do Campo Militar e o Conceito Final.
Art. 116. A SDAV é responsável pela emissão do Cercado e do Histórico Escolar, considerando
que:
I - ao concluir o CPCAR com aproveitamento, o aluno deve receber o Cercado de Conclusão do
CPCAR e seu respecvo Histórico Escolar;
II - ao ser reprovado 3º Ano do CPCAR no Campo Militar e/ou no Conceito Final, o aluno deve
receber o Cercado de Conclusão do Ensino Médio e seu respecvo Histórico Escolar;
III - o aluno reprovado em qualquer ano do CPCAR é desligado do curso. Nesse caso, ele recebe
uma declaração com seus dados e o Histórico Escolar do período cursado, para dar connuidade
aos seus estudos.
Seção XXI
Movimentação e Promoção dos Alunos
Art. 117. Ao término do ano levo, a DE envia ao CA a lista dos alunos do 3º Esquadrão aptos a se
matricularem no 1º ano do CFOAV da AFA, incluindo suas respecvas Médias Globais do Curso
(MGC) e Classicação Final.
Art. 118. Adicionalmente, a DE encaminha ao CA a Classicação Final dos alunos do 1º e 2º Anos.
Esta classicação contempla os graus e indica a apdão para a ascensão ao 2º e 3º anos do CPCAR,
respecvamente.
Art. 119. O CA é o responsável pela publicação em Bolem Interno, na primeira semana do ano
levo, da movimentação dos alunos do 3º ano para a AFA, bem como da promoção dos alunos
para o 2º e 3º anos do CPCAR.
Seção XXII
Disposições Gerais sobre Avaliação
Art. 120. No CPCAR, não é permida a dependência de componentes curriculares nem a
permanência no curso em caso de reprovação em qualquer ano.
Seção XXIII
Da Avaliação da Instrução, do Corpo Docente, dos Instrumentos de Avaliação e do Currículo
Art. 121. A avaliação da instrução, do corpo docente, dos instrumentos de avaliação e do currículo
-se por meio da coleta, do processamento e da análise de informações ao longo do processo de
ensino-aprendizagem, considerando os métodos, as técnicas, a infraestrutura e os recursos
instrucionais empregados.
I - Os procedimentos especícos dessa avaliação constam em NPA própria, cabendo à instuição
de ensino denir, internamente, os instrumentos adicionais que entender necessários;
II - Ficam instuídos, como instrumentos obrigatórios e permanentes, anexos a este Projeto
Pedagógico de Curso (PPC), os seguintes formulários:
a) Formulário de Comentário de Prova (Anexo XXII): aplicado, ao nal de cada Prova Parcial, a,
no mínimo, 15% (quinze por cento) dos alunos, selecionados de forma aleatória. Os dados
coletados são analisados pela SDAV e os resultados encaminhados aos Docentes, aos Instrutores, à
SDCP e à Subdivisão de Execução (SDEX);
b) Formulário de Avaliação Final de Curso (Anexo XXIII): aplicado a todos os alunos ao término
do ano levo. Os dados são analisados pela SDAV e os resultados encaminhados ao Chefe da DE, às
Subdivisões da DE e ao Comandante do Curso.
CAPÍTULO VIII
APOIO AO DISCENTE
Art. 122. A EPCAR, por meio de equipe muldisciplinar, oferece apoio ao discente com o objevo
de auxiliá-lo em eventuais diculdades no processo de escolarização, ou nos aspectos pessoais e
sociais de sua formação, conforme os serviços a seguir:
I - Serviço de Assistência Social: realizado pela Subdivisão de Serviço Social. O assistente social
idenca e atende vulnerabilidades apresentadas pelos discentes, conforme atribuições
estabelecidas na NSCA 163-1;
II - Serviço de Assistência Religiosa: prestado pela Seção de Capelania, consiste no atendimento
religioso aos alunos e ao efevo, desde que solicitado de forma espontânea e voluntária;
III - Serviço de Atendimento Psicológico e Médico: oferecido por prossionais vinculados ao CA,
abrange:
a) atendimento psicológico, iniciado por iniciava do próprio aluno ou por encaminhamento de
outro prossional, e realizado durante avidades regulares e operacionais, como o Estágio de
Adaptação Militar e as Avidades de Campanha;
b) atendimento médico, realizado por meio de acompanhamento sistemáco da saúde do
aluno, sendo este atendido prioritariamente por médico do CA antes de eventual
encaminhamento ao hospital da EPCAR.
Art. 123. O Serviço de Orientação Psicopedagógica tem por nalidade idencar fatores que
favorecem, dicultam ou comprometem a aprendizagem do aluno. Este serviço presta suporte ao
discente, aos docentes, instrutores, comandantes, auxiliares dos esquadrões, equipe pedagógica e
demais setores envolvidos no processo de ensino. Compete ao Serviço de Orientação
Psicopedagógica:
a) acompanhar alunos com Grau Parcial de Componente Curricular (GrPCC) ou Média Anual de
Componente Curricular (MaCC) inferior a 7,00;
b) elaborar e implementar intervenções pedagógicas em conjunto com professores, instrutores
e demais prossionais diretamente envolvidos no processo ensino-aprendizagem;
c) parcipar dos conselhos de ensino, acompanhando discussões e decisões relacionadas à
situação acadêmica dos alunos;
d) realizar plantões psicopedagógicos e atender às diculdades nas relações
professor/instrutor-aluno, bem como acompanhar alunos que apresentem ansiedade em
contextos avaliavos;
e) atuar em conjunto com o psicólogo do CA, que também deve prestar atendimentos
individuais e colaborar com o psicopedagogo da Divisão de Ensino, orientando e assessorando
quanto aos aspectos psicológicos ligados à formação militar, moral, cívica e social do aluno.
CAPÍTULO IX
INFRAESTRUTURA
Art. 124. A infraestrutura da EPCAR abrange aspectos de área sica, tecnologias de informação e
comunicação, equipamentos e ferramentas, conforme descrito no Anexo XXIV.
CAPÍTULO X
AVALIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
Art. 125. A avaliação instucional da EPCAR é regida pelo Manual de Avaliação Instucional do
Ensino (MCA 37-247) e as ações são baseadas também no volume II do Manual de Avaliação da
EPCAR. Este é o documento especíco que contém os instrumentos avaliavos da instuição, os
quais contemplam seis dimensões: Organização Instucional, Corpo Docente, Corpo Discente,
Organização Didáco-Pedagógica, Infraestrutura e Apoio e Pós-Curso.
§ 1º A organização, condução dos processos, conscienzação dos respondentes e aplicação dos
instrumentos de avaliação nas seis dimensões competem à Comissão Própria de Avaliação (CPA)
que é constuída na EPCAR por meio da Portaria Interna.
§ 2º Os resultados dessa avaliação do ensino visam desenvolver uma cultura organizacional capaz
de perceber e mensurar suas potencialidades e fragilidades a parr de seus indicadores,
subsidiando melhoria pedagógica e estrutural. Além disso, possibilitará à DIRENS, como órgão
central e gestor do Sistema de Ensino da Aeronáuca (SISTENS), conhecer as especicidades da
escola a m de propor melhorias.
CAPÍTULO XI
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 126. Os casos não previstos no presente documento são submedos à apreciação do Diretor
de Ensino da Aeronáuca.
ANEXO II
CONCEITUÕES
Assessoria de Ensino
Entende-se por Assessoria de Ensino o processo consulvo, de caráter não
deliberavo, convocado pelo Comandante da Escola com a nalidade de
subsidiar a análise de Pedidos de Reconsideração de Reprovação, referentes à
não realização de avidades curriculares previstas — como Teste de Avaliação
do Condicionamento Físico (TACF), Avidade de Campanha, Tiro Práco — ou
à reprovação em componentes curriculares.
A Assessoria de Ensino constui-se em plenário composto por militares e
prossionais designados a critério do Comandante, podendo incluir
representantes do Corpo de Alunos, Divisão de Ensino e Grupamento de
Saúde. Cabe à Assessoria de Ensino reunir, analisar e apresentar dados
objevos sobre o desempenho acadêmico, conduta militar, comportamento
disciplinar e condições de saúde do aluno, com o intuito de fornecer
elementos que auxiliem o Comandante na tomada de decisão quanto ao
deferimento ou indeferimento do pedido protocolado.
Avidade
Parcial
Vericação de aprendizagem que pode englobar exercícios simulados, testes
orais, testes escritos, testes unicados, exercícios prácos, instruções
programadas, seminários e diferentes trabalhos escolares individuais ou em
grupo, podendo ser aplicada com a nalidade formava e/ou somava.
Avidade Parcial em 2ª
Chamada
Vericação de aprendizagem aplicada ao aluno que tenha deixado de fazer,
por movo considerado juscado pelo Chefe da Divisão de Ensino (DE), uma
Avidade Parcial prevista no Projeto de Avaliação.
Avaliação
Diagnósca
Modalidade de avaliação aplicada antes de uma nova aprendizagem que visa
auxiliar na escolha de prácas pedagógicas que favoreçam novos
conhecimentos. Os resultados obdos não serão ulizados para aprovar ou
classicar o aluno.
Avaliação do Domínio
Afevo
Avaliação referente ao comportamento e à postura dos alunos, observados
durante o processo ensino-aprendizagem, no que se refere aos interesses,
atudes, valores e apreciações.
Avaliação do Domínio
Cognivo
Avaliação realizada no Campo Geral e no Campo Militar que visa avaliar
conhecimentos, conceitos, ideias, princípios e habilidades mentais e
intelectuais.
Avaliação do Domínio
Psicomotor
Avaliação realizada no Campo Militar. Abrange o Teste de Avaliação do
Condicionamento Físico – TACF e as avidades prácas de Instrução Militar.
Seu objevo é avaliar as habilidades sicas que requerem destreza,
coordenação e avidades motoras.
Avaliação Formava
Modalidade de avaliação realizada ao longo do processo de ensino
aprendizagem. A ferramenta visa acompanhar o desenvolvimento dos
estudantes, idencando se as competências propostas estão sendo
alcançadas. Essa modalidade de avaliação permite ao estudante e ao docente
idencarem as diculdades apresentadas e corrigi-las antecipadamente. Não
deverá ser ulizada para aprovar ou classicar o aluno.
Avaliação por
Apreciação
Avaliação que ocorre por meio de observação do desempenho do aluno em
avidades prácas e psicomotoras. Pode ser aplicada pelos Docentes ou
Instrutores a parr de critérios preestabelecidos.
Avaliação Somava
Modalidade de avaliação que gera níveis de aproveitamento expressos em
graus, concluindo sobre sua aprovação ou não. Os resultados obdos pelos
alunos nas avaliações somavas serão computados para obtenção da média
nal. Essa modalidade pode ter caráter classicatório, para ns de
hierarquização, ou apenas classicatório, com foco exclusivo na aprovação.
Avaliação Somava não
classicatória
A Avaliação Somava será denominada não classicatória quando seu
resultado exprimir código numérico ou conceito a ser considerado para efeito
de aprovação e reprovação no curso, sem interferir na classicação do aluno.
Campo Geral
Campo do conhecimento que engloba a formação acadêmica do ensino
regular. Essa instrução é composta pelos componentes curriculares do Ensino
Médio, de acordo com a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de
Diretrizes e Bases da Educação).
Formação Militar
Campo do conhecimento que engloba informações, habilidades e valores
especícos que proporcionam conhecimentos teóricos, prácos e
condicionamento sico necessários às avidades da prossão militar.
Competências
Mobilização de conhecimentos, habilidades, atudes e valores para resolver
demandas complexas da vida codiana, do pleno exercício da cidadania e do
mundo do trabalho. Para os efeitos desta Resolução, com fundamento no
caput do art. 35-A e no §1º do Art. 36 da LDB, a expressão “competências e
habilidades” deve ser considerada como equivalente à expressão “direitos e
objevos de aprendizagem” presente na Lei do Plano Nacional de Educação
(PNE).
Conceito Final
Expressão do desempenho obdo pelo aluno no campo do Domínio Afevo,
ao longo do curso, por meio de formulários próprios, segundo critérios
previamente denidos e que representa um julgamento de valor acerca do
desempenho/conduta do aluno, englobando julgamentos referentes tanto à
Conduta Militar quanto à Conduta em Sala de Aula.
Condicionalidade
Conceito que designa o que é promovido com uma condição (por movo de
saúde, for julgado incapaz temporariamente, for considerado apto com
restrição por Junta de Saúde da Aeronáuca e esver sem condições sicas
para a realização das avidades e avaliações de determinada disciplina), ou
seja, o discente que foi aprovado para o ano posterior, contudo, precisa
realizar alguma avidade pendente.
Conselho de Classe
Reunião com todos os envolvidos e responsáveis no processo de ensino, com
o objevo de analisar colevamente o rendimento escolar dos alunos e
propor ações para aqueles que não angiram a Média Parcial de componente
curricular (MPD).
Curso Preparatório de
Cadetes do Ar
Desnado a preparar jovens para o ingresso no 1º ano do Curso de Formação
de Ociais Aviadores (CFOAV), da Academia da Força Aérea (AFA), e,
excepcionalmente, no 1º ano dos Cursos de Formação de Ociais Intendentes
(CFOINT) e de Formação de Ociais de Infantaria (CFOINF) da Aeronáuca.
Componente Curricular
Elevo
É o componente curricular ofertado pela instuição, na qual a matrícula é
facultada ao aluno, podendo optar por cursá-lo ou não.
Corpo Docente
É o conjunto de professores civis e militares da EPCAR, composto por
professores integrantes da Carreira do Magistério do Ensino Básico, Técnico e
Tecnológico (EBTT) e por militares pertencentes ao Quadro de Ociais
Convocados. O corpo docente civil é admido por meio de concurso público
de provas e tulos e, os militares, por meio de processo selevo público
através de aviso de convocação especíco que estabelece a formação
acadêmica e requisitos para ingresso.
Corpo de Instrutores
Militares
É composto por militares selecionados e designados através de Portaria
Interna pela Seção de Instrução Militar para lecionar os componentes
curriculares das instruções militares previstas para o CPCAR. Devem ser
selecionados respeitando critérios, tais como, ter conhecimento da área
didáca e, se possível, possuir cursos na área de ensino. O quantavo pode
variar a cada ano levo, mas deve prioritariamente exisr um corpo de
instrutores xo, quando possível, para que sejam capacitados e
acompanhados, pedagogicamente, no exercício da função.
Dependência
Promoção para o próximo ano com a condição de cursar novamente os
Componentes Curriculares em que não obteve a nota mínima requerida para
aprovação no corrente ano.
Desligamento do Curso
Ato administravo através do qual o aluno é desvinculado completamente do
curso ou estágio em que foi matriculado.
Formação Geral Básica
Conjunto de competências e habilidades das áreas de conhecimento previstas
na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que aprofunda e consolida as
aprendizagens essenciais do ensino fundamental, a compreensão de
problemas complexos e a reexão sobre soluções para eles.
Formação Militar
No que concerne à esfera do ensino militar, a formação militar engloba a
dimensão da Doutrina e da Instrução Militar, ambas direcionadas ao Campo
Militar. Seu alcance e importância transcende a esfera do ensino e engloba
também elementos afetos à vida na caserna, sob a égide da hierarquia e
disciplina, de modo a forjar o ethos militar e ensejar esforços na busca pelo
desenvolvimento do prossional militar abnegado, éco, que prime por uma
adequada compleição, prondão e tenacidade para o enfrentamento das suas
tarefas, avidades e missões em prol da defesa e segurança da pátria, da
nação e de todo o território brasileiro.
Grau
Resultado obdo pelo aluno em uma vericação de aprendizagem.
Grau Parcial
Média aritméca simples obda entre o Grau da Prova Parcial e Grau das
Avidades Parciais realizadas no trimestre, referente a um mesmo
componente curricular do Campo Geral ou média aritméca simples entre o
Grau da Prova Parcial e Grau das Avidades Prácas ou Avidades Parciais do
Campo Militar.
Integralização Curricular
Sequência ordenada de componentes curriculares, hierarquizados por meio
de pré-requisitos, cujo integral cumprimento dará ao aluno o direito de
receber o cercado de conclusão do curso. A Integralização Curricular
apresenta a listagem dos componentes de cada etapa (módulos, semestres,
anos, séries, etc.) e orienta a sequência do início à conclusão das avidades
do curso.
Inerários Formavos
Cada conjunto de unidades curriculares ofertadas pelas instuições e redes de
ensino possibilitam ao estudante aprofundar seus conhecimentos e se
preparar para o prosseguimento de estudos ou para o mundo do trabalho de
forma a contribuir para a construção de soluções de problemas especícos da
sociedade.
Média anual de 2ª
época de Componente
Curricular
Média que reete o desempenho global do aluno em um determinado
componente curricular após a aplicação da Prova de 2ª Época ou do TACF 2ª
Época. Essa média não será computada para ns de classicação no curso,
somente para aprovação ou reprovação.
Média anual de
Componente Curricular
Média aritméca simples de todos os Graus Parciais de um componente
curricular durante o ano levo.
Média anual do Campo
Geral
Média aritméca simples de todas as Médias Anuais de componentes
curriculares que compõem o Campo Geral.
Média anual do Campo
Militar
Média aritméca simples de todos os componentes curriculares que
compõem o Campo Militar.
Média anual nal de
Componente Curricular
Média que reete o desempenho global do aluno em um determinado
componente curricular após a aplicação da Prova Final ou do TACF Final. Essa
média não será computada para ns de classicação no curso, somente para
aprovação ou reprovação.
Média Aritméca Simples
Medida de tendência central que representa o centro de gravidade da
distribuição. Consiste na soma de um conjunto de dados dividido pelo
número de dados considerados.
Média Global Anual
Aproveitamento global do Aluno que é calculado a parr da média aritméca
simples entre a Média Anual do Campo Geral, Média Anual do Campo Militar
e Conceito Final, denindo sua posição hierárquica ao nal do ano levo.
Média Global de Curso
Média ponderada entre as Médias Globais do 1º, 2º e 3º Anos do CPCAR. É
calculada ao término do 3º Ano do CPCAR.
Média Harmônica
É a média, com um número nito de números, igual à razão entre a
quandade de valores considerados e a média aritméca dos inversos desses
valores. Será ulizada nos casos de reprovação em um TACF, para denir o
grau que irá compor a média para a classicação ao nal do período levo.
Média Ponderada
Média de tendência central de um conjunto de resultados aos quais são
atribuídos pesos diferentes. Matemacamente, consiste no quociente do
somatório dos resultados, mulplicados pelos respecvos pesos e dividido
pelo somatório dos pesos.
Objevos Individuais de
Condicionamento (OIC)
São níveis mínimos de desempenho sico pré-estabelecidos e que deverão
ser angidos por meio do Treinamento Físico Militar.
Objetos de
Conhecimento
Conteúdos, conceitos e processos organizados em diferentes unidades
temácas que possibilitam o trabalho muldisciplinar e são aplicados a parr
do desenvolvimento de um conjunto de habilidades.
Ordem de Instrução
Documento sigiloso no qual consta todo o contexto de um determinado
exercício ou operação militar. Cada exercício/operação militar tem uma
Ordem de Operações especíca. Esse documento descreve também as tarefas
operacionais especícas e tem o propósito de abordar todas as instruções
pormenorizadamente (DCENS 12 A).
Período de
Recuperação
O período de recuperação é o momento em que são aplicadas as Provas
Finais e Provas de 2ª Época.
Período Levo
Período de avidades de ensino, denido no calendário escolar da EPCAR,
que abrange o início e o término do ano escolar.
Plano de Curso
Documento norteador para o planejamento pedagógico, que prevê todo o
processo de ensino-aprendizagem para as áreas do conhecimento.
Ponto de Corte
É o grau mínimo a ser angido pelo aluno para ser considerado aprovado no
CPCAR.
Projeto de Avaliação
Documento elaborado pela equipe de Docentes de cada componente
curricular e série, aprovado e acompanhado pela Subdivisão de Coordenação
Pedagógica (SDCP), que deverá conter os critérios e modalidades de avaliação
a serem adotados em um trimestre.
Projeto Pedagógico de
Curso
É o instrumento de concepção de ensino e aprendizagem do curso e
apresenta caracteríscas de um projeto, no qual devem ser denidos os
seguintes componentes: concepção do curso, estrutura do curso (currículo,
corpo docente, corpo técnico- administravo e infraestrutura),
procedimentos de avaliação (dos processos de ensino e aprendizagem e do
curso).
Projeto de Vida
Eixo do Ensino Médio que objeva esmular os alunos a idealizarem seus
planos pessoais, denirem metas, objevos e ações para o futuro.
Prova de 2ª Época
Vericação de aprendizagem que objeva reavaliar o rendimento do aluno
após o segundo período de recuperação, quando a Média Anual Final de
componente curricular por ele obda num componente curricular ver sido
aquém do grau mínimo necessário para aprovação.
Prova de 2ª Chamada
Vericação de aprendizagem aplicada ao Aluno que faltar, por movo
considerado juscado pelo Chefe da Divisão de Ensino, à avaliação prevista
no calendário escolar da EPCAR.
Prova Final
Vericação de aprendizagem aplicada, ao término do ano levo, aos Alunos
que não obveram Média Anual de componente curricular igual ou superior
ao grau 7,00 em qualquer componente curricular.
Prova Parcial
Vericação de aprendizagem aplicada ao nal de cada trimestre, com a
nalidade de avaliar o rendimento do Aluno a parr do objeto de
conhecimento previsto no currículo.
Prova Práca
Vericação de aprendizagem que uliza exercícios prácos, aplicados no
transcorrer dos trimestres, com a nalidade de avaliar a habilidade de
execução do conhecimento do aluno sobre uma parte do objeto de
conhecimento previsto no currículo do Campo Militar.
Rematrícula
Ato do Comandante da Organização de Ensino que readmite o Aluno no curso
ou estágio, depois de cessado o movo de seu desligamento do curso ou
estágio.
Teste
Vericação de aprendizagem escrita que deve ser aplicada ao longo de cada
trimestre. Deve ser previsto no Projeto de Avaliação como uma modalidade
de Avidade Parcial.
Teste de Avaliação do
Condicionamento Físico
Ferramenta de mensuração dos índices siológicos necessários para
vericação das condições sicas do aluno.
Teste de Sondagem
Instrumento de medida da aprendizagem do discente, aplicado com
nalidade diagnósca. É o que se concebe como teste inicial.
Treinamento Físico
Militar
É a avidade sica militar sistemacamente organizada, pracada e
controlada permanentemente por um processo pedagógico (programa de
condicionamento sico), visando à obtenção do condicionamento sico-
prossional militar.
Componentes
Curriculares
Elementos com carga horária pré-denida, formados pelo conjunto de
estratégias, cujo objevo é desenvolver competências especícas, as quais
podem ser organizadas em áreas de conhecimento, componentes
curriculares, módulos, projetos, entre outras formas de oferta.
Vericação de
Aprendizagem
Instrumento de medida da aprendizagem do discente, aplicado,
individualmente ou em grupo, com nalidade somava
Vericação Imediata
Instrumento de medida da aprendizagem do discente, aplicado,
individualmente ou em grupo, com nalidade formava. Engloba os testes e
os trabalhos escolares.
Vista de Prova
Avidade conduzida em sala de aula pelo Docente/Instrutor responsável pelo
componente curricular ou por substuto designado, através da qual o aluno
tomará ciência do gabarito e da correção feita pelo Docente/Instrutor de sua
Vericação de Aprendizagem.
ANEXO III
SIGLAS E ABREVIATURAS
AFA
Academia da Força Aérea
AIE
Avaliação Instucional de Ensino
ATC
Avidade de Campanha
AVA
Ambiente Virtual de Aprendizagem
BNCC
Base Nacional Comum Curricular
CA
Corpo de Alunos
CDA
Comissão de Desportos da Aeronáuca
CFOAV
Curso de Formação de Ociais Aviadores
CFOINF
Curso de Formação de Ociais Infantaria
CFOINT
Curso de Formação de Ociais Intendentes
DIRENS
Diretoria de Ensino da Aeronáuca
EAM
Estágio de Adaptação Militar
EAP
Exame de Apdão Psicológica
EBTT
Ensino Básico, Técnico e Tecnológico
FAB
Força Aérea Brasileira
GrAP
Grau Avidade Parcial
GrCF
Grau Conceito Final
GrCM
Grau Conduta Militar
GrCS
Grau Conduta em Sala de Aula
GrPCG
Grau Parcial Campo Geral
GrPCM
Grau Parcial Campo Militar
GrPCC
Grau Parcial de Componente Curricular
GrPF
Grau da Prova Final
GrPP
Grau da Prova Parcial
GrPPrat
Grau Parcial Prova Práca
IFs
Inerários Formavos
IGT
Instrução Geral de Tiro
INSPSAU
Inspeção de Saúde
LDB
Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Ma2ªE
Média Anual 2ª Época
MaCG
Média Anual do Campo Geral
MaCM
Média Anual do Campo Militar
MaCC
Média Anual de Componente Curricular
MaDTFM
Média Anual da componente curricular de Treinamento Físico
Militar
MaF
Média Anual Final
MGa
Média Global Anual
MGa1°
Média Global Anual 1º Ano
MGa2°
Média Global Anual 2º Ano
MGa3°
Média Global Anual 3º Ano
MGC
Média Global do Curso
NAE
Compeção Desporva Naval-Aeronáuca e Exército
NESG
Núcleo de Estudos Geopolícos
NOREG
Normas Reguladoras
NPA
Norma Padrão de Ação
PFV
Programa de Formação de Valores
PHC
Procedimento de Heteroidencação Complementar
PPC
Projeto Pedagógico de Curso
SDAV
Subdivisão de Avaliação
SDCP
Subdivisão de Coordenação Pedagógica
SDEX
Subdivisão de Execução
SEF
Seção de Educação Física
SIM
Seção de Instrução Militar
SISTEN
Sistema de Ensino da Aeronáuca
SPL
Seção de Planejamento
TACF
Teste de Avaliação do Condicionamento Físico
TDIC
Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação
THE
Teste de Habilidades Especícas
TFM
Treinamento Físico Militar
ANEXO IV
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Idencação da Organização de Ensino
Nome da Organização de Ensino: Escola Preparatória de Cadetes do Ar
Página Instucional na internet/intranet: hps://www2.fab.mil.br/epcar/
Cidade: Barbacena/MG
Informações Gerais do Curso
Nome do Curso: Curso Preparatório de Cadetes do Ar
Níveis
(conforme Art. 7º da
Lei nº 12.464/ 2011)
Educação Básica
( ) Ensino Fundamental
(X) Ensino Médio
Educação Superior
( ) Graduação
( ) Pós-graduação
( ) Extensão
Educação prossional
( )Formação inicial e connuada ou qualicação prossional
( ) Educação prossional técnica de nível médio
( ) Educação prossional tecnológica de graduação
( ) Educação prossional tecnológica de pós-graduação
Fases
( ) Formação
( ) Pós-formação
Modalidade de ensino
EAD
Semipresencial
Duração do tempo de
aula
45 minutos
Duração do curso
3 (três) anos
Carga horária total do
curso
4904,25h
Titulação conferida
O Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR), ministrado pela
EPCAR, conferirá aos seus concluintes o cercado de conclusão do
CPCAR equivalente ao Ensino Médio da Educação Básica e o ensino
militar como pré-requisito para ingresso na AFA.
Base Legal do Curso
- Lei nº 1.105, de 21 de maio de 1950;
- Lei 9394, de 20 de dezembro de 1996;
- Lei nº 12.464, de 4 de agosto de 2011.
ANEXO V
MATRIZ CURRICULAR
MATRIZ CURRICULAR - PROPOSTA A PARTIR DE 2025
FORMAÇÃO
GERAL
BÁSICA
ÁREAS DO
CONHECIMENTO
COMPONENTES
CURRICULARES
AULAS SEMANAIS
TOTAL
AULAS
DO
CURSO***
TOTAL
HORAS
DO
CURSO
Linguagens e
suas Tecnologias
Língua Portuguesa
3
3
3
315
236,25h
Literatura
2
2
2
210
157,5h
Língua Inglesa
4
4
4
420
315h
Artes
1
-
-
35
26,25h
Educação Física
1
1
1
105
78,75h
Matemáca e
suas Tecnologias
Matemáca
5
4
5
490
367,5h
Ciências da
Natureza e
suas
Tecnologias
Biologia
2
2
3
245
183,75h
Física
4
4
4
420
315h
Química
3
3
3
315
236,25h
Ciências
Humanas e
Sociais Aplicadas
História
2
2
3
245
183,75h
Geograa
2
2
2
210
157,5h
Filosoa
-
2
1
105
78,75
Sociologia
1
1
1
105
78,75
TOTAL DA FORMAÇÃO GERAL BÁSICA
30
30
32
3220
2415h
ITINERÁRIOS
FORMATIVOS
Matemáca e
suas tecnologias
(IFM)
Desenho
-
2
-
70
52,5h
Informáca
2
1
-
105
78,75h
Matemáca
-
-
1
35
26,25h
Linguagens e
suas tecnologias
(IFL)
Língua Portuguesa
1
-
-
35
26,25h
Língua Inglesa
-
-
Artes
-
-
Ciências
humanas e
sociais aplicadas
(IFCH)
História
-
1
-
35
26,25h
Geograa
-
-
Filosoa
-
-
Sociologia
-
-
Ciências da
Natureza e
suas Tecnologias
(IFCN)
Biologia
-
-
1
35
26,25h
Física
-
-
Química
-
-
Formação
Militar
*Conforme Tabela
Especíca
-
1619
1214,25h
TOTAL DE ITINERÁRIOS FORMATIVOS
15
16
14
1934
1450,5h
TOTAL
45
46
46
5154
3865,5
PARTE
DIVERSIFICADA
PARTE
DIVERSIFICADA
DCE/DCA
2
2
2
210
157,5h
DCE/DDE
2
2
2
210
157,5
Acompanhamento
Psicológico
1
-
-
35
26,25h
Compeção
Desporva
Ten. Lima Mendes
***
A compeção ocorre
em 7 dias
consecuvos, com
equivalência de 10
tempos de aula/dia
para as três séries do
CPCAR.
210
157,5h
Compeção
Desporva Naval
Aeronáuca e
Exército (NAE) ***
NAE: compeção
ocorre em 9 dias
consecuvos, com
equivalência de 10
tempos de aula/dia
para as três séries do
CPCAR
270
202,5h
TOTAL DA PARTE DIVERSIFICADA
5
4
4
935
701,25h
CARGA HORÁRIA REAL
50
50
50
6089
4566,75
ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS
4
4
4
420
315h
COMPLEMENTAÇÃO DA INSTRUÇÃO
-
-
-
30
22,5h
CARGA HORÁRIA TOTAL
54
54
54
6539
4904,25h
ITINERÁRIO FORMATIVO - FORMAÇÃO MILITAR
COMPONENTES CURRICULARES
TOTAL
AULAS
TOTAL
HORAS
DESMEMBRAMENTO
DAS AULAS
ÁREA DO
CONHECIMENTO
DO
CURSO
DO
CURSO
FORMAÇÃO
MILITAR
Éca e Desenvolvimento Humano
- Eixo Colevo
42
31,5h
14
14
14
Éca e Desenvolvimento Humano
- Eixo Pessoal
18
13,5h
6
6
6
Doutrina Militar I
37
27,75h
37
-
-
Doutrina Militar II
34
25,5h
-
34
-
Doutrina Militar III
34
25,5h
-
-
34
Liderança I
2
1,5h
-
2
-
Liderança II
2
1,5h
-
-
2
Conhecimento Militar
16
12h
4
3
9
Conhecimento Aeronáuco
36
27h
12
12
12
Primeiros Socorros *
8
6h
8
-
-
Legislação Militar II *
10
7,5h
-
10
-
Legislação Militar III *
18
13,5h
-
-
18
Ordem Unida I
10
7,5h
10
-
-
Ordem Unida II
10
7,5h
-
10
-
Ordem Unida III
22
16,5h
-
-
22
Armamento, Munição e Tiro I *
11
8,25h
11
-
-
Armamento, Munição e Tiro II *
10
7,5h
-
10
-
Armamento, Munição e Tiro III *
10
7,5h
-
-
10
Avidade de Campanha I *
39
29,25h
39
-
-
Avidade de Campanha II *
87
65,25h
-
87
-
Avidade de Campanha III *
44
33h
-
-
44
Treinamento Físico Militar (TFM) *
939
704,25h
313
313
313
Estágio de Adaptação Militar
(EAM)
180
135h
180
-
-
TOTAL IF FORMAÇÃO MILITAR
1619 tempos / 1214,25 horas
*Componentes Curriculares Avaliados na modalidade Somava.
ANEXO VI
EMENTÁRIO
Formação Geral Básica
ÁREA DO CONHECIMENTO: Linguagens e suas tecnologias
COMPONENTES CURRICULARES: Artes, Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Educação Física.
COMPETÊNCIAS
CLGG1 - Compreender o funcionamento das diferentes linguagens e prácas culturais (arscas,
corporais e verbais) e mobilizar esses conhecimentos na recepção e produção de discursos nos
diferentes campos de atuação social e nas diversas mídias, para ampliar as formas de
parcipação social, o entendimento e as possibilidades de explicação e interpretação críca da
realidade e para connuar aprendendo.
CLGG2 - Compreender os processos identários, conitos e relações de poder que permeiam as
prácas sociais de linguagem, respeitando as diversidades e a pluralidade de ideias e posições, e
atuar socialmente com base em princípios e valores assentados na democracia, na igualdade e
nos Direitos Humanos, exercitando o autoconhecimento, a empaa, o diálogo, a resolução de
conitos e a cooperação, e combatendo preconceitos de qualquer natureza.
CLGG3 - Ulizar diferentes linguagens (arscas, corporais e verbais) para exercer, com
autonomia e colaboração, protagonismo e autoria na vida pessoal e coleva, de forma críca,
criava, éca e solidária, defendendo pontos de vista que respeitem o outro e promovam os
Direitos Humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável, em âmbito local,
regional e global.
CLGG4 – Compreender as línguas como fenômeno (geo)políco, histórico, social, variável,
heterogêneo e sensível aos conteúdos de uso, reconhecendo-as e vivenciando-as como formas
de expressões identárias, pessoais e colevas, bem como respeitando as variedades linguíscas
e agindo no enfrentamento de preconceitos de qualquer natureza.
CLGG5 Compreender os processos de produção e negociação de sendos nas prácas corporais,
reconhecendo-as e vivenciando-as como formas de expressão de valores e idendades, em uma
perspecva democráca e de respeito à diversidade.
CLGG6 - Apreciar estecamente as mais diversas produções arscas e culturais, considerando
suas caracteríscas locais, regionais e globais, e mobilizar seus conhecimentos sobre as
linguagens arscas para dar signicado e (re)construir produções autorais individuais e
colevas, exercendo protagonismo de maneira críca e criava, com respeito à diversidade de
saberes, idendades e culturas.
CLGG7 - Mobilizar prácas de linguagem no universo digital, considerando as dimensões
técnicas, crícas, criavas, écas e estécas, para expandir as formas de produzir sendos, de
engajar-se em prácas autorais e colevas, e de aprender a aprender nos campos da ciência,
cultura, trabalho, informação e vida pessoal e coleva.
COMPONENTE CURRICULAR: Artes
CH TOTAL: 26h
EMENTA (CONTEÚDO)
O que é Arte; Elementos da visualidade e suas relações composivas; Análise da Imagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Compreender a Arte e a sua manifestação através das linguagens plásca, teatral, musical,
arquitetônica, fotográca, coreográca (dança) e cinematográca; b) Reer sobre o papel da
Arte na sociedade, sua importância, sua necessidade, seus conceitos e teorias, sua função social,
seus domínios, seus movimentos e seu valor enquanto ferramenta humanizadora e de
crescimento pessoal; c) Entender a Arte como veículo fomentador de criavidade, sensibilidade,
intuição, reexão e expressividade. d) Idencar o objeto arsco, o seu processo de
construção, a sua instauração, instalação e recepção; e) Conhecer todo o aparato cultural que
envolve o objeto arsco, inclusive o papel dos Crícos de Arte, Historiadores da Arte,
Restauradores, Filósofos da Arte e demais prossionais que dispõe as obras; f) Apresentar os
agentes da Arte; g) Promover a interação dos discentes com as ferramentas digitais disponíveis
aos meios veiculadores da Arte e sua invesgação; h) Apresentar os elementos conguradores
do espaço e suas qualidades expressivas: i) Apresentar os elementos da linguagem visual e suas
qualidades expressivas; j) Propor o entendimento sobre o desdobramento dos elementos visuais
na práca composiva; l) Apresentar as modalidades de semelhanças e contrastes, tensão
espacial, ritmo e proporção; m) Promover, através de processos de criação, a exploração e
aplicação desses elementos e seus desdobramentos na construção de espaços pláscos
interagindo com as outras linguagens arscas; n) Promover, através de processos de criação, a
experiência arsca, estéca e críca dos discentes em todas as suas dimensões; o) Promover,
através de processos de criação, a pesquisa, a contextualização, a apreciação e a valorização das
nossas tradições e idendade nacional. p) Promover a experimentação de materialidades
através de apreciações de materiais, suportes e técnicas; q) Insgar a percepção e a
sensibilidade através da análise da imagem; r) Esmular a reexão, a criavidade e a expressão;
s) Despertar a fruição estéca e arsca nos discentes através da análise da imagem, do som, do
corpo e do audiovisual.
BIBLIOGRAFIA
AUMONT, Jacques. A imagem. Campinas: Papirus, 1993.
ARCHER, Michael. Arte contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Marns Fontes, 2012.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BARBOSA, Ana Mae. Tópicos utópicos. Belo Horizonte: C/Arte, 2007.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum
Curricular. Versão nal. Brasília: MEC, 2018.
CAUQUELIN, Anne. Teorias da Arte. São Paulo: Marns Fontes, 2019.
COELHO, Teixeira. O que é indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 2007.
COLI, Jorge. O que é Arte. São Paulo: Brasiliense, 2011.
ECO, Humberto. Apocalípcos e integrados. São Paulo: Perspecva, 2020.
DEWEY. Jonh. Arte como experiência. São Paulo: Marns Fontes, 2010.
DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Marns Fontes, 2003.
FISCHER, Ernst. A necessidade da Arte. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
FUSARI, Maria Felismina de Rezende; FERRAZ, Maria Heloísa Côrrea de Toledo. Arte na educação
escolar. São Paulo: Cortez, 2002.
GOMBRICH, E. H. Arte e ilusão: um estudo da psicologia da representação pictórica. São Paulo:
Marns Fontes, 1995.
GOMBRICH, Ernst Hans. História da Arte. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
HAUSER, Arnold. A história social da arte e da literatura. São Paulo: Marns Fontes, 2010.
HODGE, Susie. Breve história da Arte Moderna. São Paulo: Gustavo Gili, 2019.
JOLY, Marne. Introdução à análise da imagem. Campinas: Papirus, 2023.
MICHELI, Mario de. As vanguardas arscas. São Paulo: Marns Fontes, 2004.
MERLEAU-PONTY, Maurice. Conversas – 1948. São Paulo: Marns Fontes, 2019.
O’DOHERTY, Brian. No interior do cubo branco: a ideologia do espaço na arte. São Paulo: Marns
Fontes, 2019.
OSTROWER, Fayga. Criavidade e processos de criação. Petropolis: Vozes, 2014.
OSTROWER, Fayga. Universos da arte. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Aca, 2004.
READ, Hebert. A educação pela Arte. São Paulo: Marns Fontes, 2001.
READ, Hebert. O sendo da Arte. São Paulo: Ibrasa, 2005.
SANTOS, Jair Ferreira dos. O que pós-moderno. São Paulo: Brasiliense, 2004.
SANTOS, José Luiz. O que é cultura. São Paulo: Brasiliense, 2006.
SILVA, Adriana Vaz Rossano. Fundamentos da linguagem visual. Curiba: Intersaberes, 2016.
COMPONENTE CURRICULAR: Língua Portuguesa e
Literatura
CH TOTAL: 394h
EMENTA (CONTEÚDO)
Letramento linguísco e literário. Língua e linguagens; comunicação verbal e não verbal;
elementos de linguísca aplicados à leitura e produção de texto; diferentes pos de gramáca;
gêneros e pologias textuais; redação em diversos gêneros; gêneros literários; eslos de época
na literatura; literatura brasileira e literaturas em língua portuguesa.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) compreender as diferentes formas de uso da língua na comunicação verbal e não verbal,
escrita e oral, bem como os processos de variação linguísca; b) compreender as dimensões
discursiva, social e pragmáca da língua, percebendo essas dimensões nos processos de leitura,
interpretação e produção de textos em diversos gêneros; c) reconhecer os diferentes pos de
gramácas e seu lugar no processo de historicidade; d) compreender os elementos linguíscos
como constuintes do processo de produção de sendo; e) compreender princípios básicos de
análise do discurso aplicada aos diferentes gêneros textuais; f) compreender os papéis que as
diversas categorias linguíscas desempenham no texto; g) reconhecer especicidades de
diferentes gêneros textuais, presentes em diversos suportes; h) desenvolver habilidades de
produção textual em variados gêneros e suportes, com vistas à produção de textos coerentes
com os mais diversos contextos; i) reconhecer o fenômeno literário inserido em processos de
historicidade e em diálogo com contexto social, políco, econômico, arsco e losóco.j)
compreender a língua portuguesa e a literatura brasileira em diálogo com o contexto global,
percebendo as implicações culturais e polícas dessa interação. k) reer sobre a língua
portuguesa e a literatura brasileira relacionadas à construção histórica dos cânones e das
margens no cenário global.
BIBLIOGRAFIA
GRAMÁTICAS de diversas abordagens (normava, descriva, da língua falada, histórica, gerava,
etc).
DICIONÁRIOS variados.
LIVROS DIDÁTICOS do PNLD.
APA, Lívia; BARBEIROS, Arlindo; DÁSKALOS, Maria Alexandre (Orgs.) Poesia africana de língua
portuguesa. Rio de Janeiro: Lacerda Editores, 2003.
BAGNO, Marcos. A língua de Eulália: novela sociolinguísca. São Paulo: Contexto, 2001.
Preconceito linguísco: o que é, como se faz. 24ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2003.
BOSI, Alfredo. Dialéca da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
CALVINO, Italo. Por que ler os clássicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira. São Paulo: Ouro sobre Azul, 2014.
Na sala de aula: cadernos de análise literária. 9. ed. São Paulo: Ouro sobre Azul, 2017.
CASTILHO, Ataliba. “Reexões sobre o português falado e o exercício da cidadania”. In:
HENRIQUES, Cláudio; SIMÕES, Darcília. (Orgs.) Língua e cidadania: novas perspecvas para o
ensino. Rio de Janeiro: Europa, 2004.
COSSON, Rildo. Letramento literário. São Paulo: Contexto, 2014.
COUTINHO, Ismael Lima. Pontos de gramáca histórica. São Paulo: Companhia Editora Nacional,
1938.
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 8. ed. São Paulo: Áca, 2000.
FÁVERO, Leonor Lopes et al. Oralidade e escrita: perspecvas para o ensino de língua materna.
4. ed. São Paulo: Cortez, 2003.
FERREIRA, Manuel. Literaturas africanas de expressão portuguesa. São Paulo: Áca, 1987.
FIORIN, José Luiz. Introdução á linguísca: princípios de análise. 2. ed. São Paulo: Contexto,
2003.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três argos que se completam. São Paulo:
Autores Associados; Cortez, 1982.
GERALDI, João Wanderley (Org). O texto na sala de aula. São Paulo: Áca, s/d.
HERNÁNDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula. São Paulo: Selo Negro Edições, 2008.
KLEIMAN, Angela. Ocina de leitura: teoria & práca. 3. ed. Campinas: Pontes/Editora da
UNICAMP, 1995.
KOCH, Ingedore Villaça. Desvendando os segredos do texto. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2002.
& TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. 15. ed. São Paulo: Contexto, 2003.
A coesão textual. 19. ed. São Paulo: Contexto, 2004.
Ler e compreender os sendos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.
LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6. ed. São Paulo: Áca, 2000.
Literatura: leitores e leitura. São Paulo: Moderna, 2001.
MAINGUENEAU, Dominique. Elementos de linguísca para o texto literário. Trad. Maria Augusta
Bastos de Matos. São Paulo: Marns Fontes, 1996.
MANGUEL, Alberto. Uma história da leitura. Trad. Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das
Letras, 1997.
Lendo imagens: uma história de amor e ódio. Trad. Rubens Figueiredo, Rosaura Eichemberg e
Cláudia Strauch. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: avidades de retextualização. 3. ed. São Paulo:
Cortez, 2001.
Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
ORLANDI, Eni Pulcinelli. Discurso e leitura. 3. ed. São Paulo: Cortez; Campinas: Editora da
UNICAMP, 1996.
PAULINO, Graça; WALTY, Ivete; CURY, Maria Zilda. Intertextualidades: teoria e práca. Belo
Horizonte: Ed. Lê, 1995.
SANTOS, Joel Runo dos. Quem ama literatura não estuda literatura: ensaios indisciplinados. Rio
de Janeiro: Rocco, 2008.
SMITH, Frank. Compreendendo a leitura: uma análise psicolinguísca da leitura e do aprender a
ler. Porto Alegre: Artmed, 1994.
SOARES, Angélica. Gêneros literários. 3. ed. São Paulo: Áca, 1993.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 4. ed. São Paulo: Autênca, 2007.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramáca e interação: uma proposta para o ensino de gramáca. São
Paulo: Cortez, 2003.
YUNES, Eliana. (Org) Pensar a leitura: complexidades. Rio de Janeiro: Ed PUC-Rio; São Paulo:
Loyola, 2002.
COMPONENTE CURRICULAR: Língua Inglesa
CH TOTAL: 315h
EMENTA (CONTEÚDO)
Revisão de gramáca básica: tempos verbais, pronomes, preposições; Vocabulário essencial:
temas do codiano (família, escola, hobbies); Diálogos e apresentações orais simples; Leitura e
interpretação de textos curtos; Expressões idiomácas e gírias codianas; Estruturas de
conversação: perguntas e respostas; Simulações de situações reais (compras, viagens,
entrevistas); Debates sobre temas atuais; Grupos de discussão em sala de aula; Gêneros
textuais: narravos, descrivos, argumentavos; Desenvolvimento de habilidades de inferência
e interpretação; Leitura críca de textos; Produção de resumos e análises individuais e em
grupo.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Desenvolver a competência comunicava em língua inglesa, abrangendo as quatro
habilidades: escuta, fala, leitura e escrita. b) Promover a compreensão e análise críca de textos
em inglês, considerando diferentes contextos culturais e sociais. c) Esmular a autonomia e a
responsabilidade no aprendizado de línguas, ulizando recursos digitais e metodologias avas.
d) Preparar os alunos para situações reais de comunicação em inglês, tanto no contexto
acadêmico quanto no codiano.
BIBLIOGRAFIA
BIALYSTOK, E. Bilingualism in development: Language, literacy and cognion. Cambridge:
Cambridge University Press, 2001. 304 p.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum
Curricular. Versão nal. Brasília: MEC, 2018.
BURTON, Graham. Personal best: B1 intermediate. São Paulo, SP: Moderna, 2019.
COYLE, D. Content and Language Integrated Learning: Towards a Connected Research Agenda for
CLIL Pedagogies. Internaonal Journal of Bilingual Educaon and Bilingualism, v. 10, n. 5, p. 543-
562, 2007. DOI: hps://doi.org/10.2167/beb459.0.
MOON, J. Teaching English to Young Learners: the challenges and the benets. InEnglish, n. 5, p.
30-34, 2005.
MURPHY, R. Essenal Grammar in Use. 2ed. Cambridge: CUP, 1997
SAAD, C. S. et al. Mulculturalism and Creavity: Eects of Cultural Context, Bicultural Identy,
and Ideaonal Fluency. Social Psychological and Personality Science, v. 4, n. 3, p. 369-375, 2013.
DOI: hps://doi.org/10.1177/1948550612456560
TONELLI, J. R. A; CHAGURI, J. P. (Orgs.). Espaço para reexão sobre ensino de línguas. 1.ed.
Maringá: Editora da Universidade Estadual de Maringá, 2014, p. 247-275.
COMPONENTE CURRICULAR: Educação Física
CH TOTAL: 79h
EMENTA (CONTEÚDO)
Avidade sica, exercício sico, saúde e qualidade de vida, suas relações com o esporte e
implicações no processo de construção da idendade dos sujeitos.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) apresentar os princípios écos, valores e atudes (cooperação, respeito às regras, tolerância,
preservação da integridade, Fair Play, equidade, entre outros expressos) nos Esportes; b)
conhecer os esportes e suas relações com: padrões de desempenho, saúde, estéca, gênero,
sexualidade, classe social e etnia; c) Apresentar a historicidade, especicidades, regularidades e
fundamentos dos Esportes; d) Compreender o sistema anatomofuncional e as alterações
corporais promovidas pelas Gináscas; e) Apresentar as gináscas e suas relações com: padrões
de desempenho, saúde, estéca, gênero, sexualidade, classe social e etnia; f) Conhecer as
especicidades, regularidades e fundamentos das Gináscas; g) Apresentar os sendos e
signicados socioculturais das lutas; h) Conhecer as lutas e suas relações com: padrões de
desempenho, saúde, estéca, gênero, sexualidade, classe social e etnia; i) Apresentar os
esportes de lutas em diferentes contextos: Educação, Saúde, Lazer, Trabalho e de Compeção j)
Apresentar as especicidades, regularidades e fundamentos das lutas; k) Analisar a inuência da
mídia nos padrões de beleza atléca, assim como o risco de sobrecarga de exercícios em nome
de um corpo dito “perfeito”; l) Vivenciar a conscienzação corporal por meio dos movimentos
gináscos; m) Desenvolver e analisar a importância da avidade sica e do exercício na
manutenção da saúde; n) Debater sobre as polícas de lazer e esporte no contexto social; o)
Conhecer e vivenciar os jogos e brincadeiras regionais, folclóricos e contemporâneos; p)
Promoção de produções que reitam o protagonismo em novos modos de parcipação e
intervenção social em prácas corporais; q) Obter vivencias nos espaços urbanos de prácas
corporais como corridas de rua, ciclismo, danças de rua, esportes de aventura, entre outras; r)
Desenvolver prácas corporais no meio líquido e habilidade natatória.
BIBLIOGRAFIA
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Manual do ACSM para avaliação da apdão sica
relacionada à saúde. Rio de janeiro / Guanabara Koogan, 2006
ANDRADE, C. D. O Corpo. Rio de Janeiro: Editora Record, 1984.
BETTI, M. Educação sica e sociedade. São Paulo: Movimento, 1991.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum
Curricular. Versão nal. Brasília: MEC, 2018.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.
FREIRE, João Basta. Educação de corpo inteiro. São Paulo: Scipione, 1989.
FREITAS, Giovanina Gomes de. O esquema corporal, a imagem corporal, a consciência corporal e
a corporeidade. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 1999.
MAGLISCO Ernest W. Nadando mais rápido possível. São Paulo: Manole 3ª edição, 2010.
NAHAS, Markus V. Avidade Física, Saúde e Qualidade de Vida: conceitos e sugestões para um
eslo devida avo. 5ª ed. Londrina: Midiograf, 2010.
NUNES, Hugo CB; Medeiros, José MM. Lutas na Escola: A perspecva do currículo cultural. Rio
de Janeiro: Fontoura. 1 Edição Rev, 2017
PEREIRA, Manuel Carlos Mesquita Correa. As lutas na educação sica escolar. 1. ed. São Paulo:
Phorte, 2018.
ÁREA DO CONHECIMENTO: Matemáca e suas tecnologias
COMPONENTES CURRICULARES: Matemáca
COMPETÊNCIAS
CMAT1 Ulizar estratégias, conceitos e procedimentos matemácos para interpretar situações
em diversos contextos, sejam avidades codianas, sejam fatos das Ciências da Natureza e
Humanas, das questões socioeconômicas ou tecnológicas, divulgados por diferentes meios, de
modo a contribuir para uma formação geral.
CMAT2 Propor ou parcipar de ações para invesgar desaos do mundo contemporâneo e
tomar decisões écas e socialmente responsáveis, com base na análise de problemas sociais,
como os voltados a situações de saúde, sustentabilidade, das implicações da tecnologia no
mundo do trabalho, entre outros, mobilizando e arculando conceitos, procedimentos e
linguagens próprios da Matemáca.
CMAT3 Ulizar estratégias, conceitos, denições e procedimentos matemácos para interpretar,
construir modelos e resolver problemas em diversos contextos, analisando a plausibilidade dos
resultados e a adequação das soluções propostas, de modo a construir argumentação
consistente.
CMAT4 Compreender e ulizar, com exibilidade e precisão, diferentes registros de
representação matemácos (algébrico, geométrico, estasco, computacional etc.), na busca de
solução e comunicação de resultados de problemas.
CMAT5 Invesgar e estabelecer conjecturas a respeito de diferentes conceitos e propriedades
matemácas, empregando estratégias e recursos, como observação de padrões,
experimentações e diferentes tecnologias, idencando a necessidade, ou não, de uma
demonstração cada vez mais formal na validação das referidas conjecturas.
COMPONENTE CURRICULAR: Matemáca
CH TOTAL: 368h
EMENTA (CONTEÚDO)
Conjuntos Numéricos; Relações e Introdução às Funções; Função do Primeiro Grau; Função do
Segundo Grau; Função Modular; Complementação sobre Funções; Função Exponencial; Função
Logarítmica; Progressão Aritméca; Progressão Geométrica; Trigonometria; Matrizes;
Determinantes; Sistemas Lineares; Binômio de Newton; Probabilidade; Análise Combinatória,
Geometria Analíca no Plano; Geometria Espacial; Números Complexos; Polinômios; Equações
Polinomiais; Matemáca Financeira; Estasca;
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) interpretar gcos;
b) aplicar noções básicas de conjuntos numéricos; relações; introdução às funções; função do
primeiro grau; função do segundo grau; função modular; função recíproca; função exponencial;
função logarítmica; funções trigonométricas na resolução de problemas;
c) aplicar noções básicas de progressão aritméca, progressão geométrica, matrizes,
determinantes, sistemas lineares, análise combinatória, binômio de Newton, probabilidade e
geometria espacial em novas situações;
d) aplicar noções básicas de geometria analíca no plano, números complexos, polinômios,
equações polinomiais, matemáca nanceira, estasca, funções na resolução de problemas;
e) ulizar linguagem simbólica de matemáca, reconhecendo sua simplicidade, economia e
universalidade;
f) consultar tabelas;
g) traçar grácos;
h) comparar medidas; e
i) valorizar a matemáca como ciência fundamental, em consonância com o desenvolvimento da
era tecnológica.
BIBLIOGRAFIA
Leonardo, F. M. Conexões: Matemáca e suas tecnologias – GRANDEZAS, ÁLGEBRA E
ALGORITMOS, 1ª edição. São Paulo: Editora Moderna, 2020.
Leonardo, F. M. Conexões: Matemáca e suas tecnologias – FUNÇÕES E APLICAÇÕES, 1ª edição.
São Paulo: Editora Moderna, 2020.
Leonardo, F. M. Conexões: Matemáca e suas tecnologias – TRIGONOMETRIA, 1ª edição. São
Paulo: Editora Moderna, 2020.
Leonardo, F. M. Conexões: Matemáca e suas tecnologias – ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE, 1ª
edição. São Paulo: Editora Moderna, 2020.
Leonardo, F. M. Conexões: Matemáca e suas tecnologias – GEOMETRIA PLANA E ESPACIAL, 1ª
edição. São Paulo: Editora Moderna, 2020.
Leonardo, F. M. Conexões: Matemáca e suas tecnologias – MATRIZES E GEOMETRIA ANALÍTICA,
1ª edição. São Paulo: Editora Moderna, 2020.
I Iezzi, G. Dolce, O. Degenszajn, D. Périgo, R. Almeida, N. Matemáca, Ciências e Aplicações
Volumes 1, 2 e 3, 3ª edição São Paulo: Editora Saraiva, 2018.
Iezzi, G. Fundamentos de Matemáca Elementar – Volumes 1 ao 11, 9ª edição São Paulo: Editora
Atual, 2013.
ÁREA DO CONHECIMENTO: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas
COMPONENTES CURRICULARES: Filosoa, Geograa, História e Sociologia.
COMPETÊNCIAS
CHS1 - Analisar processos polícos, econômicos, sociais, ambientais e culturais nos âmbitos
local, regional, nacional e mundial em diferentes tempos, a parr da pluralidade de
procedimentos epistemológicos, ciencos e tecnológicos, de modo a compreender e
posicionar-se cricamente em relação a eles, considerando diferentes pontos de vista e
tomando decisões baseadas em argumentos e fontes de natureza cienca.
CHS2 - Analisar a formação de territórios e fronteiras em diferentes tempos e espaços, mediante
a compreensão das relações de poder que determinam as territorialidades e o papel geopolíco
dos Estados-nações.
CHS3 - Analisar e avaliar cricamente as relações de diferentes grupos, povos e sociedades com
a natureza (produção, distribuição e consumo) e seus impactos econômicos e socioambientais,
com vistas à proposição de alternavas que respeitem e promovam a consciência, a éca
socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional, nacional e global.
CHS4 - Analisar as relações de produção, capital e trabalho em diferentes territórios, contextos e
culturas, discundo o papel dessas relações na construção, consolidação e transformação das
sociedades.
CHS5 - Idencar e combater as diversas formas de injusça, preconceito e violência, adotando
princípios écos, democrácos, inclusivos e solidários, e respeitando os Direitos Humanos.
CHS6 - Parcipar do debate público de forma críca, respeitando diferentes posições e fazendo
escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade,
autonomia, consciência críca e responsabilidade.
COMPONENTE CURRICULAR: Filosoa
CH TOTAL: 79h
EMENTA (CONTEÚDO)
O Surgimento da Filosoa na Grécia Anga; Os lósofos pré-socrácos; Sócrates e os sostas;
Platão; Aristóteles e o sistema aristotélico; O helenismo e suas principais correntes;
Filosoa medieval; Patrísca; Escolásca; Crise da Escolásca; Filosoa moderna; O humanismo
renascensta; Reforma Protestante; Revolução Cienca; Descartes e a losoa do cogito; A
tradição empirista: a experiência como guia; Francis Bacon; John Locke; David Hume; A tradição
racionalista pós-cartesiana; Blaise Pascal; Baruch Spinoza; Goried Leibniz; A Filosoa do
liberalismo e a tradição iluminista; Os contratualistas: Hobbes, Locke, Rousseau;
O iluminismo; Immanuel Kant e a losoa críca; Friedrich Hegel e a importância da história;
Karl Marx e a críca da ideologia; A ruptura com a tradição racionalista: Sigmund Freud, Arthur
Schopenhauer, Friedrich Nietzsche; Fenomenologia: Edmund Husserl, Max Scheler, Merleau-
Ponty; Hermenêuca: Hans Gadamer, Marn Heidegger; Filosoa contemporânea;
Existencialismo: Soren Kierkegaard, Jean-Paul Sartre, Simone de Boauvoir, Albert Camus; Escola
de Frankfurt; Ludwig Wigenstein; Hannah Arendt; Bertrand Russell; Zygmunt Bauman.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Introduzir a losoa como uma práca de reexão críca e sistemáca sobre o mundo e a existência
humana, abordando as condições históricas e culturais do surgimento da losoa na Grécia Anga;
Compreender as principais questões dos primeiros lósofos gregos e sua contribuição para o
desenvolvimento do pensamento racional, destacando suas teorias sobre a origem do cosmos e a
natureza;
Apresentar a gura de Sócrates e os sostas, compreendendo o método socráco e o debate sobre
verdade, éca e retórica, além das crícas socrácas à sosca;
Explorar a losoa de Platão, com foco nas teorias das ideias e na concepção de conhecimento e
jusça, e sua relevância para a losoa ocidental;
Compreender a sistemazação do conhecimento por Aristóteles, sua críca à teoria das ideias de
Platão e suas contribuições para a lógica, a éca e a políca;
Estudar o contexto do helenismo e suas escolas losócas, idencando como essas correntes
responderam às questões de felicidade, tranquilidade e sendo da vida em um mundo em
transformação;
Compreender as contribuições da Filosoa Medieval, explorando a Patrísca (Santo Agosnho) e a
Escolásca (São Tomás de Aquino);
Estudar a crise da Escolásca e a transição para o pensamento moderno, destacando os fatores
históricos que movaram essa mudança;
Analisar o Humanismo renascensta e a Reforma Protestante, observando suas crícas ao poder
eclesiásco;
Entender a Revolução Cienca e suas implicações para a Filosoa e a construção do método
cienco;
Explorar o racionalismo cartesiano e da noção de “cogito, ergo sum” como marco da losoa
moderna;
Idencar as ideias centrais do pensamento de René Descartes, especialmente o cogito ("penso,
logo existo") e sua contribuição para o desenvolvimento do racionalismo moderno;
Compreender e avaliar as diferenças entre empirismo e racionalismo, destacando a importância da
experiência como fonte de conhecimento nos lósofos empiristas;
Idencar as contribuições de Locke e Hume na teoria do conhecimento, incluindo conceitos como
tabula rasa e cecismo;
Conhecer e analisar o desenvolvimento do racionalismo por pensadores como Pascal, Spinoza e
Leibniz, ressaltando as caracteríscas e contribuições de cada autor;
Compreender as teorias sobre o contrato social nos pensamentos de Hobbes, Locke e Rousseau,
comparando suas visões sobre a natureza humana e o papel do Estado;
Invesgar as contribuições do empirismo e do racionalismo para a epistemologia e a ciência
moderna, reconhecendo a importância da dúvida e do método cienco;
Propor a análise críca das ideias losócas e sua aplicação para questões da experiência codiana,
fomentando a reexão sobre temas como a liberdade, a moral e a políca;
Idencar as contribuições do Iluminismo para a formação dos ideais modernos de razão, liberdade
e jusça, relacionando esses princípios com os desaos e as perspecvas da sociedade atual;
Compreender os conceitos de autonomia, imperavo categórico e a importância da razão críca,
relacionando-os com a necessidade de responsabilidade éca e moral na contemporaneidade;
Discur a concepção dialéca da história em Hegel e como ela contribui para a compreensão das
mudanças e contradições sociais, culturais e polícas ao longo do tempo;
Analisar a críca marxista da ideologia, relacionando-a com a compreensão de estruturas de poder e
desigualdade social, e promovendo reexões sobre os desaos econômicos e sociais no mundo
atual;
Estudar as crícas ao racionalismo e relacioná-las com a noção de inconsciente, vontade e niilismo,
debatendo as implicações dessas ideias para a construção de valores e signicados na vida humana;
Compreender a importância da interpretação e do contexto na construção de sendo e
conhecimento, promovendo reexões sobre como esses princípios podem ser aplicados à
compreensão de textos e discursos no dia a dia;
Analisar temas e problemas centrais, como a críca à racionalidade técnica, a éca, a liberdade e a
autonomia, relacionando-os com desaos sociais e culturais contemporâneos;
Idencar as principais ideias do existencialismo e relacioná-las com questões de liberdade,
responsabilidade e construção da idendade individual no contexto atual;
Discur as ideias centrais dos pensadores da Escola de Frankfurt sobre sociedade, cultura de massa e
alienação, promovendo a reexão sobre o papel da losoa e da críca cultural na atualidade;
Compreender a contribuição de Wigenstein para a losoa da linguagem, discundo a relação
entre linguagem e realidade e como essa relação inuencia o entendimento do mundo e a
comunicação;
Estudar os conceitos de poder, liberdade e totalitarismo em Arendt, relacionando-os com o contexto
social e políco atual e com a importância da responsabilidade cívica e da democracia;
Discur as ideias de Bauman sobre a uidez das relações e das instuições contemporâneas,
reendo sobre como essas caracteríscas impactam as relações sociais, a idendade e o bem-estar.
BIBLIOGRAFIA
ALMEIDA, Antônio Charles Sanago. Filosoa políca. Curiba: InterSaberes, 2015.
ANTISERI, D; REALE, G. História da FilosoaFilosoa Anga Pagã. São Paulo: Paulus, 2003.
REALE, Giovanni. História da Filosoa – Do Humanismo a Descartes. São Paulo: Paulus, 2004.
REALE, Giovanni. História da Filosoa – De Freud à atualidade. São Paulo: Paulus, 2006.
REALE, Giovanni. História da Filosoa – Patrísca e Escolásca. São Paulo: Paulus, 2003.
REALE, Giovanni. História da Filosoa – De Spinoza a Kant. São Paulo: Paulus, 2005.
REALE, Giovanni. História da Filosoa – De Nietzsche à Escola de Frankfurt. São Paulo: Paulus, 2006.
REALE, Giovanni. História da Filosoa – Do Romansmo ao Empiriocricismo. São Paulo: Paulus,
2005.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à Filosoa.
São Paulo: Moderna, 2016.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
CHAUI, Marilena. Iniciação à Filosoa. São Paulo: Áca, 2021.
COTRIM, Gilberto; FERNANDES, Mirna. Fundamentos de Filosoa. São Paulo: Saraiva, 2016. 4.ed.
FARIA, Adriano Antônio. Filsoa da religião. Curiba: InterSaberes, 2017.
JUNIOR, Antônio Djalma Braga; LOPES, Luís Fernando. Introdução à losoa anga. Curiba:
InterSaberes, 2015.
MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da Filosoa: dos pré-socrácos a Wigenstein. Rio de
Janeiro: Zahar, 2007
MONTEIRO, Ivan Luiz. História da Filosoa contemporânea. Curiba: InterSaberes, 2015.
NAUROSKI, Everson Araújo. Entre a fé e a razão: Deus, o mundo e o homem na losoa medieval.
Curiba: InterSaberes, 2017.
COMPONENTE CURRICULAR: Geograa
CH TOTAL: 158h
EMENTA (CONTEÚDO)
A produção do espaço ao longo do tempo; Cartograa e representação do espaço; Estrutura
geológica e formas do relevo; Domínios morfoclimácos e togeográcos; Fenômenos
atmosféricos globais e interferências antrópicas; Bacias hidrográcas e questão energéca;
Legislação ambiental e impactos urbanos e rurais no Brasil; Globalização e comércio
internacional. Blocos regionais. Importância, distribuição e organização industrial no Brasil e no
mundo. O desenvolvimento humano. Índice de Desenvolvimento Humano; Ordem internacional
e conitos armados; Energia e Meio Ambiente; População; O espaço urbano e o processo de
urbanização; O espaço rural e produção agropecuária.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Compreender a transformação do espaço ao longo do tempo por meio dos conceitos básicos da
ciência geográca;
Aplicar os princípios da cartograa no codiano, compreender os movimentos da Terra e as
estações do ano e conhecer a importância das tecnologias modernas no monitoramento do
espaço;
Conhecer a evolução e o funcionamento atual da dinâmica interna da Terra e a modelagem da
supercie terrestre;
Analisar a distribuição espacial dos padrões climácos e togeográcos e compreender os
impactos antrópicos sobre o ambiente natural;
Entender o funcionamento de fenômenos atmosféricos naturais, os impactos das ações
humanas e os acordos em defesa do meio ambiente;
Discur a problemáca da degradação da água na atualidade, os limites e desaos para a
conservação e o aproveitamento das bacias hidrográcas brasileiras e a importância da
implantação de fontes alternavas de geração de energia;
Analisar a evolução da legislação ambiental brasileira, os principais problemas urbanos e rurais
relavos ao uso e ocupação do solo, bem como os impasses na construção da sustentabilidade.
Compreender a evolução do processo de globalização;
Idencar mudanças nas relações polícas e econômicas internacionais;
Analisar as formas de expansão do Capitalismo;
Entender a organização da conexão mundial em uxos;
Compreender a estrutura do comércio e dos serviços no mundo contemporâneo;
Conhecer os principais blocos econômicos regionais;
Classicar os setores da economia;
Analisar a organização da produção industrial mundial e brasileira;
Conhecer o contexto histórico, geográco econômico e políco da produção industrial no Brasil
e no mundo;
Entender as diferentes classicações dos países quanto ao seu desenvolvimento;
Analisar os países a parr do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH);
Conhecer os índices envolvidos no cálculo do IDH;
Realizar uma análise críca do IDH;
Comparar o IDH de diferentes países com suas respecvas realidades;
Entender o que é a corrupção e as suas consequências;
Conhecer a classicação dos países a parr do Índice de Percepção da Corrupção;
Compreender as transformações recentes na ordem mundial analisando o m da Guerra Fria, o
papel da globalização e o surgimento ou fortalecimento de novos atores geopolícos no mundo
contemporâneo;
Compreender a importância social, econômica e ambiental do setor energéco, bem como da
organização da matriz enerca e sua composição pelas fontes ulizadas;
Compreender os principais fenômenos demográcos contemporâneos e analisar as
transformações da estrutura etária brasileira;
Compreender o fenômeno da urbanização considerando as noções de rede e hierarquia urbana,
o processo de metropolização e os principais problemas sociais urbanos;
Associar a diversidade de sistemas agrícolas à heterogeneidade das condições naturais,
históricas e socioeconômicas das diversas regiões do planeta;
Compreender a atual concentração da estrutura fundiária, a espacialização dos pos de culvo e
os graus diferenciados de modernização como consequências das condições históricas e do
papel do Estado.
BIBLIOGRAFIA
AB'SABER, Aziz N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagíscas. 7ª ed. Coa:
Ateliê, 2012.
AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os Trópicos. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2015.
BRAIK, Patrícia Ramos; MOTA, Myriam Becho; TERRA, Lygia et al. Moderna Plus: Ciências
Humanas e Sociais Aplicadas. 1ª ed. São Paulo: Moderna, 2020. Vários autores. Obra em 6 v.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2018.
CAMARANO, Ana Amélia (org.). Novo regime demográco: uma nova relação entre população e
desenvolvimento? Rio de Janeiro: Ipea, 2014.
COSTA, Wanderley Messias da. Geograa Políca e Geopolíca: Discursos sobre o Território e o
Poder. 2 ed. São Paulo: Edusp, 2020.
CONTI, José Bueno. Clima e Meio Ambiente. 7ª ed. São Paulo: Atual, 2011.
COTRIM, Gilberto; DA SILVA, Angela Corrêa; LOZANO, Ruy et al. Conexões - Ciências Humanas e
Sociais Aplicadas. 1ª ed. São Paulo: Moderna, 2020.
FERRI, Mário Guimarães. Vegetação brasileira. 1ª ed. Belo Horizonte: Itaaia, 1980.
FITZ, Paulo Roberto. Cartograa Básica. São Paulo: Ocina de Textos: 2008.
GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Bapsta da (Orgs.). Impactos ambientais
urbanos no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
IBGE. Atlas Geográco Escolar. 7ª ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2018.
LUCCI, ElianAlabi; BRANCO, Anselmo Lazaro; MENDONÇA, Cláudio. Território e Sociedade no
Mundo Globalizado. 3 ed. São Paulo: Saraiva, 2017. Vol. 3.
MORAES, Antonio Carlos Robert. Geograa: pequena história críca. 19ª ed. São Paulo:
Annablume, 2007.
MOREIRA, João Carlos; SENE, Eustáquio de. Espaço geográco e globalização. 3 ed. São Paulo:
Editora Scipione, 2017.
ROSS, Jurandyr L. Sanches (org.). Geograa do Brasil. 6 ed. São Paulo: Edusp, 2019.
TEIXEIRA, Wilson et al. Decifrando a Terra. 2ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009.
COMPONENTE CURRICULAR: História
CH TOTAL: 184h
EMENTA (CONTEÚDO)
A história antes da escrita e os povos da anguidade; A cristandade medieval em conito com o
Islã; O nascimento do mundo moderno; Sociedades coloniais na era do mercanlismo; Guerra e
paz; Colapso do absolusmo e do mercanlismo; No tempo das indústrias; Américas
independentes; Expansão do mundo burguês; Revoluções e guerras; Guerra fria, guerras
quentes; Rumo ao novo milênio.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Compreender os acontecimentos sociais, polícos, econômicos e culturais do presente, a parr
da análise dos fatos do passado, situando-se projevamente face ao futuro e reconhecendo-se
como cidadão capaz de transformar a realidade através da parcipação consciente e efeva na
sociedade;
Posicionar-se cricamente dentro do ambiente social, a parr das próprias vivências associadas
aos conhecimentos adquiridos, de forma a ter condições de reconhecer-se como agente social e,
como tal, atuar no sendo de preservar os valores humanos posivos, rejeitando e procurando
suplantar os negavos;
Analisar cricamente, no estudo da História, da Filosoa, da Sociologia e da Arte, conceitos,
ideias, acontecimentos e personagens que, ao longo do tempo, moldaram o caráter mundial e
nacional e contribuíram, de forma decisiva, para a formação da civilização ocidental e do povo
brasileiro;
Familiarizar-se com todo o instrumental (textos, mapas, fotograas, grácos, desenhos, gravuras,
plantas, linhas de tempo, lmes, etc.) que lhe permirá trabalhar as dimensões concreta e
abstrata do espaço e do tempo;
Possibilitar o raciocínio críco e associavo, a compreensão dos processos históricos de modo
abrangente e o entendimento da estruturação das diferentes sociedades em todas as suas
dinâmicas e dimensões;
Destacar valores fundamentais ao interesse social, o respeito ao bem comum e à ordem
democráca, ressaltando a importância da moral e da éca para a vida em sociedade;
Preservar as diversas manifestações da arte – em suas múlplas linguagens –ulizadas por
diferentes grupos sociais e étnicos, interagindo com o patrimônio nacional e internacional, que
se deve conhecer e compreender em sua dimensão sócio-histórica;
Compreender que o estudo da História, acrescido de conceitos losócos e sociológicos, é de
fundamental importância para a formação do prossional militar;
Valorizar o conhecimento da História, em especial do Brasil e da América, assimilando que ela se
reveste de elevado valor estratégico para o Ocial da Força Aérea Brasileira;
Compreender a importância da cultura africana na formação da sociedade brasileira, através do
resgate da história dos povos africanos.
BIBLIOGRAFIA
BRAIK, Patrícia Ramos; MOTA, Myriam Becho; TERRA, Lygia et al. Moderna Plus: Ciências
Humanas e Sociais Aplicadas. 1ª ed. São Paulo: Moderna, 2020. Vários autores. Obra em 6 v.
BRAIK, Patrícia Ramos; MOTA, Myriam Becho. História das cavernas ao terceiro milênio. São
Paulo: Editora Moderna, 2016.
MARQUES, ADHEMAR, BERUTTI, FLÁVIO. Caminhos do Homem. Curiba: Base Editorial, 2013.
COMPONENTE CURRICULAR: Sociologia
CH TOTAL: 79h
EMENTA (CONTEÚDO)
Introdução à imaginação Sociológica; as correntes do pensamento antropológico (Antropologia
evoluva, Antropologia Culturalista, Antropologia Funcionalista e Antropologia Estruturalista).
Cultura e Etnocentrismo; Cultura e Ideologia (Cultura popular, Cultura erudita e Cultura de
Massa). Escola de Frankfurt e Indústria Cultural;
Introdução a Sociologia; Contexto de surgimento da disciplina e a inuência do Posivismo de
Auguste Comte; Sociologia Clássica: Durkheim, Weber e Marx; O trabalho e a Sociologia Clássica
(Fordismo, Taylorismo, Toyosmo e Neoliberalismo); Políca e Poder; Estado e Governo;
Movimentos Sociais; Sociologia do Desvio (Teorias biológicas e psicológicas; Funcionalismo,
Interacionismo Simbólico, Teorias do Controle e Sociedade Disciplinar); Formação do
Pensamento Sociológico brasileiro (Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Hollanda, Caio Prado
Júnior, Darcy Ribeiro e Florestan Fernandes); Teorias do Desenvolvimento Capitalista; A
problemáca socioambiental; Tecnologia e Sociedade; A guerra no século XXI.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Compreender o conceito de imaginação sociológica e sua importância na análise das relações
entre indivíduos e estruturas sociais e idencar exemplos prácos de aplicação da imaginação
sociológica em situações do codiano.
Disnguir as principais escolas da antropologia e analisar os pressupostos teóricos e
metodológicos que fundamentam cada corrente.
Denir os conceitos de cultura e etnocentrismo e discur suas implicações sociais além de
avaliar os impactos do etnocentrismo nas relações interculturais e no entendimento da
diversidade cultural.
Diferenciar as categorias de cultura popular, erudita e de massa, destacando suas caracteríscas
principais.
Compreender os fundamentos teóricos da Escola de Frankfurt e suas crícas à sociedade
contemporânea.
Explicar o conceito de Indústria Cultural e idencar seus efeitos na produção e consumo
cultural.
Contextualizar o surgimento da Sociologia como disciplina cienca, destacando o papel do
posivismo de Auguste Comte.
Explicar as principais contribuições de Émile Durkheim, Max Weber e Karl Marx para a Sociologia
e relacionar as teorias desses autores aos fenômenos sociais contemporâneos.
Comparar os modelos de organização do trabalho (Fordismo, Taylorismo, Toyosmo) e o impacto
do neoliberalismo na estrutura laboral.
Idencar os conceitos centrais de políca, poder, Estado e governo.
Compreender a teoria da triparção dos poderes e a condição jurídico políca do arranjo
instucional brasileiro pós Constuição de 1988
Compreender a teoria dos movimentos sociais e discur seus papeis na transformação social.
Explicar as teorias biológicas, psicológicas e sociológicas do desvio, como o funcionalismo,
interacionismo simbólico, teorias do controle e sociedade disciplinar.
Avaliar as contribuições dessas teorias para o entendimento das normas e desvios sociais.
Reconhecer as contribuições de Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, Caio Prado Júnior,
Darcy Ribeiro e Florestan Fernandes para a Sociologia no Brasil.
Analisar como esses autores interpretaram a formação social e cultural brasileira.
Idencar as principais teorias sobre o desenvolvimento capitalista e seus impactos nas
desigualdades sociais.
Relacionar essas teorias com os desaos contemporâneos do capitalismo.
Discur os principais problemas socioambientais contemporâneos e suas implicações sociais,
econômicas e polícas.
Avaliar o papel das sociedades e dos Estados na busca por soluções sustenveis.
Analisar a relação entre tecnologia e transformação social.
Compreender os impactos da tecnologia nas relações de trabalho, comunicação e cultura.
Idencar as caracteríscas dos conitos contemporâneos, destacando aspectos econômicos,
polícos e culturais.
BIBLIOGRAFIA
AMORIM, Henrique; BARROS, Celso Rocha de; MACHADO, Igor José de Reno. Sociologia Hoje.
São Paulo: Áca. 2013.
COSTA, Maria Crisna Caslho. Sociologia – Introdução à ciência da sociedade 3. ed. São Paulo:
Moderna, 2009.
LAKATOS, Eva Maria. Introdução à Sociologia. São Paulo: Atlas, 1997.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. Editora Schwarcz-Companhia das
Letras, 1986.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1988.
OLIVEIRA, Luiz F; COSTA, Ricardo C. Sociologia para jovens do século XXI: manual do professor -
4. ed. - Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2016.
SILVA, Afrânio et al. Sociologia em movimento. São Paulo: Moderna, 2013.
Formação Geral Básica
ÁREA DO CONHECIMENTO: Ciências da Natureza
COMPONENTES CURRICULARES: Biologia, Química e Física.
COMPETÊNCIAS
CNT1 - Analisar fenômenos naturais e processos tecnológicos, com base nas interações e
relações entre matéria e energia, para propor ações individuais e colevas que aperfeiçoem
processos produvos, minimizem impactos socioambientais e melhorem as condições de vida
em âmbito local, regional e global.
CNT2 - Analisar e ulizar interpretações sobre a dinâmica da Vida, da Terra e do Cosmos para
elaborar argumentos, realizar previsões sobre o funcionamento e a evolução dos seres vivos e
do Universo, e fundamentar e defender decisões écas e responsáveis.
CNT3 - Invesgar situações-problema e avaliar aplicações do conhecimento cienco e
tecnológico e suas implicações no mundo, ulizando procedimentos e linguagens próprios das
Ciências da Natureza, para propor soluções que considerem demandas locais, regionais e/ou
globais, e comunicar suas descobertas e conclusões a públicos variados, em diversos contextos e
por meio de diferentes mídias e tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC).
COMPONENTE CURRICULAR: Biologia
CH TOTAL: 184h
EMENTA (CONTEÚDO)
Citologia; Histologia; Imunologia; Grupos de seres vivos mais simples (micro-organismos);
História das origens da vida; Reprodução e desenvolvimento embrionário (Embriologia);
Zoologia; Botânica; Anatomia Humana; Fisiologia Humana; Metabolismo Celular; Genéca;
Biotecnologia; Evolução; Ecologia; Educação Ambiental; e Uso e abuso de drogas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) descrever a estrutura e o papel de cada uma das organelas celulares; b) caracterizar os
componentes orgânicos e inorgânicos da célula; c) manipular o material de laboratório; d)
relatar as experiências em laboratório; e) avaliar a importância da relação de dependência
existente entre os seres vivos; f) idencar as inter-relações entre qualidade de vida e saúde; g)
classicar os seres vivos em seus respecvos reinos e los; h) descrever as funções
desempenhadas pelos tecidos animais; i) idencar os diversos meios de prevenção das
principais doenças; j) idencar informações relavas à educação sexual; k) explicar a anatomia
e siologia dos diversos órgãos e sistemas dos seres vivos; l) explicar a hereditariedade segundo
as leis de Mendel; m) resolver problemas de probabilidade e poli-hibridismo, fazendo cálculos;
n) analisar as diversas teorias sobre a evolução dos seres vivos; o) diferenciar estruturas
análogas de homólogas como evidências evoluvas; p) calcular frequência gênica em
populações;
q) diferenciar isolamento geográco de isolamento reproduvo; r) interpretar árvores
logenécas; s) analisar as consequências advindas do uso e abuso de drogas; e t) valorizar o
estudo da Biologia como fator importante para o desenvolvimento de avidades da vida
prossional e de convivência global.
BIBLIOGRAFIA
AMABIS, J. M.; MARTHO, G.R; FERRARO, N.G; PENTEADO, P.C.M; TORRES, C.M.A; SOARES, J.;
CANTO, E.L.; LEITE, L.C.C. Moderna Plus – Ciências da Natureza e suas Tecnologias. São Paulo: Ed.
Moderna, 2020.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
CAMPBELL, N.; REECE, J. B.; URRY, L. A.; CAIN, M. L.; WASSERMAN, S. A.; MINORSKY, P. V.;
JACKSON, R. B. Biologia. Porto Alegre: Ed. Artmed, 8ed. 2010.
FUKUI, A.; NERY, A. L. P.; CARVALHO, E.G.; AGUILAR, J. B.; LIEGEL, R. M.; AOKI, V. L. M. Ser
Protagonista. Ciências da Natureza e suas Tecnologias. São Paulo: Ed. SM Educação, 2020.
LOPES, SÔNIA; ROSSO, SÉRGIO. Ciências da natureza editora responsável Maíra Rosa Carnevalle.
-- 1. ed. -- São Paulo: Ed. Moderna, 2020.
PEREIRA, S.G.; FONSECA, G.A.G., FELIZ, G. P., et. al. Manual de aulas prácas de ensino de
ciências e biologia. João Pinheiro: Faculdade João Pinheiro., 2015.
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia Vegetal (7ª Ed). Editora Guanabara, Koogan,
São Paulo, 2007.
THOMPSON, M.; REIS, H.; RIOS, E. P.; SANT’ANA, B.; SPINELLI, W.; NOVAIS, V.L.; ANTUNES, M.T.
Conexões – Ciências da Natureza e suas Tecnologias: São Paulo: Ed. Moderna, 2020.
COMPONENTE CURRICULAR: Física
CH TOTAL: 315h
EMENTA (CONTEÚDO)
O Conhecimento Cienco e as Ciências da Natureza; Laboratório de Física; Cinemáca Escalar e
Vetorial; Dinâmica; Estáca; Termologia; Termodinâmica; Ondulatória; Ópca Geométrica;
Eletrostáca; Eletrodinâmica; Eletromagnesmo; Física Moderna.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Analisar e representar, com ou sem o uso de disposivos e de aplicavos digitais, as
transformações, as conservações e as variações em sistemas que envolvam quandade de
matéria, de energia mecânica e de movimento, analisando seu caráter dimensional, vetorial e
escalar, para realizar previsões sobre seus comportamentos com o uso de simuladores e/ou
experimentos que abordem situações codianas e, em processos produvos, que priorizem o
desenvolvimento sustentável. b) Elaborar explicações, previsões e cálculos a respeito dos
movimentos de objetos na Terra (tais como lançamentos oblíquos e movimentos vercais), no
Sistema Solar (avaliando as Leis de Kepler e da gravitação universal) e no Universo com base na
análise das interações gravitacionais da mecânica e da relavidade, com ou sem o uso de
disposivos e aplicavos digitais (como sowares de simulação e de realidade virtual, entre
outros), maquetes e/ou experimentos. c) Delimitar um problema e suas variáveis (podendo
envolver projetos), elaborando hipóteses, realizando experimentos, avaliando dados, validando
ou não os pressupostos no enfrentamento das demandas que envolvam a temáca Matéria e
Energia sob a perspecva cienca. d) Estudar o uso de equipamentos de segurança no trânsito,
no lazer, no trabalho e em avidades doméscas com intuito de eliminar riscos e redução de
danos em acidentes ulizando conhecimentos sobre Conservação da quandade de movimento
e de energia. e) Interpretar textos de divulgação cienca que tratam da temáca Matéria e
Energia, disponíveis em diferentes mídias, considerando a apresentação dos dados, tanto na
forma de texto como em equações, grácos e/ou tabelas, a consistência dos argumentos e a
coerência das conclusões buscando validar as fontes seguras de informações. f) Coletar e
interpretar resultados/dados e realizar previsões sobre avidades experimentais, fenômenos
naturais e processos tecnológicos, com base nas noções de probabilidade e incerteza (baseado
na teoria dos algarismos signicavos), reconhecendo os limites explicavos das ciências e
explorando possibilidades de novas teorias. g) Invesgar e discur o uso indevido de
conhecimentos sobre o tema Matéria e Energia na juscava de processos de discriminação,
segregação e privação de direitos individuais e colevos, em diferentes contextos sociais e
históricos, para promover a equidade e o respeito à diversidade. h) Realizar previsões, avaliar
intervenções e/ou construir protópos de sistemas térmicos que visem discur os conceitos de
calor, temperatura, sensação térmica, equilíbrio térmico e transmissão de calor, observando sua
composição e os efeitos das variáveis próprias, considerando o uso de tecnologias digitais e/ou
sensores que auxiliem no cálculo de esmavas e no apoio à construção dos protópos e/ou
experimentos, visando aplicações codianas. i) Analisar as propriedades termodinâmicas e
eletromagnécas para avaliar a adequação de seu uso em diferentes aplicações (industriais,
codianas, arquitetônicas e tecnológicas) e/ ou propor soluções seguras e sustentáveis,
considerando seu contexto local e codiano. j) Mobilizar o conhecimento sobre as ondas
eletromagnécas (tal como a luz visível) e as ondas mecânicas (tal como as ondas sonoras),
aplicadas às suas formas de geração, de transmissão, de manifestação na natureza e interação
com meios materiais e no vácuo - para avaliar, com ou sem o uso de experimentos, as
potencialidades e os riscos de seu emprego em equipamentos de uso codiano - e das formas
de proteção, na saúde, no ambiente, na indústria, na agricultura e na geração de energia
elétrica. k) Realizar previsões qualitavas e quantavas sobre potência elétrica, resistências,
tensão, corrente elétrica, capacitância, o funcionamento e aplicações de geradores e receptores
elétricos e seus componentes (como bobinas e indutores), ulizando a simbologia de cada um
no funcionamento de transformadores e disposivos eletrônicos (como sensores), com base na
análise dos processos de transformação, condução, consumo, armazenamento e eciência da
energia elétrica – com ou sem o uso de disposivos e aplicavos digitais e/ou experimentos –,
para propor ações que visem a sustentabilidade. l) Avaliar, com ou sem o uso de disposivos,
aplicavos digitais e/ou experimentos, tecnologias e possíveis soluções para as demandas que
envolvem as diferentes transformações, o transporte, a distribuição e o consumo de energia
elétrica, considerando a disponibilidade de recursos e o tempo de renovação, a eciência
energéca, a relação custo/benecio, as caracteríscas geográcas e ambientais, a produção de
resíduos e os impactos socioambientais e culturais. m) Discur modelos, teorias e leis propostos
em diferentes épocas e culturas para comparar disntas explicações sobre o surgimento e a
evolução da Terra e do Universo com as teorias ciencas aceitas atualmente, valorizando as
diversas contribuições repassadas através das diferentes gerações para a preservação do
conhecimento.
BIBLIOGRAFIA
HELOU, D.; GUALTER, J. B.; NEWTON, V. B. Tópicos de Física. 21ª edição, Vol. 1. São Paulo: Editora
Saraiva, 2018; 19ª edição, Vol. 2. São Paulo: Editora Saraiva, 2012; 18ª edição, Vol. 3. São Paulo:
Editora Saraiva, 2012.
AMABIS, J. M.; MARTHO, G.R; FERRARO, N.G; PENTEADO, P.C.M; TORRES, C.M.A; SOARES, J.;
CANTO, E.L.; LEITE, L.C.C. Moderna Plus – Ciências da Natureza e suas Tecnologias. São Paulo: Ed.
Moderna, 2020.
PIACENTINI, J.J., GRANDI, B.C.S., et.al. Introdução ao Laboratório de Física. Florianópolis: Editora
UFSC, 2012.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
RAMALHO, F.; NICOLAU, G. F.; TOLEDO, P. A. Os Fundamentos da Física. 11ª edição, Vol. 1, 2 e 3.
São Paulo: Editora Moderna, 2015.
MÁXIMO, A.; ALVARENGA, B. Física: contexto e aplicações (Ensino Médio). 2ª edição, Vol. 1, 2 e
3. São Paulo: Scipione, 2016.
ALBERTO, G. Compreendendo a Física. 3ª edição, Vol. 1, 2 e 3. São Paulo: Áca, 2016.
COMPONENTE CURRICULAR: Química
CH TOTAL: 237h
EMENTA (CONTEÚDO)
Propriedades sicas; Separação de misturas, Estrutura Atômica; Classicação Periódica; Ligações
Químicas; Funções Químicas Inorgânicas; Reações Químicas; Cálculo Químico; Soluções;
Termoquímica; Cinéca química; Eletroquímica; Equilíbrio químico; Radioavidade;
Propriedades coligavas; Fundamentos da Química Orgânica; Hidrocarbonetos; Funções
orgânicas; Propriedades sicas de compostos orgânicos; Isomeria; Reações orgânicas; Polímeros.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) compreender e diferenciar substâncias simples e compostas; b) compreender e classicar os
fenômenos químicos e sicos; c) compreender a evolução histórica dos diferentes modelos
atômicos; d) compreender os princípios sob os quais está estruturada a organização da atual
tabela de classicação periódica dos elementos químicos; e) conceituar e classicar as ligações
químicas em: iônicas, covalentes e metálicas; f)idencar, formular e nomear ácidos, bases, sais
e óxidos; g) compreender o conceito de reação química, reagentes, produtos e equações
químicas; h) denir, diferenciar e aplicar os conceitos de unidade de massa atômica, massa
molecular e massa molar; i) relacionar quantavamente soluto e solvente para expressar a
concentração das soluções; j) abordar as propriedades coligavas de forma qualitava; k)
compreender aspectos termoquímicos das transformações químicas; l) compreender a
velocidade das reações reconhecendo os fatores que inuenciam a rapidez das mesmas; m)
compreender aspectos do equilíbrio das transformações químicas; n) compreender a
radioavidade e seus efeitos; o) perceber a evolução da química orgânica por meio dos
procedimentos de sínteses e análises, os quais impulsionaram seu desenvolvimento; p) denir,
formular, nomear e classicar os hidrocarbonetos e suas subclasses; q) idencar, denir e
nomear as diferentes funções orgânicas; r) denir e compreender o que é isomeria; s)
compreender o conceito de reação química orgânica; t) denir e compreender o que é polímero.
BIBLIOGRAFIA
AMABIS, J. M.; MARTHO, G.R; FERRARO, N.G; PENTEADO, P.C.M; TORRES, C.M.A; SOARES, J.;
CANTO, E.L.; LEITE, L.C.C. Moderna Plus – Ciências da Natureza e suas Tecnologias. São Paulo: Ed.
Moderna, 2020.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
FELTRE, Ricardo. Fundamentos de Química: vol. único. 4ª.ed. São Paulo: Moderna, 2005. 700 p.
PASSOS, B. F. T.; SIEBALD H. G. L. Química Geral Experimental. Belo Horizonte. Ed. UFMG, 2007.
PERUZZO. F.M.; CANTO. E.L., Química na abordagem do codiano, volume 1, 4ª edição, ed
moderna, São Paulo, 2006
USBERCO, João; Salvador, Edgard. Química Geral. 12ª.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 480 p.
ITINERÁRIOS FORMATIVOS
OBJETIVOS GERAIS DOS ITINERÁRIOS FORMATIVOS
1 - Aprofundar as aprendizagens relacionadas às competências gerais, às Áreas de
Conhecimento e/ou à Formação Técnica e Prossional.
2 - Consolidar a formação integral dos estudantes, desenvolvendo a autonomia necessária para
que realizem seus projetos de vida.
3 - Promover a incorporão de valores universais, como éca, liberdade, democracia, jusça
social, pluralidade, solidariedade e sustentabilidade.
4 - Desenvolver habilidades que permitam aos estudantes ter uma visão de mundo ampla e
heterogênea, tomar decisões e agir nas mais diversas situações, seja na escola, seja no trabalho,
seja na vida.
ÁREA DO CONHECIMENTO: Linguagens e suas tecnologias
UNIDADE CURRICULAR: Aprofundamento em Linguagens e suas Tecnologias
MACROTEMA NORTEADOR: Mul Linguagens, mídias e suportes.
COMPONENTES CURRICULARES: Artes, Língua Portuguesa, Língua Inglesa.
CH TOTAL: 26h
COMPETÊNCIAS
CLGG1 - Compreender o funcionamento das diferentes linguagens e prácas culturais (arscas,
corporais e verbais) e mobilizar esses conhecimentos na recepção e produção de discursos nos
diferentes campos de atuação social e nas diversas mídias, para ampliar as formas de
parcipação social, o entendimento e as possibilidades de explicação e interpretação críca da
realidade e para connuar aprendendo.
CLGG2 - Compreender os processos identários, conitos e relações de poder que permeiam as
prácas sociais de linguagem, respeitando as diversidades e a pluralidade de ideias e posições, e
atuar socialmente com base em princípios e valores assentados na democracia, na igualdade e
nos Direitos Humanos, exercitando o autoconhecimento, a empaa, o diálogo, a resolução de
conitos e a cooperação, e combatendo preconceitos de qualquer natureza.
CLGG3 - Ulizar diferentes linguagens (arscas, corporais e verbais) para exercer, com
autonomia e colaboração, protagonismo e autoria na vida pessoal e coleva, de forma críca,
criava, éca e solidária, defendendo pontos de vista que respeitem o outro e promovam os
Direitos Humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável, em âmbito local,
regional e global.
CLGG4 – Compreender as línguas como fenômeno (geo) políco, histórico, social, variável,
heterogêneo e sensível aos conteúdos de uso, reconhecendo-as e vivenciando-as como formas
de expressões identárias, pessoais e colevas, bem como respeitando as variedades linguíscas
e agindo no enfrentamento de preconceitos de qualquer natureza.
CLGG6 - Apreciar estecamente as mais diversas produções arscas e culturais, considerando
suas caracteríscas locais, regionais e globais, e mobilizar seus conhecimentos sobre as
linguagens arscas para dar signicado e (re)construir produções autorais individuais e
colevas, exercendo protagonismo de maneira críca e criava, com respeito à diversidade de
saberes, idendades e culturas.
CLGG7 - Mobilizar prácas de linguagem no universo digital, considerando as dimensões
técnicas, crícas, criavas, écas e estécas, para expandir as formas de produzir sendos, de
engajar-se em prácas autorais e colevas, e de aprender a aprender nos campos da ciência,
cultura, trabalho, informação e vida pessoal e coleva.
EMENTA (CONTEÚDO)
Leitura, análise e produção de conteúdos, de forma individual ou coleva, nos mais variados
suportes e signos.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Aprofundar e ampliar o desenvolvimento dos processos de criação e materialidades,
atendendo aos domínios criação, críca, fruição, estesia e reexão; b) Aprofundar e ampliar a
formação do leitor críco nas mullinguagens; c) Aprofundar e aprimorar a ulização de ideias e
opiniões de forma coerente, críca e criava para a produção de diferentes pos de textos; d)
Aprofundar e aprimorar o uso da Língua Inglesa para expor pontos de vista, argumentos, contra-
argumentos, considerando o contexto e os recursos linguíscos voltados para a ecácia da
comunicação.
BIBLIOGRAFIA
AUMONT, Jacques. A imagem. Campinas: Papirus, 1993.
BEZERRA, Benedito Gomes. Gêneros no contexto brasileiro: questões (meta)teóricas e
conceituais. São Paulo: Parábola Editorial, 2017.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base Nacional Comum
Curricular. Versão nal. Brasília: MEC, 2018.
BRAIT, B. (Org.) Bakhn, dialogismo e construção do sendo. Campinas: Editora da Unicamp,
1997. 385p.
COSTA. Sérgio Roberto. A construção de "tulos" em gêneros diversos: um processo discursivo
polifônico e plurissêmico. In. A Práca da Linguagem em Sala de Aula: Pracando os PCN's.
Campinas: Mercado de Letras, 2000.
DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Marns Fontes, 2003
GOMBRICH, E. H. Arte e ilusão: um estudo da psicologia da representação pictórica. São Paulo:
Marns Fontes, 1995.
JOLY, Marne. Introdução à análise da imagem. Lisboa: Ed. 70, 2007.
MANGUEL, Alberto. Uma história da leitura. Trad. Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das
Letras, 1997.
MANGUEL, Alberto. Lendo imagens: uma história de amor e ódio. Trad. Rubens Figueiredo,
Rosaura Eichemberg e Cláudia Strauch. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
MARCUSCHI, Luiz Antônio; XAVIER, Antonio Carlos. Hipertexto e gêneros digitais: novas formas
de construção do sendo. São Paulo: Cortez, 2016.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção Textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo:
Parábola, 2008.
O’DOHERTY, Brian. No interior do cubo branco: a ideologia do espaço na arte. São Paulo: Marns
Fontes, 2019.
OLINTO, Heidrun K.; PORTAS, Danusa D.; SCHOLLHAMMER, Karl E. (org). Linguagens visuais:
literatura, artes, cultura. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio, 2018.
OSTROWER, Fayga. Criavidade e processos de criação. Petrópolis: Vozes, 2014.
OSTROWER, Fayga. Universos da arte. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
PIETROFORTE, Antônio Vicente. Análise do texto visual: a construção da imagem. São Paulo:
Contexto, 2007.
Referenciais curriculares para a elaboração de Inerários Formavos.
ROJO, Roxane. Letramentos múlplos: escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial,
2009.
ROJO, Roxane; BARBOSA, Jaqueline P. Hipermodernidade, mulletramentos e gêneros
discursivos. São Paulo: Parábola Editorial, 2015.
ROJO, Roxane; MOURA, Eduardo. Letramentos, mídias, linguagens. São Paulo: Parábola Editorial,
2019.
SILVA, Adriana Vaz Rossano. Fundamentos da linguagem visual. Curiba: Intersaberes, 2016.
SMITH, Frank. Compreendendo a leitura: uma análise psicolinguísca da leitura e do aprender a
ler. Porto Alegre: Artmed, 1994.
VYGOTSKY, L.S. LURIA, A.R. Leonev, A. N. Linguagem, Desenvolvimento e Aprendizagem. São
Paulo: Ícone, 1989.
VYGOTSKY, L.S. Pensamento e Linguagem. São Paulo, Marns Fontes, 1936.
YUNES, Eliana. (Org) Pensar na leitura: complexidades. Rio de Janeiro: Ed PUC-Rio; São Paulo:
Loyola, 2002
ÁREA DO CONHECIMENTO: Matemáca e suas tecnologias
UNIDADE CURRICULAR: Aprofundamento em Matemáca e suas Tecnologias
COMPONENTES CURRICULARES: Matemáca, Informáca e Desenho
MACROTEMA NORTEADOR: Revisão Matemáca dos ensinos
fundamental e médio com foco na Academia da Força Aérea
CH: 35h
COMPETÊNCIAS
Tomando a Missão da Escola, pretende-se:
− propiciar uma experiência que facilite a transição do ensino de matemáca no ensino médio para a
matemáca de nível superior, em especial para o Cálculo, incenvando a autonomia e a autocríca
no estudo e na superação das diculdades dos alunos, futuros Cadetes da AFA;
− fornecer ao aluno um forte embasamento teórico sobre funções de uma variável real e um
instrumental para resolver problemas que envolvam variação de duas grandezas, sendo uma
dependente da outra, como, por exemplo, taxas relacionadas, maximização e minimização de
funções;
− estudar e compreender os conceitos de limite, connuidade, diferenciação e integração de funções
reais de uma variável real;
− apresentar as primeiras aplicações do cálculo diferencial;
− modelar problemas em linguagem matemáca;
− encontrar máximos e mínimos de funções em uma variável real;
− interpretar grácos; e
− capacitar o aluno a usar os conceitos fundamentais do Cálculo Diferencial e aplicar esses conceitos
na resolução de problemas prácos.
Observação:
Abordar aplicações relacionadas às áreas de Física, Engenharias, Economia, Administração e
Ciências Contábeis, dentre outras.
EMENTA (CONTEÚDO)
Funções; Noções de limite; Introdução às derivadas; aplicação da derivada.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) O objevo especíco desse Inerário é tornar familiar aos alunos os conceitos de limite,
connuidade, diferenciabilidade e integração de funções de uma variável. b) Abordar os conceitos
básicos da matemáca superior visando introduzir os conceitos de limite, derivada e integral. c)
Desenvolver um raciocínio lógico-deduvo. d) Relacionar os conceitos da matemáca básica com a
teoria abordada. e) Demonstrar e aprofundar os conceitos da matemáca básica.
BIBLIOGRAFIA
Básica:
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 1 – Funções de uma variável – LTC Editora
GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. Vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2001
IEZZI G. Fundamentos de Matemáca Elementar. Vol.1, Editora Atual.
IEZZI G. Fundamentos de Matemáca Elementar. Vol.2, Editora Atual.
IEZZI G. Fundamentos de Matemáca Elementar. Vol.8, Editora Atual.
Avançada:
LAGES L. E., Carvalho P.C.P., Wagner E., Morgado A. C. A Matemáca do Ensino Médio Vol. 1, Publicação
SBM.2001.
LEITHOLD, Cálculo com geometria analíca Vol. 1, Harper & Row do Brasil, 1982
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analíca. Vol. 1. São Paulo: Harbra Ltda, 1994.
SIMMONS, G.F. Cálculo com Geometria Analíca. Vol. 1. São Paulo: Makron Books, 1987.
STEWART, J. Cálculo. Vol 1. São Paulo: Thomson Learning, 2006.
MACROTEMA NORTEADOR: Programação e Guerra
Cibernéca na FAB
CH: 79h
COMPETÊNCIAS
CMAT1 Ulizar estratégias, conceitos e procedimentos matemácos para interpretar situações
em diversos contextos, sejam avidades codianas, sejam fatos das Ciências da Natureza e
Humanas, das questões socioeconômicas e tecnológicas, divulgados por diferentes meios, de
modo a contribuir para uma formação geral.
CMAT2 Propor ou parcipar de ações para invesgar desaos do mundo contemporâneo e tomar
decisões écas e socialmente responsáveis, com base na análise de problemas sociais, como os
voltados a situações de saúde, sustentabilidade, das implicações da tecnologia no mundo do
trabalho, entre outros, mobilizando e arculando conceitos, procedimentos e linguagens
próprios da Matemáca.
CMAT3 Ulizar estratégias, conceitos, denições e procedimentos matemácos para interpretar,
construir modelos e resolver problemas em diversos contextos, analisando a plausibilidade dos
resultados e a adequação das soluções propostas, de modo a construir argumentação
consistente.
CMAT4 Compreender e ulizar, com exibilidade e precisão, diferentes registros de
representação matemácos (algébrico, geométrico, estasco, computacional etc.), na busca de
solução e comunicação de resultados de problemas.
EMENTA (CONTEÚDO)
Um breve histórico do desenvolvimento dos computadores; Conceitos básicos de soware e
hardware; Ubuntu básico - Gerenciamento de Arquivos; Algoritmos; Introdução ao Python;
Conceitos de Guerra Cibernéca; Robóca; Editores de Texto e Planilhas Eletrônicas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Entender as bases do desenvolvimento tecnológico que permiu o surgimento dos
computadores. b) Conhecer os fundamentos básicos de funcionamento dos computadores,
diferenciando os componentes de hardware e soware. c) saber usar o sistema operacional
Ubuntu e gerenciar os arquivos gravados em um computador. d) entender os princípios do
pensamento matemáco e do desenvolvimento de algoritmos e uxogramas. e) desenvolver
aplicações usando a linguagem Python. f) saber projetar algoritmos e transformá-los em
programas na linguagem Python usando, variáveis e pos de dados; entrada e saída de dados;
estruturas de decisão; estruturas de repeção; funções com e sem retorno, com e sem
parâmetros; funções recursivas; e vetores e matrizes. g) Entender as bases da Guerra Cibernéca.
h) Empregar medidas de proteção de dados pessoais em ambiente virtual, prossional ou
parcular. i) Operar de acordo com os preceitos de segurança e defesa cibernéca. j) Conhecer os
princípios da robóca. k) Saber construir um protópo simples de aplicação robóca. l) Elaborar
documentos seguindo normas técnicas elementares, e ser capaz de criar planilhas eletrônicas
básicas.
BIBLIOGRAFIA
Conexões – Matemáca e suas tecnologias – Grandeza, Álgebra e Algoritmos – Capítulo 4 – Ed
Moderna.
MACROTEMA: Desenho Geométrico e Técnico
CH TOTAL: 53h
COMPETÊNCIAS
a) Reconhecer as condições necessárias e sucientes para o desenvolvimento de desenhos
regulamentados por normas especícas. b) Construir, ulizando instrumentos de desenho, as guras
geométricas básicas. c) Resolver problemas prácos por meio das construções geométricas
desenvolvidas. d) Interpretar as projeções ortográcas de objetos no 1º diedro, empregando
simbologia correspondente baseadas nas normas técnicas no desenho. e) Construir as projeções
ortográcas, baseadas em perspecvas, para a representação de peças técnicas simples em escalas
diversas.
EMENTA (CONTEÚDO)
Conceitos e condições básicas para o Desenho Geométrico e Técnico; Construções geométricas
básicas; Construções geométricas fundamentais; Desenho Técnico Básico.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Ulizar da organização e precisão desenvolvidas pela disciplina. b) Usar a linguagem gráca
mais elaborada. c) Usar as noções básicas do desenho geométrico. d) Aplicar os conteúdos
adquiridos em diversas situações prácas. e) Demonstrar visão espacial e agilidade nas projeções
ortogonais. f) Compreender a importância da simbologia na representação gráca. g) Valorizar o
desenho técnico para a tecnologia nos seus vários campos de atuação.
BIBLIOGRAFIA
Bongiovanni, ELDER e LUCIANO. Desenho geométrico 2º grau. Áca: São Paulo, s/d.
CARVALHO, Benjamim de A. Desenho geométrico. Rio de Janeiro: Editora ao Livro Técnico, s/d.
Estephanio, Carlos Alberto. Desenho técnico básico. Ao livro técnico, s/d.
GIONGO, Afonso Rocha. Curso de desenho geométrico. São Paulo: Livraria Nobel, 1972.
Marchesi Jr., Isaías. Desenho geométrico. São Paulo: Áca, 1997.
PROVENZA, Francesco. Desenhista de máquinas. São Paulo: Protec, s/d.
PROVENZA, Francesco. Desenho geométrico. São Paulo: Protec, s/d.
Putnoki, José Carlos “Jota”. Elementos de geometria e desenho geométrico. São Paulo: Scipione,
1989.
VIRGÍLIO, Ataíde de Pinheiro. Noções de Geometria descriva. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
1962.
Materiais produzidos pela equipe de Desenho da EPCAR.
Internet – sites relacionados.
ÁREA DO CONHECIMENTO: Ciências Humanas e suas tecnologias
UNIDADE CURRICULAR: Aprofundamento em Ciências Humanas e Sociais Aplicadas
COMPONENTES CURRICULARES: Filosoa, Geograa, História e Sociologia.
MACROTEMA NORTEADOR: Natureza, Sociedade e
Transformação
CH: 26h
COMPETÊNCIAS
CHS1 - Analisar processos polícos, econômicos, sociais, ambientais e culturais nos âmbitos local,
regional, nacional e mundial em diferentes tempos, a parr da pluralidade de procedimentos
epistemológicos, ciencos e tecnológicos, de modo a compreender e posicionar-se cricamente
em relação a eles, considerando diferentes pontos de vista e tomando decisões baseadas em
argumentos e fontes de natureza cienca.
CHS2 - Analisar a formação de territórios e fronteiras em diferentes tempos e espaços, mediante
a compreensão das relações de poder que determinam as territorialidades e o papel geopolíco
dos Estados-nações.
CHS3 - Analisar e avaliar cricamente as relações de diferentes grupos, povos e sociedades com a
natureza (produção, distribuição e consumo) e seus impactos econômicos e socioambientais,
com vistas à proposição de alternavas que respeitem e promovam a consciência, a éca
socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional, nacional e global.
CHS4 - Analisar as relações de produção, capital e trabalho em diferentes territórios, contextos e
culturas, discundo o papel dessas relações na construção, consolidação e transformação das
sociedades.
CHS5 - Idencar e combater as diversas formas de injusça, preconceito e violência, adotando
princípios écos, democrácos, inclusivos e solidários, e respeitando os Direitos Humanos.
CHS6 - Parcipar do debate público de forma críca, respeitando diferentes posições e fazendo
escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia,
consciência críca e responsabilidade.
EMENTA (CONTEÚDO)
A Industrialização e suas Implicações Filosócas na Sociedade; A Industrialização e a Filosoa da
Técnica e da Modernidade; A Globalização, o Capitalismo e as Desigualdades Sociais; Conitos
Sociais, Injusça e a Teoria da Distribuição de Jusça; Desigualdade e Exclusão Social na
Contemporaneidade: Uma Visão Filosóca; A Globalização e suas Implicações Filosócas na
Idendade e na Cultura; Dinâmica econômica e desindustrialização; Tecnopolo e o setor
aeroespacial brasileiro; Espaço, poder e território; Cartograa na era técnico-cienca-
informacional; Conitos regionais na atualidade; Terceira Guerra Mundial?; A acumulação
primiva de capital e a expropriação da mão de obra; O signicado histórico e os reexos da
Revolução Industrial; As novas técnicas de produção e seus impactos; A globalização e a nova
organização dos processos produvos; O trabalho na sociedade industrial; A globalização e a
indústria cultural; Cidadania em construção.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Analisar o impacto da Revolução Industrial no pensamento losóco, abordando mudanças nas
concepções de trabalho, individualidade e progresso; Reer sobre as crícas de lósofos como
Karl Marx e Friedrich Engels à exploração do trabalhador e ao surgimento do capitalismo
industrial; Discur as transformações na concepção de liberdade e alienação a parr do contexto
da industrialização; Idencar como a industrialização inuenciou as ideias sobre a natureza
humana, a éca e as relações sociais em lósofos como Hegel e Nietzsche; Invesgar a relação
entre industrialização e o surgimento de novas formas de racionalidade técnica, com ênfase em
lósofos como Marn Heidegger e Max Weber; Analisar o conceito de "domínio da técnica" e
suas implicações para a liberdade humana e a autonomia no contexto da revolução industrial;
Discur o papel da técnica e da ciência no modelo de progresso promovido pela industrialização,
confrontando as visões omistas e crícas; Reer sobre a modernidade como um período de
transformações profundas, quesonando os conceitos de felicidade, sendo e valor no mundo
pós-industrial; Analisar o impacto da globalização nas noções de idendade cultural e individual,
considerando a uniformização e a diversidade cultural; Reer sobre as crícas losócas ao
processo de globalização, como as de Bauman sobre a "modernidade líquida" e as questões
relacionadas à perda de tradições e autencidade cultural; Invesgar as implicações da
globalização na construção de valores universais e as tensões entre o local e o global,
considerando a perspecva losóca sobre o mulculturalismo e a globalização cultural;
Examinar as relações entre a globalização e o capitalismo neoliberal, abordando a críca de Karl
Marx sobre o impacto econômico e social da globalização; Discur o conceito de "globalização
econômica" e sua relação com o poder das corporações mulnacionais, além dos efeitos dessa
dinâmica sobre os direitos humanos e o trabalho; Explorar as implicações losócas da
globalização no que tange à jusça global, a equidade e a redistribuição de recursos, reendo
sobre soluções para migar as disparidades geradas por esse processo; Analisar os conceitos de
jusça e injusça a parr das teorias losócas, especialmente nas obras de lósofos como John
Rawls e Robert Nozick; Reer sobre as origens e as causas dos conitos sociais, considerando
fatores como desigualdade econômica, racial e de gênero; Discur a teoria da "jusça como
equidade" de Rawls e suas implicações para a distribuição de recursos e a redução das
desigualdades; Explorar diferentes perspecvas losócas sobre os direitos humanos e como
eles são afetados por conitos sociais, especialmente em sociedades marcadas pela exclusão;
Invesgar as causas das desigualdades sociais no contexto contemporâneo, explorando
abordagens losócas como as de Karl Marx e Michel Foucault sobre poder e classe social;
Analisar o impacto da desigualdade social em diversas áreas, como educação, saúde, e direitos
polícos, a parr da críca de lósofos crícos e pós-modernos; Reer sobre as polícas
públicas e soluções losócas que buscam reduzir as desigualdades, como as propostas de
jusça distribuva e de reconhecimento; Discur como a desigualdade social gera exclusão e
marginalização, reendo sobre as possíveis respostas losócas para integrar as minorias
sociais e promover a jusça social; Compreender as novas congurações espaciais e econômicas
com o processo de desindustrialização em curso; Caracterizar e analisar os tecnopolos voltados
para o setor aeroespacial do país; Analisar o papel da geograa como ciência de Estado,
historicamente a serviço da guerra, capaz de oferecer respostas sobre a organização e o
funcionamento do espaço; Compreender a importância das novas tecnologias da cartograa
digital para o monitoramento/controle do espaço. Compreender e analisar tensões e conitos na
nova ordem mundial; Avaliar os impactos das tecnologias na circulação de mercadorias, de
informações e de pessoas a parr do século XV; Discur as desigualdades econômicas e sociais
no processo de internacionalização da economia; Compreender de que forma as relações de
produção, capital e trabalho foram profundamente transformadas após a Revolução Industrial,
destacando o processo de urbanização e a condição de vida dos trabalhadores; Avaliar a
importância das transformações no mundo do trabalho decorrentes da dinâmica da produção
capitalista, bem como seus impactos na vida dos trabalhadores e na organização social; Discur
sobre a permanência de desigualdades econômicas e sociais após o processo de
internacionalização da economia; Analisar dados para compreender a globalização como um
fenômeno muldimensional e seus impactos nas realidades global e local; Compreender o
impacto da Revolução Industrial nas mudanças nas relações de trabalho, nas condições de vida e
na estrutura social; Estudar as novas formas de organização do trabalho no fordismo, taylorismo,
toyosmo e no neoliberalismo; Estudar as implicações da globalização para os países periféricos,
analisando a dependência econômica e a desigualdade global; Compreender a dimensão da
globalização através de um viés da Indústria Cultural; Estudar as diferentes formas de
desigualdade social no Brasil, como desigualdade de renda, de acesso à educação e à saúde, e
suas implicações para a cidadania; Discur os principais conitos sociais contemporâneos, como
os conitos de classe, raça e gênero, e as formas de resisncia.
BIBLIOGRAFIA
AMORIM, Henrique; BARROS, Celso Rocha de; MACHADO, Igor José de Reno. Sociologia Hoje.
São Paulo: Áca. 2013.
ANTISERI, D; REALE, G. História da Filosoa: de Nietzsche à Escola de Frankfurt. São Paulo:
Paulus, 2006.
ANTISERI, D; REALE, G. História da Filosoa: de Freud à atualidade. São Paulo: Paulus, 2006.
BENKO, Georges. Economia, espaço e globalização na aurora do século XXI. 2 ed. São Paulo:
Hucitec, 1999.
BRAIK, Patrícia Ramos; MOTA, Myriam Becho. História das cavernas ao terceiro milênio. São
Paulo: Editora Moderna, 2016.
BRAIK, Patrícia Ramos; MOTA, Myriam Becho; TERRA, Lygia et al. Moderna Plus: Ciências
Humanas e Sociais Aplicadas. 1ª ed. São Paulo: Moderna, 2020. Vários autores. Obra em 6 v.
CARVALHO, Ana Paula Comin de; SALAINI, Crisan Jobi; et. al. Desigualdades de gênero, raça e
etnia. Curiba: Intersaberes, 2012.
CHINAZZO, Susana Salete Raymundo. Epistemologia das ciências sociais. Curiba: Intersaberes,
2013.
COSTA, Maria Crisna Caslho. Sociologia – Introdução à ciência da sociedade 3. ed. São Paulo:
Moderna, 2009.
COSTA, Wanderley Messias da. Geograa Políca e Geopolíca: Discursos sobre o Território e o
Poder. 2 ed. São Paulo: Edusp, 2020.
FRIEDMANN, Raul M. P. Fundamentos de Orientação, Cartograa e Navegação Terrestre. 2ª ed.
Curiba: UTFPR, 2008.
JUNIOR, Antônio Djalma Braga; MONTEIRO, Ivan Luiz. Fundamentos da éca. Curiba:
Intersaberes, 2016.
LACOSTE, Yves. A geograa - isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. Campinas:
Papirus, 1988. Tradução de Maria Cecília Franca.
MARQUES, ADHEMAR, BERUTTI, FLÁVIO. Caminhos do Homem. Curiba: Base Editorial, 2013.
LAKATOS, Eva Maria. Introdução à Sociologia. São Paulo: Atlas, 1997
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. Editora Schwarcz-Companhia das
Letras, 1986.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1988
MELO, Alessandro de. Fundamentos socioculturais da Educação. Curiba: Intersaberes, 2012.
MODERNA PLUS. Ciências humanas e sociais aplicadas: globalização, emancipação e cidadania.
São Paulo: Moderna, 2020.
MOREIRA, João Carlos; SENE, Eustáquio de. Espaço geográco e globalização. 3 ed. São Paulo:
Editora Scipione, 2017.
OLIVEIRA, Luiz F; COSTA, Ricardo C. Sociologia para jovens do século XXI: manual do professor - 4.
ed. - Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2016.
PEREIRA, Maria de Fáma Rodrigues. Trabalho e educação uma perspecva histórica. Curiba:
Intersaberes, 2012.
RIZZATTI, Maurício; BECKER, Elsbeth Léia Spode; CASSOL, Roberto. Breve História da Cartograa:
dos povos primivos ao Google Earth. São Paulo: Pimenta Cultural, 2022.
ROSS, Jurandyr L. Sanches (org.). Geograa do Brasil. 6 ed. São Paulo: Edusp, 2019.
SANTOS, Milton. Técnica, Espaço, Tempo: Globalização e Meio Técnico-Cienco-Informacional. 5
ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2013.
SANTOS, Milton. A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo, Razão e Emoção. 4ª ed. São Paulo:
EDUSP, 2006.
SANTOS, Milton; SILVEIRA, María Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI.
São Paulo: Record, 2008.
SILVA, Afrânio et al. Sociologia em movimento. São Paulo: Moderna, 2013.
VASCONCELOS, José Antônio. Fundamentos losócos da educação. Curiba: Intersaberes, 2012.
ÁREA DO CONHECIMENTO: Ciências da Natureza e suas tecnologias
UNIDADE CURRICULAR: Aprofundamento em Ciências da Natureza e suas Tecnologias
COMPONENTES CURRICULARES: Biologia, Química e Física
MACROTEMA NORTEADOR: Aplicação das Ciências da Natureza na
Aviação
CH: 26h
COMPONENTES CURRICULARES: Aerodinâmica, Fisiologia do Voo e Química no militarismo
COMPETÊNCIAS
CNT1 - Analisar fenômenos naturais e processos tecnológicos, com base nas interações e
relações entre matéria e energia, para propor ações individuais e colevas que aperfeiçoem
processos produvos, minimizem impactos socioambientais e melhorem as condições de vida
em âmbito local, regional e global.
CNT2 - Analisar e ulizar interpretações sobre a dinâmica da Vida, da Terra e do Cosmos para
elaborar argumentos, realizar previsões sobre o funcionamento e a evolução dos seres vivos e do
Universo, e fundamentar e defender decisões écas e responsáveis.
CNT3 - Invesgar situações-problema e avaliar aplicações do conhecimento cienco e
tecnológico e suas implicações no mundo, ulizando procedimentos e linguagens próprios das
Ciências da Natureza, para propor soluções que considerem demandas locais, regionais e/ou
globais, e comunicar suas descobertas e conclusões a públicos variados, em diversos contextos e
por meio de diferentes mídias e tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC).
EMENTA (CONTEÚDO)
Dinâmica dos uidos: escoamento de uidos, equação de connuidade: vazão e uxo de massa,
Princípio de Bernoulli: pressão e velocidade, equação de Bernoulli, equação de Torricelli, tubo de
Venturi e tubo de Pitot. Análise da sustentação de um aerofólio.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Analisar e representar, com ou sem o uso de disposivos e de aplicavos digitais, as
transformações, as conservações e as variações em sistemas que envolvam quandade de
matéria, de energia mecânica e de movimento, analisando seu caráter dimensional, vetorial e
escalar, para realizar previsões sobre seus comportamentos com o uso de simuladores e/ou
experimentos que abordem situações codianas e, em processos produvos, que priorizem o
desenvolvimento sustentável. b) Delimitar um problema e suas variáveis (podendo envolver
projetos), elaborando hipóteses, realizando experimentos, avaliando dados, validando ou não os
pressupostos no enfrentamento das demandas que envolvam a temáca Matéria e Energia sob a
perspecva cienca. c) Interpretar textos de divulgação cienca que tratam da temáca
Matéria e Energia, disponíveis em diferentes mídias, considerando a apresentação dos dados,
tanto na forma de texto como em equações, grácos e/ou tabelas, a consistência dos
argumentos e a coerência das conclusões buscando validar as fontes seguras de informações. d)
Coletar e interpretar resultados/dados e realizar previsões sobre avidades experimentais,
fenômenos naturais e processos tecnológicos, com base nas noções de probabilidade e incerteza
(baseado na teoria dos algarismos signicavos), reconhecendo os limites explicavos das
ciências e explorando possibilidades de novas teorias.
EMENTA (Fisiologia do Voo)
Fisiologia cardiovascular e respiratória, Adaptações do organismo a altude; Fadiga e suas
contramedidas; Impactos da aviação na siologia humana a longo prazo; Aspectos siológicos do
uso de substâncias psicoavas na aviação.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Revisar conceitos trabalhados na siologia respiratória e circulatória; b) Compreender as
adaptações de curto, médio e longo prazo do organismo humano em diferentes condições de
altude; c) conceituar a força G e compreender o seu impacto no organismo humano; d) Discur
o conceito siológico de fadiga trabalhando as suas consequências na aviação. e) Problemazar
os impactos siológicos a longo prazo da aviação e sua inuência na carreira do piloto; f) Discur
os riscos associados ao uso abusivo de subsncias psicoavas na aviação.
EMENTA (Química no militarismo)
Uso do gás cloro na Primeira Guerra Mundial; Uso do agente laranja na guerra do Vietnã;
Oppenheimer e a criação da bomba atômica; As bombas atômicas lançadas em Hiroshima e
Nagasaki; A produção de amônia na Primeira Guerra Mundial; O uso dos gases mostarda e
fosgênio na Primeira Guerra Mundial; Tratado de não Proliferação de Armas Nuclear
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) compreender o papel da química nos conitos bélicos e seus desdobramentos; b)
compreender e discur os impactos do uso de armas químicas em conitos armados; c)
compreender e discur impactos da criação, uso e proibição de armas nucleares em conitos
bélicos.
BIBLIOGRAFIA
ALMEIDA, Marcelo de Freitas. A siologia na avidade aérea e os possíveis danos causados aos
aeronautas. 56 f. Monograa de Conclusão de Curso de Ciências Aeronáucas. Palhoça:
Universidade do Sul de Santa Catarina, 2019.
FELTRE, Ricardo. Fundamentos de Química: vol. único. 4ª.ed. São Paulo: Moderna, 2005. 700 p.
FORMANQUEVSKI, J. A siologia do voo: uma revisão de literatura sobre os prejuízos do voo a
longo prazo e a necessidade de adicional de compensação orgânica. Brazilian Journal of
Development, 2023. Disponível em: hps://ojs.brazilianjournals.com.br. <Acesso em: 25 nov.
2024>.
FUKUI, A. et al. Ser Protagonista. Ciências da Natureza e suas Tecnologias. São Paulo: Ed. SM
Educação, 2020.
HALL JE, Hall ME. Guyton& Hall: tratado de siologia médica. 14 ed. Rio de Janeiro:
GEN/Guanabara Koogan; 2021. 1120 p.
KOEPPEN, B.M.; STANTON, B.A. Berne & Levy: Fisiologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018
MELHADO, Vânia E.R. (org.). Medicina Aeroespacial. São Paulo: 2022. Disponível em:
hps://fpcs.edu.br/e-book-medicina-aeroespacial/. <Acesso em: 25 nov. 2024>.
NEWTON, V. B. et al. Tópicos de Física: volume 1. 19 ed. São Paulo: Saraiva, 2012, 480 p.
NEWTON, V. B. et al. Tópicos de Física 1: conecte live. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2018, 650 p.
PERUZZO. F.M.; CANTO. E.L., Química na abordagem do codiano, volume 1, 4ª edição, ed
moderna, São Paulo, 2006
THOMPSON, M. et al. Conexões – Ciências da Natureza e suas Tecnologias: São Paulo: Ed.
Moderna, 2020.
USBERCO, João; Salvador, Edgard. Química Geral. 12ª.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 480 p.
WALDHELM (Coordenação), et al. Integração e protagonismo: ciências da natureza e suas
tecnologias. São Paulo: Editora do Brasil, 2020.
ÁREA DO CONHECIMENTO: Formação Militar
COMPONENTE CURRICULAR: Estágio de Adaptação Militar
CH TOTAL: 135h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Cuidados pessoais: higiene - das instalações, individual, sica, mental e da alimentação;
prevenção de vícios - tabagismo, alcoolismo, efeitos prejudiciais à saúde, vícios relacionados às
drogas e uso de anabolizantes; prevenção de contusões, lesões e rabdomiólise; prevenção ao
suicídio; assistência religiosa; e, CIPA - aspectos gerais.
2) Doutrina militar: código de honra (verdade, honesdade e jusça) e valores fundamentais da
EPCAR (dignidade acima de tudo, servir por ideal, aprender para liderar); história da Força Aérea
Brasileira: os precursores da aviação, história da aviação no brasil, história do Comando da
Aeronáuca, criação do MAER, a criação da FAB, a FAB na Segunda Guerra Mundial, o pós-
guerra e a indústria aeronáuca; hinos e canções - hinos cívicos (hino nacional brasileiro, hino à
bandeira nacional e hino da independência), hinos e canções militares; discrição e conduta nas
Mídias Sociais para o Aluno da EPCAR; Programa de Formação e Fortalecimento de Valores
(PFV); Manual do Aluno; Manual do Estagiário; modelo cognivo e ansiedade; e, gerenciamento
das emoções.
3) Ordem Unida: ordem unida desarmada, movimentos a pé rme, movimentos em passo
ordinário, toques de corneta.
4) TFM: desenvolvimento das capacidades sicas essenciais ao desempenho das avidades
militares, com foco na apdão sica, resistência, força muscular, exibilidade, coordenação
motora e condicionamento cardiorrespiratório. Realização de exercícios sistemazados que
atendam aos requisitos do Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF), visando à
preparação sica e mental do militar para as exigências do serviço avo. Ênfase na disciplina, no
espírito de corpo e na superação de limites pessoais por meio de avidades colevas e
individuais. Promoção da consciência corporal, da saúde e da importância da preparação sica
connua no contexto da carreira militar.
5) Legislação Militar I: Regulamento de Connências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial
Militar das Forças Armadas (RCONT): da nalidade; dos sinais de respeito e da connência; das
honras militares; do cerimonial militar. Regulamento Disciplinar da Aeronáuca (RDAER):
princípios gerais de disciplina e esfera de ação; transgressões disciplinares; punições
disciplinares; competência e jurisdição para aplicar, agravar, atenuar, relevar, cancelar e anular
punições; parte e recursos disciplinares; recompensas; reabilitação de militar licenciado ou
excluído a bem da disciplina. Regulamento Interno de Serviços da Aeronáuca (RISAER):
avidades de rona nas Organizações Militares; situações especiais; situação do pessoal e
afastamentos temporários do serviço; galeria de retratos; Bandeira Nacional; estandartes;
insígnias de autoridades; brasões; emblemas; âmulas. Regulamento de Uniformes para os
Militares da Aeronáuca (RUMAER): generalidades; composição dos uniformes; peças
complementares; abrigos e sua ulização; disnvos e sua ulização; classicação dos
uniformes; uso dos uniformes; apresentação pessoal quando uniformizado; uso de adornos e
acessórios.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Promover a conscienzação e a adoção de prácas de autocuidado e prevenção no âmbito da
saúde sica, mental, espiritual e ocupacional, visando à manutenção da higiene, ao
desempenho seguro nas avidades militares, à valorização da vida e ao fortalecimento da
disciplina e bem-estar no ambiente militar (Cp);
b) Desenvolver atudes écas, o fortalecimento do caráter militar e o compromemento com os
valores, normas e tradições da Força Aérea Brasileira, por meio do conhecimento histórico-
instucional, da compreensão das regras de conduta no ambiente militar e virtual, da
valorização da idendade por meio da música e da autorreexão frente a desaos emocionais
(Ap);
c) Realizar os movimentos e comandos da ordem unida desarmada, com foco na preparação
para a Solenidade de Entrega de Planas (Rm);
d) Pracar exercícios sicos para desenvolver as valências exigidas no TACF, incluindo força,
resistência muscular, capacidade cardiorrespiratória, exibilidade e composição corporal (Rc);
e) Compreender os principais conceitos e conteúdos básicos dos regulamentos RCONT, RMA 29-
1, RCA 34-1, RCA 35-2 e da ICA 35-10, relacionados à disciplina, organização, apresentação
pessoal e normas militares da Aeronáuca (Cp);
BIBLIOGRAFIA
American Psychiatric Associaon. Manual diagnósco e estasco de transtornos mentais: DSM-
5-TR. 5. ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2023.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando-Gerla do Pessoal. Portaria
COMGEP nº 1267/SARA, de 04 de dezembro de 2018. Aprova a reedição da NSCA 165-1, Norma
do Sistema de Assistência Religiosa da Aeronáuca. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de
Janeiro, nº 214, 10 dez. 2018.
NETO FAÇANHA, Jorge et al. Prevenção do suicídio em adolescentes: programa de intervenção
believe –SMAD. Rev. Eletrônica Saúde Mental Álcool Drog. (Ed. port.) v.6 n.1. Ribeirão Preto, SP,
2010.
RAMOS, Lázaro Saluci. Instruções de higiene na escola e na sociedade como ação de saúde e
prevenção de doenças: uma revisão bibliográca - Electronic Journal Collecon Health| ISSN,
2020.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
nº 21/1SC, de 24 de agosto de 2022. Aprova a reedição do MCA 909-1 - Programa de Formação
e Fortalecimento de Valores - PFV. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 162,
29 ago. 2022.
BRASIL. Museu Aeroespacial - História. Disponível em:
<hps://www2.fab.mil.br/musal/index.php/historico-m> Acessado em: 10 maio 2020
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Manual de Conduta nas Mídias Sociais
no Âmbito do Comando da Aeronáuca. Disponível em:
<hps://www2.fab.mil.br/incaer/index.php/slideshow/770-manual-de-conduta-nas-midias-
sociais-no-ambito-do-comando-da-aeronauca >. Acesso em: 24 nov. 2024
BRASIL. Escola Preparatória de Cadetes do Ar. Corpo de Alunos da EPCAR. Manual do Aluno
2024. Barbacena, MG, 2023.
Como é o Modelo Cognivo da Ansiedade? Disponível em: <
hps://www.youtube.com/watch?v=jbTD1FArj64>. Acesso em: 24 nov. 2024
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando-Geral do Pessoal. Portaria
COMGEP nº 1750/DLE, de 05 de julho de 2019. Aprova a reedição do Manual de Ordem Unida
do Comando da Aeronáuca. MCA 50-4. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº
120, 11 jul. 2019
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando-Geral do Pessoal. Portaria
COMGEP nº 344, de 30 de novembro de 2023. Aprova a edição da NSCA 54-5 “Treinamento
Físico Militar no Comando da Aeronáuca”. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro,
nº 235, 26 dez. 2023.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca.
Decreto nº 76.322, de 22 de setembro de 1975. Aprova o Regulamento Disciplinar da
Aeronáuca. RMA 29-1. Diário Ocial da União, Brasília, DF, 23 set. 1975.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
nº 450/GC4, de 18 de abril de 2016. Aprova a reedição da ICA 35-10 Instruções Complementares
para a Apresentação Pessoal e o Uso de Adornos e Acessórios por parte dos Militares do
Comando da Aeronáuca. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, RJ, nº 068, 20
abr. 2016.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
nº 1.411, de 14 de dezembro de 2020. Aprova a reedição do Regulamento Interno dos Serviços
da Aeronáuca. RISAER. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, RJ, nº 229, 16 dez.
2020.
BRASIL. Ministério da Defesa. Portaria GM-MD nº 1.143, de 03 de março de 2022. Estabelece o
Regulamento de Connências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças
Armadas. RCONT. Brasília, DF, 2022.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca Portaria
nº 491/GC4, de 20 de abril de 2023. Aprova a reedição do Regulamento de Uniformes da
Aeronáuca. RCA 35-2. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, RJ, nº 083, 09 mai.
2023.
COMPONENTE CURRICULAR: Primeiros Socorros
CH TOTAL: 6h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Suporte Básico de Vida (BLS): transporte de feridos, ferimentos, fraturas, hemorragias,
queimaduras, choque, afogamento, intoxicações exógenas, animais peçonhentos, lesões
provocadas pelo calor e desmaios.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) demonstrar conhecimento das técnicas e planejamento de transporte de víma (Cn);
b) demonstrar conhecimento das classicações das queimaduras e as formas de tratamento
básico (Cn);
c) demonstrar conhecimento dos pos de ferimentos e os primeiros cuidados aplicados (Cn);
d) demonstrar conhecimento dos pos de fraturas e as técnicas de mobilização (Cn);
e) demonstrar conhecimento dos sinais e sintomas de hemorragias empregando medidas de
primeiros socorros (Cn);
f) demonstrar conhecimento dos pos de choque e as medidas de primeiros socorros para seu
controle (Cn);
g) reconhecer a classicação dos graus de afogamento e as medidas de suporte básico de vida
para afogamento (Cn);
h) demonstrar conhecimentos sobre os principais animais peçonhentos da fauna brasileira e o
quadro clínico dos acidentes causados por estes animais (Cn); e
i) reconhecer o quadro clínico das lesões causadas pelo calor e desmaios e as medidas de
primeiros socorros a serem aplicadas diante do quadro apresentado (Cn).
BIBLIOGRAFIA
BRANDÃO NETO, Rodrigo Antonio et al. Medicina de emergência: abordagem práca. Santana
de Parnaíba: Manole, 2023.
BIANCO CRUZ, Karine et al. Intervenções de educação em saúde de primeiros socorros, no
ambiente escolar: uma revisão integrava. Enfermería Actual, San José, 2021.
COMPONENTE CURRICULAR: Éca e Desenvolvimento
Humano - Eixo Pessoal
CH TOTAL: 14h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Comunicação ecaz. 2) Sexualidade na adolescência (aspectos morais e socioemocionais). 3)
Prevenção ao Suicídio.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) demonstrar atributos pessoais, tais como: liderança, capacidade de comunicação, interesse,
parcipação e expressão oral (Ap);
b) conhecer os aspectos e conceitos relacionados à sexualidade na adolescência (Cn);
c) reconhecer as possíveis consequências do início precoce ou da irresponsabilidade na
avidade sexual (Cp);
d) adotar comportamento equilibrado e responsável no namoro (Ap);
e) reer sobre os aspectos morais e socioemocionais da sexualidade na adolescência (Va); e
f) idencar os métodos e programas de prevenção ao suicídio na EPCAR (Cn).
BIBLIOGRAFIA
American Psychiatric Associaon. Manual diagnósco e estasco de transtornos mentais: DSM-
5-TR. 5. ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2023.
HARDEN, KP. True Love Waits? A Sibling-Comparison Study of Age at First Sexual Intercourse an
Romanc Relaonship in Young Adulthood. Psychological Science, 2012.
LEAL, Giuliana F. Socialização em uma Instuição Total: Implicações da Educação em uma
Academia Militar. UFRJ, 2013
PAIK, Anthony. Adolescent Sexuality and the Risk of Marital Dissoluon. Journal of Marriage and
Family, 2011.
ROSENBERG, Marshall. Vivendo a comunicação não violenta. Rio de Janeiro: Sextante, 2019.
COMPONENTE CURRICULAR: Éca e Desenvolvimento
Humano - Eixo Colevo
CH TOTAL: 32h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Prevenção de Vícios: tabagismo, alcoolismo, efeitos prejudiciais à saúde, vícios relacionados
às drogas e uso de anabolizantes. 2) Modelo Cognivo e ansiedade. 3) Autoesma e
Autoconança. 4) Resiliência e tolerância à Frustração. 5) Prevenção à práca do bullying:
caracterização do bullying, consequências socioemocionais da práca do bullying, medidas
prevenvas. 6) Prevenção de infecções sexualmente transmissíveis. 7) Desenvolvimento
Corporal e Sexualidade.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) idencar os prejuízos causados pelos vícios relacionados às drogas e ao uso de
anabolizantes (Cp);
b) idencar prejuízos à saúde causados pelo uso inadequado de suplementos alimentares (Cp);
c) avaliar atudes pessoais e emoções frente às pressões, stress e fadiga (Cv).
d) demonstrar atributos pessoais, tais como: liderança, capacidade de comunicação,
interesse, parcipação e expressão oral (Ap);
e) idencar temas psicológicos, tais como: resiliência, busca de sendo e experiência e
instrumentalizá-los para sua realidade (Cn);
f) valorizar a convivência respeitosa e sadia com superiores, pares e subordinados (Va);
g) apresentar os métodos de prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (Cn);
h) idencar os pos de doenças sexualmente transmissíveis (Cn);
i) idencar as mudanças siológicas e psicológicas que ocorrem na transição da adolescência
para a fase adulta (Cp);
j) conhecer as consequências da práca do bullying (Cn); e
k) desenvolver a cultura do respeito à dignidade humana (Va).
BIBLIOGRAFIA
BECK, Judith. Terapia cognivo-comportamental: teoria e práca, 3. ed. Porto Alegre: Artmed,
2022.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando-Geral do Pessoal. Portaria
GABAER nº 1489, de 15 de agosto de 2024. Aprova a Instrução que dispõe sobre os
procedimentos para prevenção e enfrentamento ao assédio no Comando da Aeronáuca. ICA
30-13. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 157, 20 ago. 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção em Saúde. Departamento de Ações
Programácas Estratégicas. Cuidando de Adolescentes: orientações básicas para a saúde sexual
e a saúde reproduva [recurso eletrônico]. – Brasília, DF, 2015.
CLARK, David. Vencendo a ansiedade e a preocupação com a terapia cognivo- comportamental:
manual do paciente. Porto Alegre: Artmed, 2014.
Nelson text book of pediatrics, 20th edion. Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de
Pediatria, 4ª edição, Barueri, SP: Manole,2017.
COMPONENTE CURRICULAR: Conhecimento Aeronáuco
CH TOTAL: 27h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Apresentação das Aviações da FAB, Missões e Esquadrões: Aviação de Asas Rotavas, Aviação
de Caça, Aviação de IVR, Aviação de Transporte. 2) Apresentação da Infantaria da Aeronáuca:
Operações Especiais, Autodefesa de Supercie e Defesa Anaérea. 3) Apresentação da
Intendência da Aeronáuca.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) conhecer os pos de Aviação que a FAB opera (Cn);
b) conhecer as Ações de Força Aérea que os Esquadrões Aéreos executam (Cn);
c) conhecer quais pos de aeronaves cada Aviação opera e quais suas capacidades (Cn);
d) compreender as parcularidades de cada Aviação e como elas se integram (Cp);
e) compreender a progressão do ocial aviador em cada uma das Aviações (Cp);
f) compreender a progressão operacional do Ocial de Infantaria (Cp);
g) compreender a carreira do Ocial de Intendência (Cp); e
h) valorizar a capacidade operacional que dispõe a FAB (Va).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando de Preparo. Portaria GABAER
nº 486/GC3, de 10 de abril de 2023. Aprova a Diretriz que dispõe sobre a Progressão
Operacional de Ociais Aviadores da Força Aérea. DCA 55-41. Bolem do Comando da
Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 066, 12 abr. 2023.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando de Preparo. Programa do
Curso de Especialização Operacional da Aviação de Asas Rotavas (PCEO-AR).
INPREP/PESOP/03D. Brasília, DF, 30 nov. 2022.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando de Preparo. Programa do
Curso de Especialização Operacional da Aviação de Caça (PCEO-CA). INPREP/PESOP/02C. Brasília,
DF, 24 jul. 2023.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando de Preparo. Programa do
Curso de Especialização Operacional da Aviação de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento
(PCEO-IVR). INPREP/PESOP/04D. Brasília, DF, 30 nov. 2023.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando de Preparo. Programa do
Curso de Especialização Operacional da Aviação de Transporte (PCEO-TR). INPREP/PESOP/05D.
Brasília, DF, 30 nov. 2023.
COMPONENTE CURRICULAR: Conhecimento Militar
CH TOTAL: 12 h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Descrição e Conduta nas Mídias Sociais para o Aluno da EPCAR. 2) Prevenção à Rabdomiólise
nas avidades militares. 3) Entendimento do CPCAR: postura doutrinária dos Alunos na EPCAR.
2) Entendimento do CFOAV: postura doutrinária dos cadetes aviadores na AFA. 5) Apresentação
dos demais quadros de ociais formados na AFA: Intendência e Infantaria.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) idencar a conduta correta esperada do militar da Aeronáuca nas redes sociais, por meio
das regras condas no “Manual de Conduta nas Mídias Sociais no Âmbito do Comando da
Aeronáuca” (Cn);
b) idencar os métodos de prevenção e tratamento de rabdomiólise associados às avidades
sicas/militares (Cn);
c) descrever a preparação militar dada durante o CPCAR (Cp);
d) descrever a preparação militar dada durante o CFOAV na AFA (Cp);
e) descrever a preparação militar dada durante o CFOINT na AFA (Cp); e
f) descrever a preparação militar dada durante o CFOINF na AFA (Cp).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Manual de Conduta nas Mídias Sociais
no Âmbito do Comando da Aeronáuca. Disponível
em:<hps://www2.fab.mil.br/incaer/index.php/slideshow/770-manual-de-conduta-nas-midias-
sociais-no-ambito-do-comando-da-aeronauca >. Acesso em: 24 nov. 2024
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Diretoria de Ensino. Portaria nº
11/DPE, de 29 de janeiro de 2024. Aprova a reedição da instrução que estabelece o Projeto
Pedagógico de Curso para o Curso de Formação de Ociais Aviadores. ICA 37-863. Bolem do
Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 027, 07 fev. 2024.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Diretoria de Ensino. Portaria nº
10/DPE, de 29 de janeiro de 2024. Aprova a reedição da instrução que estabelece o Projeto
Pedagógico de Curso para o Curso de Formação de Ociais Intendentes. ICA 37-900. Bolem do
Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 027, 07 fev. 2024.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Diretoria de Ensino. Portaria nº 9/DPE,
de 29 de janeiro de 2024. Aprova a reedição da instrução que estabelece o Projeto Pedagógico
de Curso para o Curso de Formação de Ociais de Infantaria. ICA 37-901. Bolem do Comando
da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 027, 07 fev. 2024.
DALL'AGLIO, Kissling S. et al. Rhabdomyolyse: priseen charge médicaleiniale [Rhabdomyolysis:
early management]. Rev Med Suisse: 2020.
COMPONENTE CURRICULAR: Armamento, Munição e Tiro I
CH TOTAL: 9h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Instrução Geral de Tiro (IGT); 2) Instrução Preparatória para o Tiro (IPT); 3)
Manuseio/Montagem/Desmontagem da Carabina de Pressão 4,5 mm; 4) Tiro Militar Básico
(TMB) (carabina de pressão 4,5 mm).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Idencar os pos, caracteríscas, princípios de funcionamento e aplicação das armas
individuais adotadas pelo COMAER. (Cp)
b) Explicar os fundamentos básicos de ro. (Cp)
c) Descrever as ações básicas para a conservação e a limpeza do armamento individual. (Cp)
d) Realizar a montagem e desmontagem da carabina de pressão 4,5 mm disponibilizada pelo
COMAER. (Rm)
e) Operar a carabina de pressão 4,5 mm, bem como suas respecvas munições, de acordo com
as normas de segurança previstas. (Rm)
e) Empregar com ecácia a carabina de pressão 4,5 mm disponibilizada pelo COMAER, de acordo
com o MCA 50-10 (Tiro Militar Básico com Armas Terrestres) em vigor. (Rm)
f) Valorizar as normas de segurança e procedimentos para realização do ro com a carabina de
pressão 4,5mm. (Va)
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando de Preparo. Portaria
COMPREP nº 1371/SPOG-33, de 13 de outubro de 2022. Aprova a reedição do Manual de
Instrução de Tiro com Armamento Terrestre. MCA 50-1.
COMPONENTE CURRICULAR: Armamento, Munição e Tiro II
CH TOTAL: 8h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Instrução Geral de Tiro (IGT); 2) Instrução Preparatória para o Tiro (IPT); 3)
Manuseio/Montagem/Desmontagem do Fuzil HK-33 - 5,56 mm; 4) Tiro Militar Básico (TMB)
(Fuzil HK-33 - 5,56 mm).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Idencar as caracteríscas, o princípio de funcionamento e a aplicação do fuzil adotado pelo
COMAER. (Cp)
b) Explicar os fundamentos básicos de ro. (Cp)
c) Descrever as ações básicas para a conservação e a limpeza do armamento individual. (Cp)
d) Realizar a montagem e desmontagem do fuzil disponibilizado pelo COMAER. (Rm)
e) Operar o fuzil e a sua munição de acordo com as normas de segurança previstas. (Rm)
f) Empregar com ecácia o fuzil disponibilizado pelo COMAER, de acordo com o MCA 50-10,
TIRO MILITAR BÁSICO COM ARMAS TERRESTRES. (Rm)
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando de Preparo. Portaria
COMPREP nº 1371/SPOG-33, de 13 de outubro de 2022. Aprova a reedição do Manual de
Instrução de Tiro com Armamento Terrestre. MCA 50-1.
COMPONENTE CURRICULAR: Armamento, Munição e Tiro III
CH TOTAL: 8h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Instrução Geral de Tiro (IGT); 2) Instrução preparatória para o Tiro (IPT); 3)
Manuseio/Montagem/Desmontagem da Pistola 9 mm; 4) Tiro Militar Básico (TMB) (Pistola 9
mm).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Idencar as caracteríscas, os princípios de funcionamento e a aplicação da pistola
disponibilizada pelo COMAER. (Cp)
b) Explicar os fundamentos básicos de ro. (Cp)
c) Descrever as ações básicas para a conservação e a limpeza do armamento individual. (Cp)
d) Realizar a montagem e desmontagem da pistola 9mm disponibilizada pelo COMAER. (Rm)
e) Operar a pistola 9mm, bem como suas respecvas munições, de acordo com as normas de
segurança previstas. (Rm)
f) Empregar com ecácia a pistola 9mm disponibilizada pelo COMAER, de acordo com o MCA 50-
10, TIRO MILITAR BÁSICO COM ARMAS TERRESTRES. (Rm)
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando de Preparo. Portaria
COMPREP nº 1371/SPOG-33, de 13 de outubro de 2022. Aprova a reedição do Manual de
Instrução de Tiro com Armamento Terrestre. MCA 50-1.
COMPONENTE CURRICULAR: Doutrina Militar I
CH TOTAL: 28h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Conduta Social Militar: princípios da educação - apresentação, cumprimento, despedidas,
postura, conversação, indumentárias, comportamentos em lugares públicos e tratamentos. 2)
Forças Armadas e Auxiliares: Ministério da Defesa, Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Força
Aérea Brasileira, Forças Auxiliares do Estado de Minas Gerais. 3) Éca e Moral: conceitos e
aplicabilidade na caserna. 4) Educação Cívico-Militar: importância das Forças Armadas,
caracteríscas da prossão militar, missão da FAB, missão da EPCAR, Disciplina Consciente,
Compromemento (Mensagem à Garcia). 5) Programa de Formação e Fortalecimento de
Valores.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) demonstrar conhecimento sobre as regras de conduta social, essenciais para o convívio em
sociedade (Cp);
b) idencar a estrutura e a criação do Ministério da Defesa (Cn);
c) idencar as missões e a organização dos Comandos das Forças Armadas e Auxiliares. (Cn)
d) diferenciar éca de moral por meio de situações reais aplicáveis na caserna (Cn);
e) compreender a importância das Forças Armadas para a consolidação territorial, defesa da
soberania, integração nacional, projeção nacional no exterior, desenvolvimento da indústria
nacional de defesa e garana da lei e da ordem (Cp);
f) conhecer as caracteríscas da prossão militar: voluntariado, uso legal da força em situação
de conito, sacricio da vida, sujeição a preceitos rígidos de disciplina, dedicação exclusiva,
disponibilidade permanente, mobilidade geográca, necessidade de manutenção do vigor sico,
proibição de sindicalização, liação pardária e greves (Cn);
g) conhecer a missão da FAB e associá-la com a missão da EPCAR (Cn);
h) descrever o conceito de disciplina consciente e a postura do ocial da FAB (Cp); e
i) valorizar o Compromemento (“Mensagem a Garcia”) como virtude essencial ao ocialato
(Va).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
nº 21/1SC, de 24 de agosto de 2022. Aprova a reedição do MCA 909-1 - Programa de Formação
e Fortalecimento de Valores - PFV. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 162,
29 ago. 2022.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Missão, Visão e Valores. Disponível em:
< hps://www.fab.mil.br/missaovisaovalores> Acessado em: 24 nov. 2024.
BRASIL. Ministério da Defesa – Estrutura Organizacional. Disponível em:
<hps://www.gov.br/defesa/pt-br/acesso-a-informacao/instucional-2/estrutura-
organizacional> Acessado em: 24 nov. 2024.
Mensagem à Garcia. Disponível em:
<hps://revista.policiamilitar.mg.gov.br/index.php/alferes/arcle/view/500/472> Acessado em:
24 nov. 2024.
Chea com Liderança e Disciplina Consciente. Disponível em: <hps://eblog.eb.mil.br/w/chea-
com-lideranca-e-disciplina-
consciente?p_l_back_url=%2Far%2F%3Fdelta%3D19%26start%3D31&p_l_back_url_tle=EBlog>
Acessado em: 24 nov. 2024.
COMPONENTE CURRICULAR: Doutrina Militar II
CH TOTAL: 26h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Prossão Militar: Noções de Prossão – conceitos e caracteríscas, histórico, os ideais, os
valores e as virtudes da prossão militar. 2) Conduta Social Militar: comportamento militar na
individual e interação com o militar mais moderno. 3) Direito Internacional dos Direitos
Humanos: Declaração Universal dos Direitos Humanos: conceito e contexto; Convenção
Americana sobre Direitos Humanos; Convenção Internacional para Proteção de todas as pessoas
contra o Desaparecimento Forçado CIDF. 4) Programa de Formação e Fortalecimento de
Valores.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) descrever os conceitos e caracteríscas da prossão militar (Cp);
b) idencar o histórico, os ideais, os valores e as virtudes da prossão militar (Cp);
c) demonstrar conhecimento sobre as regras de conduta social, essenciais para o convívio em
sociedade (Cp);
d) valorizar a disciplina e a hierarquia no contexto de interação com o Aluno mais moderno (Va);
e) idencar os fundamentos e preceitos do DIDH;
f) idencar os preceitos condos na Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Cn);
g) idencar os preceitos condos na Convenção Internacional para a Proteção de Todas as
Pessoas Contra o Desaparecimento Forçado - CIDF (Cn);
h) contextualizar historicamente os principais aspectos sobre os direitos humanos na
Declaração Universal dos Direitos Humanos (Cn);
i) reer, com profundidade, sobre as questões de éca e de apego aos valores (Va); e
j) compreender preceitos da éca prossional, valores e deveres militares (Cp).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
nº 21/1SC, de 24 de agosto de 2022. Aprova a reedição do MCA 909-1 - Programa de Formação
e Fortalecimento de Valores - PFV. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 162,
29 ago. 2022.
Comitê Internacional da Cruz Vermelha. O que é o direito internacional humanitário? Disponível
em:<hps://www.icrc.org/pt/doc/resources/documents/misc/5tndf7.htm>. Acesso em 11 jul.
2020.
COMPONENTE CURRICULAR: Doutrina Militar III
CH TOTAL: 26 h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Poder Aeroespacial: denição, evolução, caracteríscas, fundamentos, elementos, ações e
tarefas básicas do poder aeroespacial brasileiro e Comando da Aeronáuca. 2) Éca Prossional
Militar (Direito Internacional dos Conitos Armados). 3) Conduta Social Militar. 4) Programa de
Formação e Fortalecimento de Valores.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) idencar o conceito de poder aeroespacial (Cp);
b) descrever as avidades básicas dos componentes do Poder Aeroespacial (Cp);
c) valorizar a importância do Poder Aeroespacial e seus componentes no contexto da segurança
e desenvolvimento nacional (Va);
d) compreender os fundamentos e principais conceitos associados ao Direito Internacional dos
Conitos Armados – DICA (Cp);
e) idencar os princípios do DICA (Cp);
f) valorizar o exemplo perante os Alunos mais modernos do Corpo de Alunos (Va);
g) valorizar o Código de Honra dos Alunos como norte de conduta social militar (Va);
h) reer, com profundidade, sobre as questões de éca e de apego aos valores (Va); e
i) compreender preceitos da éca prossional, valores e deveres militares (Cp).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
nº 1224/GC3, de 10 de novembro de 2020. Aprova a reedição da Doutrina Básica da Força Aérea
Brasileira – Volume 1, DCA 1-1. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 205, 12
nov. 2020.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
nº 21/1SC, de 24 de agosto de 2022. Aprova a reedição do MCA 909-1 - Programa de Formação
e Fortalecimento de Valores - PFV. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 162,
29 ago. 2022.
FACCIOLLI. Ângelo Fernando. Direito Internacional Humanitário: Guerras e Conitos Armados.
Editora Juruá. Curiba, 1ª edição. 2015.
HERZ, Mônica. As Transformações das Regras Internacionais sobre Violência na Ordem Mundial
Contemporânea. Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro. V. 61, n. 1, 2018
COMPONENTE CURRICULAR: Legislação Militar II
CH TOTAL: 8h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Lei de Remuneração dos Militares (LRM): remuneração do militar da ava e na inavidade,
educação nanceira e planejamento nanceiro pessoal. 2) Estatuto dos Militares: generalidades,
obrigações e deveres militares, direitos e prerrogavas dos militares, disposições diversas. 3) Lei
do Serviço Militar (LSM): conceitos, caracteríscas e recrutamento, isenções, débito,
prorrogação e interrupção, reserva, cercados, direitos e deveres.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) demonstrar conhecimento da nova estrutura da Lei de Remuneração dos Militares (Cn);
b) idencar as caracteríscas mais importantes da Lei do Serviço Militar e seu regulamento
(Cn); e
c) idencar os preceitos condos no Estatuto dos Militares (Cp).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Lei nº 6880 de 09 de dezembro de 1980. Estatuto dos Militares. Diário Ocial da União,
D.O.U de 11 de dezembro de 1980.
BRASIL. Lei nº 4.375, de 17 de agosto de 1964. Lei do Serviço Militar. Diário Ocial da União,
D.O.U de 03 de setembro de 1964.
BRASIL. Decreto nº 57.654, de 20 de janeiro de 1966. Regula a Lei do Serviço Militar. Diário
Ocial da União, D.O.U de 31 de janeiro de1966.
BRASIL. Lei nº 5.787, de 27 de junho de 1972. Lei de Remuneração Militar. Diário Ocial da
União, D.O.U de 29 de junho de 1972.
COMPONENTE CURRICULAR: Legislação Militar III
CH TOTAL: 14h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Constuição da República Federava do Brasil: dos princípios fundamentais, dos direitos e
garanas fundamentais, da nacionalidade, dos direitos polícos, da administração pública, das
Forças Armadas, da segurança pública, da tributação e do orçamento. 2) Código Penal Militar
(CPM): princípios, estrutura do delito, crimes militares. 3) Código do Processo Penal Militar
(CPPM).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) idencar a importância da Constuição da República Federava do Brasil (CF/88) na
formação militar (Cp);
b) idencar os princípios fundamentais, direitos, garanas, deveres individuais e colevos
assim como as demais regulamentações previstas na Constuição da República Federava do
Brasil (Cp);
c) demonstrar conhecimento das determinações condas no Código Penal Militar (Cp); e
d) demonstrar conhecimento das determinações condas no Código de Processo Penal Militar
(Cp).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Presidência da República. Constuição da República Federava do Brasil. Brasília-DF,
1988.
BRASIL. Decreto-Lei nº 1.002, de 21 de outubro de 1969. Código do Processo Penal Militar.
Diário Ocial da União, D.O.U de 21 de outubro de 1969.
BRASIL. Decreto-Lei nº 1.001, de 21 de outubro de 1969. Código do Processo Penal Militar.
Diário Ocial da União, D.O.U de 21 de outubro de 1969.
COMPONENTE CURRICULAR: Liderança I
CH TOTAL: 2h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Liderança: (conceituações; inuência, poder e autoridade).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) conceituar os componentes da liderança (Cn);
b) disnguir os conceitos de inuência, de poder e autoridade (Cp); e
c) idencar os cinco pos de poder adaptados à taxionomia de French e Raven (Cp).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria nº
43/1SC, de 16 de setembro de 2016. Aprova a criação do Manual que dispõe sobre a doutrina de
liderança da Força Aérea Brasileira (FAB). MCA 2-1. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de
Janeiro, nº 164, 26 set. 2016.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria nº
1324/GC3, de 16 de outubro de 2016. Aprova a reedição da Diretriz que trata da conduta dos ociais
subalternos da Aeronáuca. DCA 29-1. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 177,
16 out. 2016.
COMPONENTE CURRICULAR: Liderança II
CH TOTAL: 2h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Liderança: teorias de liderança e liderados.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) demonstrar conhecimento das teorias de liderança (Cp); e
b) demonstrar conhecimento sobre a taxionomia de modelos de liderados de Kelley (Cp).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria nº
43/1SC, de 16 de setembro de 2016. Aprova a criação do Manual que dispõe sobre a doutrina de
liderança da Força Aérea Brasileira (FAB). MCA 2-1. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de
Janeiro, nº 164, 26 set. 2016.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria nº
1324/GC3, de 16 de outubro de 2016. Aprova a reedição da Diretriz que trata da conduta dos ociais
subalternos da Aeronáuca. DCA 29-1. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 177,
16 out. 2016.
COMPONENTE CURRICULAR: Ordem Unida I
CH TOTAL: 8h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Ordem Unida: ordem unida armada, movimentos a pé rme, movimentos em passo ordinário,
toques de corneta.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) executar os movimentos e comandos da ordem unida armada (Rm).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando-Geral do Pessoal. Portaria COMGEP
nº 1750/DLE, de 05 de julho de 2019. Aprova a reedição do Manual de Ordem Unida do Comando da
Aeronáuca. MCA 50-4. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 120, 11 jul. 2019.
COMPONENTE CURRICULAR: Ordem Unida II
CH TOTAL: 8h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Ordem Unida: ordem unida armada e desarmada, vozes de comando, postura a pé rme,
postura em passo ordinário.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) realizar os movimentos e emir os comandos da ordem unida armada e desarmada (Rm); e
b) realizar o hasteamento, arriação e dobragem de bandeiras e insígnias (Rm).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando-Geral do Pessoal. Portaria
COMGEP nº 1750/DLE, de 05 de julho de 2019. Aprova a reedição do Manual de Ordem Unida
do Comando da Aeronáuca. MCA 50-4. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº
120, 11 jul. 2019.
COMPONENTE CURRICULAR: Ordem Unida III
CH TOTAL: 17h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Ordem Unida: ordem unida armada e desarmada, vozes de comando, postura a pé rme,
postura em passo ordinário.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) realizar os movimentos e emir os comandos da ordem unida armada e desarmada (Rc);
b) realizar o hasteamento, arriação e dobragem de bandeiras e insígnias (Rc); e
c) realizar o treinamento para a Solenidade de Conclusão do CPCAR (Rm).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando-Geral do Pessoal. Portaria
COMGEP nº 1750/DLE, de 05 de julho de 2019. Aprova a reedição do Manual de Ordem Unida
do Comando da Aeronáuca. MCA 50-4. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº
120, 11 jul. 2019.
COMPONENTE CURRICULAR: Avidade de Campanha I
CH TOTAL: 30h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Marchas e Estacionamentos (12 km – deslocamento de ida / 3 km – deslocamento retorno):
fatores inuenciadores, mecanismo da marcha a pé e o pé e a sua proteção, formas de
estacionamento, normas gerais e especiais, escolha e segurança dos locais de estacionamento e
exercício práco. 2) Nós e Amarrações: nível I (nós de emenda – junções, nós de ancoragem e
alceados, nós de arremate, macas improvisadas /amarrações para macas). 3) Primeiros
Socorros: avaliação da cena, imobilização de cervical, liberação de vias aéreas, lesão por arma de
fogo, perfuração do tórax (selo de 3 pontos), imobilização de bacia, fratura exposta,
imobilizações em geral, RCP, manobra de Heimilich, evisceração, amputação traumáca e
empalamento; transporte de feridos. 4) Camuagem. 5) Ambientação ao uso da Ração
Operacional. 6) Rona e medidas administravas em campanha: refeições, banho, cerimoniais e
doutrina, controle do efevo, acionamentos para prondão e pernoite. 7) Preparação Individual:
nível I (generalidades, módulos e fardos do equipamento individual de campanha, armamento
individual de campanha e cuidados gerais).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) idencar as técnicas individuais de preparação para o combate (Ro);
b) realizar com segurança as marchas e estacionamentos de curta e longa distância em sede e
ambiente de campanha (Ro);
c) seguir os procedimentos corretos para realizar os principais pos de nós e amarrações (Ro);
d) seguir os procedimentos corretos para o emprego das técnicas de camuagem individual, do
equipamento e do armamento (Ro);
e) aplicar os princípios de Taccal Combat Casualty Care e Triagem Start (Ro); e
e) valorizar a tenacidade, a ruscidade, o espírito de corpo e a organização como qualidades
fundamentais nas avidades de campo (Va).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
nº 698/GC3, de 26 de dezembro de 2011. Procedimentos Gerais de Segurança Aplicáveis aos
Treinamentos, Cursos e Estágios. ICA 205-42. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de
Janeiro, nº 247, 29 dez. 2011.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Diretoria de Ensino da Aeronáuca.
Portaria DIRENS nº 35/DNT, de 05 de fevereiro de 2019. Procedimentos Gerais de Segurança
Aplicáveis aos Treinamentos, Cursos e Estágios no Âmbito do DIRENS. DCENS 12B. Bolem do
Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 023, 11 fev. 2019.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
DIRENS nº 200/DDIM, de 11 de fevereiro de 2022. Gestão de Riscos nas Instruções Militares no
âmbito das Organizações de Ensino subordinadas à DIRENS. ICA 16-7. Bolem do Comando da
Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 033, 16 fev. 2022.
COMPONENTE CURRICULAR: Avidade de Campanha II
CH TOTAL: 66h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Marchas e Estacionamento (12 km – deslocamento ida / 3 km – deslocamento volta
COMPONENTE CURRICULAR: Atividade de Campanha III
): fatores inuenciadores, mecanismo da marcha a pé e o pé e a sua proteção, formas de
estacionamento, normas gerais e especiais, escolha e segurança dos locais de estacionamento e
exercício práco. 2) Nós e amarrações: nível 2 (atadura de peito, assento americano, revisão dos
nós nível I com simulado). 3) Maneabilidade em combate. 4) Pista de Obstáculos. 5) Pista de
ação e reação. 6) Pista de rapel (desejável). 7) Obtenção de água e fogo. 8) Construção de
abrigos: abrigos improvisados. 9) Bivaque. 10) Segurança da Área de Acampamento. 11)
Navegação Terrestre: ulização práca da bússola, representação dos relevos e representação
gráca, apresentações de cartas e croqui, aferição de distâncias (plano), aferição de distâncias
aclive/declive, práca em trio – carta desporva, cálculo de escala e coordenadas retangulares.
12) Brieng e Ulização da ração operacional. 13) Rona e medidas administravas em
campanha: refeições, banho, cerimoniais e doutrina, controle do efevo, acionamentos para
prondão e pernoite. 14) Preparação Individual: nível 2 (generalidades, módulos e fardos do
equipamento individual de campanha, armamento individual de campanha e cuidados gerais).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) executar a navegão terrestre diurna e noturna com a ulização de carta e bússola (Rm);
b) executar técnicas de progressão para deslocamentos em ambiente de campanha (Rm);
c) executar as técnicas adequadas para realizar a transposição da pista de obstáculos (Rm);
d) transpor os obstáculos da pista de ação e reação (Rm);
e) passar pela pista de rapel com a ulização de equipamentos de escalada (Rm);
f) executar os principais pos de nós e amarrações (Rm);
g) usar as técnicas adequadas para a construção de abrigos (Rm);
h) idencar os procedimentos necessários para obtenção de água e fogo em ambiente de
campanha (Rm);
i) realizar técnicas de progressão para deslocamentos em ambiente de campanha (Rm); e
g) valorizar a tenacidade, a ruscidade, o espírito de corpo e a organização como qualidades
fundamentais nas avidades de campo (Va).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
nº 698/GC3, de 26 de dezembro de 2011. Procedimentos Gerais de Segurança Aplicáveis aos
Treinamentos, Cursos e Estágios. ICA 205-42. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de
Janeiro, nº 247, 29 dez. 2011.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Diretoria de Ensino da Aeronáuca.
Portaria DIRENS nº 35/DNT, de 05 de fevereiro de 2019. Procedimentos Gerais de Segurança
Aplicáveis aos Treinamentos, Cursos e Estágios no Âmbito do DIRENS. DCENS 12B. Bolem do
Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 023, 11 fev. 2019.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
DIRENS nº 200/DDIM, de 11 de fevereiro de 2022. Gestão de Riscos nas Instruções Militares no
âmbito das Organizações de Ensino subordinadas à DIRENS. ICA 16-7. Bolem do Comando da
Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 033, 16 fev. 2022.
COMPONENTE CURRICULAR: Avidade de Campanha III
CH TOTAL: 33h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Marchas e Estacionamento (12 km – deslocamento ida / 3 km – deslocamento volta): fatores
inuenciadores, mecanismo da marcha a pé e o pé e a sua proteção, formas de estacionamento,
normas gerais e especiais, escolha e segurança dos locais de estacionamento e exercício práco.
2) Nós e amarrações: nível 3 (macas improvisadas /amarrações para macas, revisão dos nós nível
II com simulado). 3) Maneabilidade em combate. 4) Navegação Terrestre: ulização práca da
bússola, representação dos relevos e representação gráca, apresentações de cartas e croqui,
aferição de distâncias (plano), aferição de distâncias aclive/declive, práca em trio – carta
desporva, cálculo de escala e coordenadas retangulares. 5) Instrução Geral de Tiro. 6) Primeiros
Socorros em Combate: nível II: atendimento de terceiros. 7) Brieng e Ulização da ração
operacional. 8) Exercício de Liderança por missões: Atendimento hospitalar, Patrulha de
Resgate/Apoio de Fogo, Patrulha de Reconhecimento, Pista de Ação e Reação, Tiro de Precisão,
AVOT dinâmico, Segurança da Área de Campanha. 9) Rona e medidas administravas em
campanha: refeições, banho, cerimoniais e doutrina, controle do efevo, acionamentos para
prondão e pernoite. 10) Preparação Individual: nível 3 (generalidades, módulos e fardos do
equipamento individual de campanha, armamento individual de campanha e cuidados gerais).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) executar a navegão terrestre diurna e noturna com a ulização de carta e bússola (Rc);
b) executar técnicas de progressão para deslocamentos em ambiente de campanha (Rc);
c) transpor os obstáculos da pista de ação e reação (Rc);
d) executar os principais pos de nós e amarrações (Rc);
e) realizar técnicas de progressão para deslocamentos em ambiente de campanha (Rc);
f) exercitar a liderança de grupos de combate no cumprimento de missões simuladas (Rc);
g) valorizar a tenacidade, a ruscidade, o espírito de corpo e a organização como qualidades
fundamentais nas avidades de campo (Va).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
nº 698/GC3, de 26 de dezembro de 2011. Procedimentos Gerais de Segurança Aplicáveis aos
Treinamentos, Cursos e Estágios. ICA 205-42. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de
Janeiro, nº 247, 29 dez. 2011.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Diretoria de Ensino da Aeronáuca.
Portaria DIRENS nº 35/DNT, de 05 de fevereiro de 2019. Procedimentos Gerais de Segurança
Aplicáveis aos Treinamentos, Cursos e Estágios no Âmbito do DIRENS. DCENS 12B. Bolem do
Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 023, 11 fev. 2019.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Estado-Maior da Aeronáuca. Portaria
DIRENS nº 200/DDIM, de 11 de fevereiro de 2022. Gestão de Riscos nas Instruções Militares no
âmbito das Organizações de Ensino subordinadas à DIRENS. ICA 16-7. Bolem do Comando da
Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 033, 16 fev. 2022.
COMPONENTE CURRICULAR: Treinamento Físico Militar
CH TOTAL: 709h
EMENTA (CONTEÚDO)
1) Fundamentos básicos das modalidades colevas: passe, recepção, domínio, nalizações,
drible.
2) Fundamentos tácos das modalidades colevas: sistema ofensivo, sistema defensivo, contra
ataques.
3) Técnicas básicas de arremesso, lançamentos, saltos e corridas.
4) Aperfeiçoamento dos fundamentos técnicos e tácos dos desportos colevos e individuais.
5) Força, velocidade, coordenação, exibilidade e resistência.
6) Treinamento para o Teste de Habilidades Especícas: 1) Natação: travessia da piscina (nado
eslo livre, exceto nado costas) 2) Flutuação. 3) Corrida: 9º uniforme ou 10º uniforme RUMAER.
4) Barra xa: isometria, execução. 5) Subida na Corda: treinamento de técnica. 6) LegTruck:
isometria ou execução.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) fazer exercícios que desenvolvam as valências sicas requeridas para o Teste de Avaliação do
Condicionamento Físico - TACF (Rc);
b) fazer exercícios que desenvolvam a força e a resistência muscular localizada (Rc);
c) pracar avidades sicas visando ao aumento da capacidade cardiorrespiratória (Ap);
d) pracar exercícios que desenvolvam a exibilidade e os índices sasfatórios de composição
corporal (Ap);
e) aplicar as técnicas para aprendizagem da natação com o intuito de desenvolver a capacidade
de deslocamento e sustentação no meio líquido (Ap);
f) aplicar os aspectos sicos, técnicos, tácos e psicológicos especícos das modalidades
desporvas integrantes da compeção esporva entre as Escolas de Ensino Médio das Forças
Armadas - NAE (atlesmo, judô, natação, futebol, basquetebol, voleibol, esgrima, corrida de
orientação, ro, triatlo e xadrez) (Ap);
g) valorizar o desporto como fator de desenvolvimento sico, moral e social do homem (Va); e
h) pracar a disciplina consciente através das prácas supracitadas (Ap).
i) permanecer pendurado na barra xa, com pegada livre (pronada ou supinada), em 3 ângulos,
ou seja, 5” totalmente estendido, 5” ângulo de 90º e 5” ângulo completo com o queixo por cima
da barra xa (Ro);
j) realizar uma isometria de 15” de exão de pernas (“Leg Tuck) (Ro);
k) demonstrar prociência em realizar o pinçamento da corda com os pés (Ro);
l) correr uniformizado (9º RUMAER) com calção e camiseta a uma distância de 5 km, no tempo
máximo de 35 min (Ro);
m) executar uma exão na barra xa, com pegada pronada, sem a realizão de impulso inicial e
passando o queixo por cima da barra xa (Rm);
n) realizar uma execução de exão de pernas (“Leg Tuck”) (Rm);
o) realizar a subida da corda ulizando, obrigatoriamente, as pernas por, no mínimo, 2 metros
(Rm);
p) correr uniformizado (10º RUMAER) com calça e coturno a uma distância de 4 km no tempo
máximo de 35 min (Rm);
q) executar duas exões na barra xa, com pegada pronada, sem a realização de impulso inicial e
passando o queixo por cima da barra xa (Rc);
r) realizar duas execuções de exão de pernas (“LegTruck”) (Rc);
s) realizar a subida na corda, podendo ulizar as pernas por, no mínimo, 3 metros (Rc);
t) correr uniformizado (10º RUMAER) com calça e coturno a uma distância de 5 km no tempo
máximo de 35 min (Rc).
BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Comando-Geral do Pessoal. Portaria
COMGEP nº 344, de 30 de novembro de 2023. Aprova a edição da NSCA 54-5 “Treinamento
Físico Militar no Comando da Aeronáuca”. Bolem do Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro,
nº 235, 26 dez. 2023.
BRASIL. Ministério da Defesa. Comando da Aeronáuca. Diretoria de Ensino. Portaria DIRENS
11/DPE, de 29 de janeiro de 2024. Aprova a reedição da instrução que estabelece o “Projeto
Pedagógico de Curso para o Curso de Formação de Ociais Aviadores. ICA 37-863. Bolem do
Comando da Aeronáuca, Rio de Janeiro, nº 027, 07 fev. 2024.
ANEXO VII
PROJETO DE AVALIAÇÃO
DIVISÃO DE ENSINO
SUBDIVISÃO DE AVALIAÇÃO
PROJETO DE AVALIAÇÃO: TRIMESTRE DE 20_____
DOCENTE / INSTRUTOR:
COORDENADOR (A):
ESQUADRÃO:
COMPONENTE CURRICULAR:
Data/Período
Tipo de Avaliação
Modalidade
Valor
Conteúdo
Critérios de Correção
Barbacena, de de
____________________________ __________________________________________________ ___________________________
Docente/Instrutor Coordenador de Disciplina/Chefe Seção de Instrução Militar Pedagogo responsável da SDCP
ANEXO VIII
FORMULÁRIO DE NOTIFICAÇÃO DE REPROVAÇÃO
ESCOLA PREPARATÓRIA DE CADETES DO AR
DIVISÃO DE ENSINO
SUBDIVISÃO DE AVALIAÇÃO
Informo que o(a) Senhor(a), Aluno(a) _________________________________________________ es
reprovado (a) no CPCAR, por não cumprir os parâmetros previstos no PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
DO CPCAR, conforme o(s) item(ns):
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________.
Informo, ainda, que V.Sa. poderá requerer a reconsideração da reprovação, mediante o preenchimento
do FORMULÁRIO DE Requerimento de Reconsideração de Reprovação (Anexo IX).
____________________________
Comandante do Esquadrão
Declaro estar ciente da reprovação em ____/_____/_____ e informo que:
( ) apresentarei o FORMULÁRIO DE Requerimento de Reconsideração de Reprovação dentro do prazo
de 2 dias úteis a contar da data da entrega desta nocação.
( ) não apresentarei o FORMULÁRIO DE Requerimento de Reconsideração de Reprovação.
____________________________
Assinatura do (a) Aluno (a)
ANEXO IX
REQUERIMENTO DE RECONSIDERAÇÃO DE REPROVAÇÃO
ESCOLA PREPARATÓRIA DE CADETES DO AR
DIVISÃO DE ENSINO
SUBDIVISÃO DE AVALIAÇÃO
FORMULÁRIO DE PEDIDO DE RECONSIDERAÇÃO Nº /
ALUNO (A):
NOME DE GUERRA:
ESQUADRÃO
DATA DA NOTIFICAÇÃO DA REPROVAÇÃO: / / .
ENQUADRAMENTO DA REPROVAÇÃO, conforme a nocação:
JUSTIFICATIVA (descrição detalhada dos movos que fundamentam a solicitação)
Diante da minha reprovação, solicito reconsiderão, conforme movos a seguir:
Entregue em: / / .
_________________________________
Assinatura do (a) Aluno (a)
________________________________________
_________________________________
Comandante do Esquadrão
ANEXO X
CÔMPUTO DOS GRAUS
FÓRMULA
DESCRIÇÃO
GrPCC= GrPP + GrAP
Cálculo do Grau Parcial dos componentes curriculares
(GrPCC) do Campo Geral
MaCC = GrPCC1+GrPCC2+GrPCC3
3
Cálculo da Média Anual de Componente Curricular (MaCC)
do Campo Geral e do Campo Militar (será calculado de
acordo com o número de disciplinas ministradas).
MaCG/MaCM = MaCC1+MaCC2+.......MaCCn
n
Cálculo da Média Anual do Campo Geral (MaCG) e do
Campo Militar (MaCM)
MaF = MaCC + GrPF
2
Cálculo da Média Anual Final (MaF), realizada apenas em
situações em que o aluno realiza prova nal.
Ma2ªE = MaCC + Gr2ªE
2
Cálculo da Média Anual de 2ª Época (Ma2ªE), realizada
apenas em situações em que o aluno realiza Prova de 2ª
Época
OIC1 + OIC2 + OIC3 + OIC4 = ESCORE
e
(OIC5 + OIC6 + OIC7 + OIC8 = ESCORE)
Cálculo do TACF
ESCORE α GRAU
Conversão dos escores obdos no TACF em grau
MaDTFM = TACF 1 + TACF 2 + TACF 3 + TACF 4
4
Cálculo da Média Anual do componente curricular
Treinamento Físico Militar (MaDTFM)
MGa = (MaCG x 6) + (MaCM x 3) + (CF x 1)
10
Cálculo para Média Global Anual (MGa)
MGC = (MGa1º x 2) + (MGa2º x 3) + (MGa3º x 5)
10
Cálculo para Média Global do Curso (MGC)
Legenda:
CF – Conceito Final
GrPCC – Grau Parcial do Componente Curricular
GrPP – Grau da Prova Parcial
GrAP – Grau da Avidade Parcial
MaCC – Média Anual de Componente Curricular
MaCG – Média Anual do Campo Geral
MaCM – Média Anual do Campo Militar
MaCC – Média Anual do Componente Curricular
MaF – Média Anual Final
GrPF – Grau da Prova Final
Ma2ªE – Média Anual de 2ª Época
Gr2ªE – Grau Parcial da Prova de 2ª Época
MaDTFMMédia Anual da componente curricular de Treinamento
Físico Militar MGa - Média Global Anual
MGa1º - Média Global Anual 1º Ano
MGa2º - Média Global Anual 2º Ano
MGa3º - Média Global Anual 3º Ano
MGC - Média Global do Curso
O Grau Parcial dos componentes curriculares (GrPCC) do Campo Geral é calculado pela soma entre o Grau da Prova
Parcial (GrPP) e o Grau das Avidades Parciais (GrAP) e será ulizado pelo Campo Militar quando houver Avidades
Parciais.
GrPCC= GrPP + GrAP
Legenda:
GrPCC – Grau Parcial do Componente Curricular
GrPP – Grau da Prova Parcial
GrAP – Grau da Avidade Parcial
O Cálculo da Média Anual de Componente Curricular (MaCC) do Campo Geral e do Campo Militar é obdo através da
média aritméca simples de todos os Graus Parciais computados no ano levo (O Campo Geral é organizado por
trimestre e o Campo Militar por módulos):
MaCG/MaCM = MaCC1+MaCC2+.......MaCCn
n
Legenda:
MaCC – Média Anual de Componente Curricular
MaCG – Média Anual do Campo Geral
MaCM – Média Anual do Campo Militar
MaCC – Média Anual do Componente Curricular
O Cálculo da Média Anual Final (MaF), realizada apenas em situações em que o aluno realiza prova nal, é calculado
pela média aritméca simples entre a Média Anual de componente curricular (MaCC) e o grau obdo na Prova Final
(GrPF):
MaF = MaCC + GrPF
2
Legenda:
MaCC – Média Anual do Componente Curricular
MaF – Média Anual Final
GrPF – Grau da Prova Final
O Cálculo da Média Anual do componente curricular Treinamento Físico Militar (MaDTFM) é calculado pela média
aritméca simples dos graus obdos nos TACFs realizados:
MaDTFM = TACF1 + TACF2 + TACF3 + TACF4
4
Legenda:
MaDTFMMédia Anual do componente curricular de Treinamento
TACF Teste de Avaliação do Condicionamento Físico
O Cálculo do TACF é obdo pela soma dos escores obdos em cada OIC, previstos no TFPM e converdos,
proporcionalmente, em graus:
OIC1+OIC2+OIC3+OIC4=ESCORE
ESCORE α GRAU
Legenda:
OIC – Objevos Individuais de Condicionamento
O Cálculo para Média Global Anual (MGa), ulizado para denir a classicação do Aluno ao nal de cada ano levo, é
obdo pela média aritméca ponderada entre a Média Anual do Campo Geral (MaCG) com peso 6, a Média Anual do
Campo Militar (MaCM) com peso 3, e o Conceito Final (CF) com peso 1:
MGa = (MaCG x 6) + (MaCM x 3) + (CF x 1)
10
Legenda:
Mga – Média Global Anual
MaCG – Média Anual do Campo Geral
MaCM – Média Anual do Campo Militar
CF – Conceito Final
O Cálculo para Média Global do Curso (MGC), ulizada para classicação nal no CPCAR, ao término do 3º ano levo,
é obdo pela média aritméca ponderada entre a Média Global Anual 1º Ano (MGa1º) com peso 2, a Média Global
Anual 2º Ano (MGa2º) com peso 3, e a Média Global Anual 3º Ano (MGa3º) com peso 5:
MGC = (MGa1º x 2) + (MGa2º x 3) + (MGa3º x 5)
10
Legenda:
MGa1º - Média Global Anual 1º Ano
MGa2º - Média Global Anual 2º Ano
MGa3º - Média Global Anual 3º Ano
MGC - Média Global do Curso
ANEXO XI
FORMULÁRIO DE PEDIDO DE REVISÃO DE GABARITO
COMPONENTE CURRICULAR:
DOCENTE:
PROVA:
Nº ITEM (NS):
ALUNO:
TURMA:
ANO(SÉRIE):
DATA:
ASSINATURA:
Solicito-vos:
MOTIVO – Expô-lo de modo claro, conciso e ulizando letra legível.
ATENÇÃO! O Pedido só será considerado se for preenchido corretamente e depositado na urna da série,
na sala do Aluno de Dia, no prazo de até 24 horas úteis após a divulgação do Gabarito.
ANEXO XII
SOLUÇÃO DO PEDIDO DE REVISÃO DE GABARITO
COMPONENTE CURRICULAR:
PROVA:
Nº ITEM(NS):
DOCENTE:
DATA:
PARECER DA SDAV:
DATA:
ASSINATURA CHEFE SDAV:
Parecer do Docente: expô-lo de modo claro, completo e legível. Se necessário, anexar o parecer
assinado.
Assinatura Docente:
Assinatura Coordenador:
Parecer da Subdivisão de Avaliação:
Data:
Assinatura Chefe SDAV:
Parecer do Chefe da Divisão de Ensino:
Data:
Assinatura Chefe DE:
Ciência do Aluno em relação aos pareceres emidos:
ALUNO:
TURMA:
ANO(SÉRIE):
Data:
Assinatura Aluno:
ANEXO XIII
FORMULÁRIO DE PEDIDO DE REVISÃO DE CORREÇÃO DE PROVA
COMPONENTE CURRICULAR:
PROVA:
Nº ITEM (NS):
ALUNO:
TURMA:
ANO (SÉRIE):
DATA:
ASSINATURA:
Movo da solicitação (em letra de forma):
PARECER DA SDAV:
DATA:
ASSINATURA CHEFE SDAV:
Parecer do Docente: expô-lo de modo claro, completo e legível. Se necessário, anexar o parecer
assinado.
Data:
Assinatura Docente:
Parecer da Subdivisão de Avaliação:
Data:
Assinatura Chefe SDAV:
Ciência do Aluno em relação ao parecer da SDAV:
Data:
Assinatura Aluno:
ATENÇÃO! O Pedido só será considerado se for preenchido corretamente e depositado na urna da série,
na sala do Aluno de Dia, no prazo de até 24 horas úteis após o Comentário de Prova.
ANEXO XIV
FORMULÁRIO DE PEDIDO DE REVISÃO DE GRAU
COMPONENTE CURRICULAR:
PROVA:
Nº ITEM:
ALUNO:
TURMA:
ANO(SÉRIE):
DATA:
ASSINATURA:
Movo da solicitação (em letra de forma):
Parecer do Docente: expô-lo de modo claro, completo e legível. Se necessário, anexar o parecer
assinado.
Data:
Assinatura Docente:
Parecer da Subdivisão de Avaliação:
Data:
Assinatura Chefe SDAV:
Ciência do Aluno em relação ao parecer da SDAV:
Data:
Assinatura Aluno:
ANEXO XV
FORMULÁRIO DE JUSTIFICATIVA DE FALTAS
Barbacena, de de
Do Aluno Turma: Ano (Série):________
Ao Senhor Comandante do Corpo de Alunos
Assunto: Juscava de Faltas.
I. Parcipo que faltei à:
( ) avidade parcial
( ) prova parcial
( ) prova práca
( ) prova nal
( ) prova de 2ª época
do componente curricular de , realizada no dia___________às_______h
II. JUSTIFICATIVA:
III. ANEXO:
Barbacena, de de .
________________________________________
Assinatura
ATENÇÃO: Este Pedido só será encaminhado se preenchido até o primeiro dia úl após a avaliação ou no
mesmo dia de regresso do Aluno a esta Escola ou alta da Unidade de Saúde, caso esteja ausente ou
baixado por movo de saúde.
No campo do ANEXO citar o documento que deverá acompanhar o formulário (Atestado Médico,
Ocorrência Policial e outros). Este formulário deverá estar acompanhado do “Encaminhamento da
Juscava de Faltas.
ANEXO XVI
ENCAMINHAMENTO DA JUSTIFICATIVA DE FALTAS
Barbacena, de de .
Do Comandante do Corpo de Alunos
Ao Sr. Chefe da Divisão de Ensino
1. Para ns de realização da Chamada de Vericação de Aprendizagem, conforme preconiza o Plano
de Avaliação, este Comando encaminha a V.S a. o pedido com o seguinte parecer para análise:
( ) falta juscada
( ) falta não juscada
( ) falta não juscada, pois o documento foi encaminhado fora do prazo pelo Aluno.
2. PARECER (caso não juscada)
Barbacena ____de de
___________________________________
Comandante do Corpo de Alunos
Barbacena ____de de .
Do Chefe da Divisão de Ensino
Ao Sr. Chefe da Subdivisão de Avaliação
3. Encaminho-vos com a seguinte solução:
( ) a falta está juscada e o Aluno fará a 2ª chamada da Vericação de Aprendizagem.
( ) a falta está não está juscada e será atribuído grau zero à Vericação de Aprendizagem.
4. PARECER (caso não juscado ou diferente do parecer do CA)
___________________________________
Chefe da Divisão de Ensino
Do Chefe da Subdivisão de Avaliação
Ao Aluno
Encaminho-vos para ciência dos pareceres.
___________________________________
Chefe da SDAV
Data da Ciência ____de de .
___________________________________
Assinatura do Aluno
ANEXO XVII
TABELA DE CONVERSÃO DE PONTOS DE CONDUTA MILITAR EM GRAUS
PONTUAÇÃO
GRAUS
PONTUAÇÃO
GRAUS
NORMAL
DESEMPATE
NORMAL
DESEMPATE
56
10
10
28
5
5
55
9,82
9,821
27
4,82
4,821
54
9,64
9,643
26
4,64
4,643
53
9,46
9,464
25
4,46
4,464
52
9,29
9,286
24
4,29
4,286
51
9,11
9,107
23
4,11
4,107
50
8,93
8,929
22
3,93
3,929
49
8,75
8,750
21
3,75
3,750
48
8,57
8,571
20
3,57
3,571
47
8,39
8,393
19
3,39
3,393
46
8,21
8,214
18
3,21
3,214
45
8,04
8,036
17
3,04
3,036
44
7,86
7,857
16
2,86
2,857
43
7,68
7,679
15
2,68
2,679
42
7,5
7,500
14
2,5
2,500
41
7,32
7,321
13
2,32
2,321
40
7,14
7,143
12
2,14
2,143
39
6,96
6,964
11
1,96
1,964
38
6,79
6,786
10
1,79
1,786
37
6,61
6,607
9
1,61
1,607
36
6,43
6,429
8
1,43
1,429
35
6,25
6,250
7
1,25
1,250
34
6,07
6,071
6
1,07
1,071
33
5,89
5,893
5
0,89
0,893
32
5,71
5,714
4
0,71
0,714
31
5,54
5,536
3
0,54
0,536
30
5,36
5,357
2
0,36
0,357
29
5,18
5,179
1
0,18
0,179
ANEXO XVIII
QUADRO GLOBAL DE AVALIAÇÕES
CAMPO GERAL
DOMÍNIO COGNITIVO
a) Período regular
CAMPO GERAL
INSTRUMENTOS DE
AVALIAÇÃO
COMPONENTES
CURRICULARES
AVALIADOS NO
1º ANO
COMPONENTES
CURRICULARES
AVALIADOS NO
2º ANO
COMPONENTES
CURRICULARES
AVALIADOS NO
3º ANO
MODALIDADE
DE AVALIAÇÃO
Avidades
Parciais
1º, 2º e 3º
Trimestres
Matemáca
Física
Química
Biologia
Língua Portuguesa
Literatura
Língua Inglesa
Geograa
História
Sociologia
Matemáca
Física
Química
Biologia
Língua Portuguesa
Literatura
Língua Inglesa
Geograa
História
Sociologia
Filosoa
Matemáca
Física
Química
Biologia
Língua Portuguesa
Literatura
Língua Inglesa
Geograa
História
Sociologia
Filosoa
SOMATIVA
Arte
Educação Física
Educação Física
Educação Física
FORMATIVA
Inerários Formavos
Informáca
Linguagens e suas
Tecnologias (IFL)
Informáca
Desenho
Geométrico e
Técnico
Ciências Humanas e
suas Tecnologias
(IFCH)
Matemáca e
suas
Tecnologias (IFM)
Ciências da
Natureza e suas
Tecnologias (IFCN)
FORMATIVA
Provas
Parciais
1º, 2º e 3º
Trimestres
Matemáca
Física
Química
Biologia
Língua Portuguesa
Língua Inglesa
História
Geograa
Sociologia
Matemáca
Física
Química
Biologia
Língua Portuguesa
Língua Inglesa
História
Geograa
Sociologia Filosoa
Matemáca
Física
Química
Biologia
Língua Portuguesa
Língua Inglesa
História
Geograa
Sociologia
Filosoa
SOMATIVA
b) Período de recuperação
CAMPO GERAL
INSTRUMENTO DE
AVALIAÇÃO
COMPONENTES
CURRICULARES
AVALIADOS
MODALIDADES DE
AVALIAÇÃO
TIPOS DE QUESTÕES
Prova Final
(1°, 2° e 3°Anos)
Matemáca
Física
Química
Biologia
Língua Portuguesa
Língua Inglesa
Histór3ia
Geograa
Filosoa (2º e 3º Anos)
Sociologia
SOMATIVA
OBJETIVA
Prova de 2ª Época
(1°, 2° e 3° Anos)
Matemáca
Física
Química
Biologia
Língua Portuguesa
Língua Inglesa
História
Geograa
Filosoa (2º e 3º Anos)
Sociologia
SOMATIVA
MISTA
FORMAÇÃO MILITAR
DOMÍNIO COGNITIVO E PSICOMOTOR
a) Período regular
INSTRUMENTO
DE AVALIAÇÃO
COMPONENTES
CURRICULARES
AVALIADOS NO 1° ANO
COMPONENTES
CURRICULARES
AVALIADOS NO 2° ANO
COMPONENTES
CURRICULARES
AVALIADOS NO 3° ANO
Modalidade
de
Avaliação
Avidades
Parciais
(quando
houver)
Armamento, Munição e
Tiro
Legislação Militar
Treinamento Físico
Militar
Primeiros Socorros
Legislação Militar
Treinamento Físico
Militar
Legislação Militar
Treinamento Físico
Militar
SOMATIVA
Prova
Armamento, Munição e
Tiro
Legislação Militar I
Armamento, Munição e
Tiro
Legislação Militar II
Armamento, Munição e
Tiro
Legislação Militar III
SOMATIVA
Treinamento Físico
Militar
Primeiros Socorros
Avidade de Campanha I
Treinamento Físico
Militar
Avidade de Campanha
II
Treinamento Físico
Militar
Avidade de Campanha
III
Vericações
Imediatas
Conhecimento
Aeronáuco
Conhecimento Militar
Cuidados Pessoais
Doutrina Militar I
Estágio de Adaptação
Militar
Ordem Unida (EAM)
Ordem Unida I
Éca e Desenvolvimento
Humano - Eixo Colevo
Éca e Desenvolvimento
Humano - Eixo Pessoal
Conhecimento
Aeronáuco
Conhecimento Militar
Doutrina Militar II
Liderança I
Ordem Unida II
Éca e Desenvolvimento
Humano - Eixo Colevo
Éca e Desenvolvimento
Humano - Eixo Pessoal
Conhecimento
Aeronáuco
Conhecimento Militar
Doutrina Militar III
Liderança II
Ordem Unida III
Éca e
Desenvolvimento
Humano - Eixo Colevo
Éca e
Desenvolvimento
Humano - Eixo Pessoal
FORMATIVA
b) Período de recuperação
INSTRUMENTO DE
AVALIAÇÃO
COMPONENTES
CURRICULARES
Modalidade de
Avaliação
Tipos de
questões
Prova Final
Armamento, Munição e Tiro
Legislação Militar I, II e III
Treinamento Físico Militar
Primeiros Socorros
SOMATIVA
Objeva
Prova de 2° Época
Armamento, Munição e Tiro
Legislação Militar I, II e III
Treinamento Físico Militar
Primeiros Socorros
SOMATIVA
Mista
AVALIAÇÃO DO DOMÍNIO AFETIVO
CONCEITO FINAL
TIPO DE
AVALIAÇÃO
INSTRUMENTOS DE
AVALIAÇÃO
MODALIDADES DE
AVALIAÇÃO
PESO
AVALIADOR
Conduta Militar
Formulário de avaliação de
Conduta Militar
FORMATIVA
(1° semestre)
SOMATIVA
(2° semestre)
PESO 7
CORPO DE
ALUNOS
Conduta em Sala
de Aula
Formulário de avaliação de
Conduta em Sala de Aula
FORMATIVA
(1° semestre)
SOMATIVA
(2° semestre)
PESO 3
CORPO
DOCENTE
ANEXO XIX
FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DE CONDUTA EM SALA DE AULA
COMPONENTE CURRICULAR:
DOCENTE:
ALUNO:
TURMA:
ANO (SÉRIE):
DATA:
ASSINATURA:
O Docente deverá informar e orientar o Aluno sobre o que será cobrado dele no que se refere à
avaliação de sua conduta em sala de aula, procurando desenvolver nos Alunos o comportamento ideal
para que o processo de ensino-aprendizagem possa crescer em termos de qualidade e eciência.
O Docente deverá marcar a frequência do comportamento apresentado pelo Aluno em sala de aula,
conforme a instrução abaixo:
CÓDIGO
FREQUÊNCIA
VALOR
NÍVEL DE COMPORTAMENTO
S
Sempre
1,00
Representa o Aluno que extrapola as expectavas, ou seja,
apresenta-se muito acima do normal. O comportamento é
facilmente observado e idencado por ser destacado no
grupo.
F
Frequentemente
0,80
O comportamento ocorre com grande frequência, ou seja,
na maioria das vezes pode ser observado no Aluno, sendo
o seu desempenho acima do esperado do grupo.
NO
Normalmente
0,50
É o Aluno que se apresenta dentro dos padrões normais
de comportamento. É mediano, ou seja, comporta-se de
acordo com o esperado do grupo.
R
Raramente
0,20
Poucas vezes o Aluno se comporta da maneira esperada,
sendo seu desempenho abaixo do normal em relação ao
grupo
N
Nunca
0,00
Não se comporta da maneira esperada, sendo o seu
desempenho muito abaixo do normal, seu
comportamento é destoante do apresentado pelo grupo.
Em sala de aula, o Aluno:
( ) ca atento à aula de forma a demonstrar interesse pelo conteúdo e em aprofundar seus
conhecimentos, inclusive sem se deixar vencer pelo sono. (interesse)
A parcipação não precisa ser, necessariamente, ava. Um Aluno que está atento demonstra parcipar
da aula. O Docente deve observar, no dia a dia, quais de seus Alunos demonstram maior interesse pelo
componente curricular, inclusive lutando para que não sejam vencidos pelo cansaço e pelo sono (o Aluno,
quando cansado e sonolento, ca em pé ao fundo da sala).
( ) parcipa da aula, realiza as tarefas e exercícios com atenção e capricho, procurando não somente
acertar, mas, principalmente, corrigir os erros. (parcipação)
Considerar os exercícios dados e também o cumprimento de prazos e compromissos; a solicitação de
exercícios extras; solicitação de explicação com relação a exercícios nos quais encontrou diculdade,
mesmo que não tenham sido dados pelo Docente; demonstra o interesse em sanar as dúvidas nos
comentários de prova.
( ) possui capacidade de organizar as ideias e se uliza adequadamente da expressão oral, elaborando
perguntas pernentes ao conteúdo e respondendo às indagações do docente de forma clara e objeva.
(expressão oral)
Deve ser observada não apenas a expressão oral envolvendo assuntos referentes ao conteúdo, mas
também a ulização da linguagem em situações roneiras. As perguntas e respostas são pernentes e,
mesmo que as respostas não sejam corretas apresentam embasamento, expressando-se com clareza e
objevidade.
( ) concentra-se na aula sem parcipar de conversas paralelas que venham a prejudicar o trabalho do
docente, assim como não estuda matéria de outros componentes curriculares.(atenção)
O Aluno, caso converse com um colega, o faz sobre o conteúdo, sem prejudicar o andamento da aula,
concentrando-se no conteúdo ministrado, não estudando conteúdos de outras matérias.
( ) demonstra respeito pelo Docente, sendo cordial, educado e colaborador.(respeito à autoridade)
O Aluno valoriza a gura do Docente como autoridade e como pessoa. Colabora com o bom andamento
da aula. É educado ao se dirigir ao Docente, sema presentar uma atude desaadora ou oposiva em
situações de conito.
( ) demonstra “espírito de corpo”, ou seja, respeita os colegas, auxiliando o grupo na busca de
entendimento e integração. (cooperação)
O Aluno é genl e educado com os colegas, independentemente de suas anidades pessoais, agindo com
respeito e companheirismo, buscando evitar conitos interpessoais e suscitar polêmicas no grupo.
________________________________
Assinatura do Avaliador
ANEXO XX
FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DE CONDUTA MILITAR
IDENTIFICAÇÃO DO AVALIADO E DO AVALIADOR
Aluno _______________________________ Turma:_________ Ano (Série):__________
Avaliador: _________________________________
ATRIBUTOS APRECIADOS
1 Disciplina: observância e acatamento das leis, regulamentos, normas e disposições que
fundamentam a Organização Militar:
1
É negligente no cumprimento de ordens e preceitos regulamentares; necessita, frequentemente, ser
orientado para o correto cumprimento das ordens.
2
Raramente aceita as normas instucionais e decisões superiores, ponderando, por vezes, quanto ao
cumprimento das normas.
3
É quesonador, mas, na maioria das vezes, aceita as decisões superiores e cumpre os preceitos militares.
4
Cumpre sasfatoriamente seus deveres, buscando adaptar-se, normalmente, aos preceitos regulamentares.
5
Acata e cumpre as normas instucionais e decisões superiores, buscando avamente orientação superior.
6
Acata e cumpre com empenho as normas instucionais e as decisões superiores, independente de
orientação prévia ou superior.
7
Cumpre e faz cumprir as normas instucionais, acatando conscientemente as decisões superiores e servindo
de modelo aos demais militares.
2 – Atude Militar: qualidade de agir com garbo e marcialidade. Grau de entusiasmo e correção de
atudes durante formaturas, instruções, revistas, representações, etc.
1
Destaca-se negavamente no grupo por suas atudes negligentes e opositoras demonstrando assim,
ausência de marcialidade e vibração.
2
Apresenta atudes desleixadas e pouco marciais demonstrando, raramente, entusiasmo pelas avidades
previstas.
3
Apresenta algumas atudes marciais, demonstrando, algumas vezes, entusiasmo pelas avidades previstas.
4
Apresenta atudes marciais com garbo, demonstrando entusiasmo pelas avidades, sem, no entanto, se
destacar no grupo.
5
Busca aprimorar suas atudes, demonstrando marcialidade e vibração na maioria das avidades.
6
É muito correto em suas atudes, demonstrando vibração e marcialidade nas diversas avidades.
7
Destaca-se entre seus pares pelas suas atudes extremamente marciais, demonstrando, muita vibração
pelas avidades, servindo de exemplo para o grupo.
3 – Apresentação Pessoal: capacidade de manter o grau de apuro e correção no uso de uniformes, corte
de cabelo, barba, condicionamento sico, etc.
1
Apresenta-se negligente em sua higiene pessoal, na conservação do seu uniforme e na manutenção do seu
condicionamento sico.
2
Apresenta algumas falhas que prejudicam sua apresentação pessoal, englobando aspectos de cuidado com
seu uniforme e condicionamento sico.
3
Apresenta pequenas falhas em sua apresentação pessoal no que se refere ao cuidado com o seu uniforme.
4
Sua apresentação pessoal situa-se dentro dos padrões exigidos.
5
Busca aprimorar sua apresentação pessoal alcançando algum destaque se comparado aos padrões exigidos.
6
Mostra-se cuidadoso com sua apresentação pessoal, situando-se acima dos padrões exigidos.
7
Revela cuidados especiais com sua apresentação pessoal, destacando-se entre seus pares.
4 – Liderança: capacidade de obter conança, respeito e cooperação dos membros do grupo para o
alcance das metas xadas.
1
Hesita quanto à forma de dirigir o grupo, mostrando-se inibido e confuso não conseguindo mobilizá-lo para
o alcance das metas.
2
Mobiliza o grupo de forma inadequada e/ou equivocada, dicultando o alcance das metas.
3
Busca mobilizar o grupo, mas apresenta alguma diculdade, entretanto, consegue, na
maioria das vezes, angir as metas.
4
Mobiliza o grupo, conseguindo gerar cooperação em seus membros e, assim angir as
metas.
5
Mobiliza o grupo de modo harmonioso, facilitando a obtenção das metas.
6
Mobiliza o grupo, gerando entusiasmo que envolve a todos na obtenção das metas.
7
Destaca-se pela forma eciente e ecaz de mobilizar o grupo, alcançando, com facilidade, as metas.
5 – Camaradagem: capacidade de tratar com bondade, respeito e amizade os seus companheiros e
solidarizar-se com seus superiores, pares e subordinados.
1
É de dicil trato, sendo visível o seu desinteresse pelos companheiros. É muito egoísta, buscando sempre o
benecio próprio, mesmo que em prejuízo dos outros.
2
Coopera raramente com o grupo, revelando pouca camaradagem com seus pares.
Consequentemente, seu círculo de amizades é restrito.
3
Coopera com o grupo, mas algumas vezes demonstra postura individualista, gerando atrito com alguns
membros do Esquadrão.
4
Coopera com o grupo, sendo bem aceito pelos companheiros.
5
Consegue agregar no grupo, sendo parcimonioso em seus posicionamentos.
6
Revela um grande senmento de camaradagem para com seus companheiros, sendo
admirado pelos mesmos.
7
Destaca-se por possuir um acentuado senmento de camaradagem para com seus
companheiros, servindo de exemplo para o grupo.
6 – Comunicação: capacidade de expressar suas ideias, oralmente ou por escrito, de forma clara, lógica e
concisa.
1
Expressa-se de maneira confusa ou prolixa, apresentando diculdade de organizar seu pensamento,
prejudicando a compreensão do que deseja transmir.
2
Expressa suas ideias, mas tem uma pequena diculdade de organizá-las, tendendo a ser prolixo.
3
É capaz de expor suas ideias e de se fazer entender com alguma diculdade, esforçando-se para superá-la.
4
Demonstra alguma facilidade de expressar suas ideias de forma clara, sendo comunicavo.
5
Normalmente organiza e expressa suas ideias de modo claro e conciso.
6
Revela uma signicava capacidade de expressar suas ideias de forma clara, lógica e concisa.
7
Destaca-se pela extrema facilidade de comunicação, expressando-se uentemente, com lógica, clareza e
concisão.
7 – Firmeza de Atudes: capacidade de proceder com atudes denidas e constantes, sempre que as
circunstâncias o exijam, mesmo que não lhe sejam favoráveis.
1
Não assume atudes próprias, procurando sempre seguir a opinião da maioria ou a de seus superiores,
sendo omisso em suas atudes.
2
Em algumas situações, é inuenciado pela opinião dos outros, agindo de forma insegura.
Raramente expressa opiniões próprias.
3
Não se deixa inuenciar pela opinião dos outros, embora não argumente sobre suas
opiniões em situações conivas.
4
Assume atudes próprias diante das situações que se apresentam.
5
Apresenta, na maioria das vezes, atudes rmes e coerentes, mesmo em situações desfavoráveis.
6
Demonstra atudes rmes e coerentes, o que lhe dá algum destaque no grupo.
7
Destaca-se por adotar sempre atudes claras e rmes, demonstrando muita coerência nos seus
procedimentos.
8 – Estabilidade Emocional: capacidade de manter estáveis o humor e o autocontrole, grau de domínio
dos próprios impulsos, reações e emoções.
1
É instável, varia de humor frequentemente sem movo aparente. É impulsivo, perde o autocontrole por
qualquer razão, não avaliando as consequências de seus atos.
2
É estável, mas vê-se facilmente mobilizado por impulsos e emoções. Mantém o
autodomínio, embora demonstre mau humor e insasfação.
3
Geralmente é estável, mas em situações conitantes deixa-se dominar por seus impulsos
e emoções, demonstrando alguma diculdade de autocontrole.
4
Domina seus impulsos e emoções. Quando se altera, recupera-se com facilidade. Em
situações aivas, esforça-se para manter o autodomínio.
5
Domina sasfatoriamente seus impulsos e emoções. Apresenta mudanças de humor
coerentes com a situação, mantendo o autodomínio.
6
Habitualmente é controlado e bem-humorado. Não demonstra descontrole em situações conivas.
7
Destaca-se por possuir autocontrole e domínio dos seus impulsos, mesmo em situações diceis, mantém
equilíbrio.
9 – Conceito Moral:
a) Caráter: Existem fatos desabonadores sobre o caráter do Aluno?
( ) SIM ( ) NÃO
b) Conduta civil: Existem fatos desabonadores sobre a conduta civil do Aluno?
( ) SIM ( ) NÃO
Em caso posivo, juscar abaixo.
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
10 – Observações do Avaliador:
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
11 – Observações do Plenário:
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
TOTAL DE PONTOS DO CONCEITO: _____________________________________ GRAU:
_______________
12 – Assinatura do Avaliador: _____________________________________________________________
13 – Assinatura do Presidente do Plenário:
___________________________________________________
ANEXO XXI
TABELA DE CONVERSÃO DE PONTOS DE CONDUTA MILITAR EM GRAUS
PONTUAÇÃO
GRAUS
PONTUAÇÃO
GRAUS
NORMAL
DESEMPATE
NORMAL
DESEMPATE
56
10
10
28
5
5
55
9,82
9,821
27
4,82
4,821
54
9,64
9,643
26
4,64
4,643
53
9,46
9,464
25
4,46
4,464
52
9,29
9,286
24
4,29
4,286
51
9,11
9,107
23
4,11
4,107
50
8,93
8,929
22
3,93
3,929
49
8,75
8,750
21
3,75
3,750
48
8,57
8,571
20
3,57
3,571
47
8,39
8,393
19
3,39
3,393
46
8,21
8,214
18
3,21
3,214
45
8,04
8,036
17
3,04
3,036
44
7,86
7,857
16
2,86
2,857
43
7,68
7,679
15
2,68
2,679
42
7,5
7,500
14
2,5
2,500
41
7,32
7,321
13
2,32
2,321
40
7,14
7,143
12
2,14
2,143
39
6,96
6,964
11
1,96
1,964
38
6,79
6,786
10
1,79
1,786
37
6,61
6,607
9
1,61
1,607
36
6,43
6,429
8
1,43
1,429
35
6,25
6,250
7
1,25
1,250
34
6,07
6,071
6
1,07
1,071
33
5,89
5,893
5
0,89
0,893
32
5,71
5,714
4
0,71
0,714
31
5,54
5,536
3
0,54
0,536
30
5,36
5,357
2
0,36
0,357
29
5,18
5,179
1
0,18
0,179
ANEXO XXII
FORMULÁRIO DE CONSULTA AO ALUNO
Do Chefe da Seção de Psicopedagogia
Ao Aluno __________________________________________ Ano (Série):__________ Turma:_________
Data ______/______/_________.
Jusque, com letra legível, o que, na sua percepção, contribuiu para o rendimento abaixo da Média
Parcial da(s) Disciplina(s) descrita(s) abaixo. Entregue este formulário à Seção de Psicopedagogia em até
48 horas.
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
Solicitamos sua colaboração quanto à consulta de informações. Sua opinião é valiosa, estritamente
condencial e de uso exclusivo da SDAV. O conteúdo será ulizado na coleta de subsídios visando ao
aperfeiçoamento do sistema de Avaliação da EPCAR e, consequentemente, da própria qualidade do
ensino.
ANEXO XXIII
FORMULÁRIO DE COMENTÁRIO DE PROVA
COMPONENTE CURRICULAR:
DOCENTE:
ALUNO:
TURMA:
ANO (SÉRIE):
DATA:
ASSINATURA:
1. A prova foi, segundo sua opinião:
( ) Muito Fácil ( ) Fácil ( ) Média ( ) Dicil ( ) Muito Dicil
2. A prova contemplou questões com assuntos não previstos?
( ) SIM. Quais? _______________________________________________________________________
( ) NÃO
3. A elaboração das questões foi compavel com o nível das aulas?
( ) SIM ( ) NÃO
4. As solicitações condas nas questões foram facilmente compreendidas?
( ) SIM ( ) NÃO
5. Indique as questões de dicil entendimento: _______________________________________________
6. O tempo para a realizão da prova foi suciente?
( ) SIM ( ) NÃO
7. Qual o tempo ideal na sua opinião? ______________________________________________________
8. A prova apresentou clareza e objevidade, estando bem impressa e legível?
( ) SIM ( ) NÃO
9. Quais foram as principais falhas? ________________________________________________________
10. Algum item da prova apresentou mais de uma alternava correta, ausência de resposta ou outro erro
que impediu a resolução da questão?
( ) SIM. Qual? ________________________________________________________________________
( ) NÃO
11. Você encontrou diculdades para realizar a prova?
( ) SIM ( ) NÃO
Em caso armavo, comente: ____________________________________________________________
12. Quais os fatores inuenciaram no seu desempenho? Caso julgue necessário, indique aspectos
posivos e/ou negavos.
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
ANEXO XXIV
FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO FINAL DE CURSO
1. Quais eram suas expectavas acerca do CPCAR?
(Indique as respostas selecionando uma ou mais opções.)
( ) Conclusão do Ensino Médio ( ) Avidades de voo
( ) Formação militar ( ) Ingresso na AFA
( ) Remuneração ( ) Aprovação no ENEM
( ) Outros
Jusque sua resposta.
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
2. Em relação às suas expectavas, o CPCAR:
( ) superou.
( ) correspondeu.
( ) não correspondeu.
Jusque sua resposta.
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
3. Qual(quais) avidade(s) oferecidas no CPCAR atendeu(atenderam) as suas expectavas?
(Indique as respostas selecionando uma ou mais opções.)
( ) Instrução Cienca ( ) Monitoria
( ) Instrução Militar ( ) Aulas de recuperação
( ) Palestras dos Esquadrões de Voo ( ) Formatura
( ) Palestras da CDCM ( ) Pernoite
( ) Outras Palestras ( ) Acionamentos
( ) Feira de Ciências e Cultura ( ) Exercícios de Campanha
( ) Plantão de Docentes ( ) Viagens/visitas de estudo
( ) DCE ( ) Educação Física
( ) DDE ( ) Compeções esporvas (Lima Mendes, NAE)
( ) Outros. Qual(is)_____________________________________________________________________
Jusque sua (s) escolha (s).
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
4. Qual(quais) serviços(s) ou ambiente(s) da EPCAR atendeu(atenderam) as suas expectavas?
(Indique as respostas selecionando uma ou mais opções.)
( ) Qualidade das refeições ( ) Organização do Rancho
( ) Infraestrutura dos alojamentos ( ) Infraestrutura dos apartamentos do H-8
( ) Infraestrutura das salas de aula ( ) Infraestrutura da biblioteca
( ) Atendimento odontológico ( ) Atendimento sioterápico
( ) Atendimento psicológico
( ) Qualidade dos equipamentos eletrônicos das salas de aula
( ) Infraestrutura dos laboratórios (Física, Química, Biologia e Línguas Estrangeiras)
( ) Atendimento hospitalar (consultas, exames e junta médica)
( ) Outros. Qual (is)? ___________________________________________________________________
Jusque sua (s) escolha (s).
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
5. Qual(quais) avidade(s) oferecidas no CPCAR não atendeu(atenderam) as suas expectavas e deve(m)
ser aprimorado(s)?
(Indique as respostas selecionando uma ou mais opções.)
( ) Instrução Cienca ( ) Monitoria
( ) Instrução Militar ( ) Aulas de recuperação
( ) Palestras dos Esquadrões de Voo ( ) Formatura
( ) Palestras da CDCM ( ) Pernoite
( ) Outras Palestras ( ) Acionamentos
( ) Feira de Ciências e Cultura ( ) Exercícios de Campanha
( ) Plantão de Docentes ( ) Viagens/visitas de estudo
( ) DCE ( ) Educação Física
( ) DDE ( ) Compeções esporvas (Lima Mendes, NAE)
( ) Outros. Qual(is)? ____________________________________________________________________
Jusque sua (s) escolha(s).
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
6. Qual(quais) serviços(s) ou ambiente(s) da EPCAR não atendeu(atenderam) as suas expectavas e
deve(m) ser aprimorado(s)?
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
ANEXO XXV
INFRAESTRUTURA
A EPCAR possui uma excelente infraestrutura, planejada para o melhor processo de
ensino-aprendizagem, além de espaços para convivência, desporto, serviço administravo, sala de
professores, alojamentos e Sociedade Acadêmica, conforme especicado a seguir:
Qtd.
INSTALAÇÃO FÍSICA
CAPACIDADE
1
Laboratório de Biologia. No laboratório de Biologia são ministradas aulas prácas
relacionadas aos objetos de conhecimento de Citologia, Microbiologia, Zoologia,
Fisiologia, Botânica, Genéca e Biologia Molecular. O ambiente do Laboratório
conta com microscópios ópcos e digitais, estereomicroscópios, vídeo - ex,
modelos anatômicos, espécimes conservados, além de vidrarias, reagentes,
instrumentação laboratorial e toda infraestrutura audiovisual existente nas salas de
aula. Os ambientes dos Laboratórios (Física, Química e Biologia) possuem os EPIs
necessários (chuveiros, exntores, jalecos, óculos, etc.) e as aulas prezam pela
instrução da manipulação segura dos equipamentos, orientando o aluno quanto ao
comportamento adequado dentro do ambiente laboratorial. As aulas prácas
proporcionam uma introdução à metodologia cienca, despertando no aluno o
interesse pelas ciências biológicas e, principalmente, a vivência práca dos objetos
de conhecimento que são trabalhados em sala de aula, tal experimentação ava
constui-se em uma das bases que sustentam a nova BNCC, que preconiza o
protagonismo do aluno no processo ensino-aprendizagem.
30 alunos.
1
Laboratório de Química. O laboratório de química proporciona ao aluno a práca
da química em nível de ensino médio. Há dois laboratórios de química, onde os
discentes realizam as avidades em duplas ou trios, ulizando materiais
caracteríscos de laboratório ou mesmo materiais de uso codiano.
30 alunos.
1
Laboratório de Física. Proporciona aos alunos um espaço para o desenvolvimento
de avidades prácas e experimentais de sica. As aulas que acontecem nesse
ambiente permitem aos alunos confrontarem teoria e práca, em uma via de mão
dupla, tornando a aprendizagem mais interava e movadora, além de despertar a
curiosidade. Nesse ambiente, é possível realizar experimentos que ilustram a
aplicação de alguns conceitos estudados, assim como comprovar modelos teóricos.
Além disso, permite a formulação de hipóteses e a criavidade ao se buscar meios
experimentais para se conhecer ou determinar grandezas sicas.
50 alunos.
1
Laboratório de Artes. Foi implantado, em 2005, e proporciona aos alunos um
espaço adequado e próprio para o fazer arsco em todas as suas dimensões.
Através das aulas ministradas nesse espaço, os alunos, além de serem apresentados
às diversas linguagens arscas, aos seus arstas, a seus objetos e fazerem as suas
devidas apreciações, são esmulados a promoverem processos de criação
envolvendo a criavidade, a sensibilidade, a intuição, a reexão e a expressividade.
No ateliê, os alunos são convidados a promoverem experimentações de
materialidades por meio das apreciações de suportes, técnicas e materiais,
desenvolvendo a autonomia e o senso estéco críco. O laboratório de Artes é um
espaço promotor e facilitador da compreensão sobre a Arte.
30 alunos.
1
Laboratório de Desenho. A Sala de Desenho é um espaço exclusivo para o melhor
desenvolvimento das várias habilidades que esse componente curricular
proporciona. Sua capacidade é de 30 alunos os quais são organizados em 15 mesas
especiais para a realização das avidades prioritariamente em duplas, promovendo
a evolução do pensamento, o desenvolvimento do raciocínio reexivo e
esmulando a criavidade. Nesse ambiente, os alunos têm a oportunidade de
planejar, executar e externar de forma práca a nova linguagem apresentada,
sistemazando os problemas geométricos e desencadeando as ideias que
promovem a sua solução. O ambiente, nesse contexto, demonstra ser um grande
facilitador para o aperfeiçoamento das técnicas e procedimentos necessários ao
rigor dessa nova linguagem gráca. Ao término do curso, os alunos estarão em
condições de iniciar sua atuação nos mais diferentes ramos de avidades que
necessitam de prossionais com privilegiado desenvolvimento de raciocínio gráco
e espacial.
30 alunos.
1
Biblioteca. Atende discentes, docentes, militares da ava e da reserva, bem como a
população barbacenense de segunda a quinta-feira (8h às 22h) e sexta-feira no
horário de expediente da Unidade ou em acordo com a demanda do Corpo de
Alunos. São oferecidos aos usuários os serviços de emprésmo de material
bibliográco e não bibliográco; consulta ao acervo da EPCAR, AFA, EEAR, UNIFA e
CIAAR, in loco e on-line; visita orientada; treinamento ao usuário, individualmente e
colevamente; orientação sobre normazação de trabalhos acadêmicos, conforme
ABNT e acesso à Internet. Normas e regulamentos: NSCA 212-1/2017 (Organização
de Bibliotecas no Comando da Aeronáuca) e Norma Padrão de Ação (NPA).
Avidades realizadas para markeng da biblioteca: murais, cartazes, folders,
expositores, clube de leitura, produção de banners, fotograas do antes e depois da
reestruturação, e- mails com divulgação de materiais de interesse do usuário
cadastrado, projetos com parcipação de seus usuários, divulgação do acervo
através de marcadores de livros, concurso de redação, dentre outros. Avidades
realizadas no setor: processamento técnico de obras (registro, indexação,
catalogação e classicação; preparo sico (equetas, carimbos, pequenos reparos) e
higienização de obras).
100 pessoas.
1
Auditório Brigadeiro Eduardo Gomes. Possui sistema acúsco e equipamento
audiovisual e palco acoplado para apresentações de eventos culturais, ciencos e
palestras. Além disso, possui cadeiras estofadas, projetor mulmídia e computador
com acesso à Internet. Tudo isso proporciona um ambiente confortável para a
ocorrência de eventos de maior porte.
780
pessoas
sentadas.
19
Salas de aula. A EPCAR conta com salas de aula equipadas com aparelho de
mulmídia de úlma geração, com acesso à Internet. Além disso, possui um
ambiente que proporciona movação, conforto e bem-estar aos alunos e
professores da instuição.
25 alunos.
1
Auditório 1. Possui sistema acúsco, equipamento audiovisual e palco acoplado
para apresentações ciencas, instruções militares e palestras. Conta com projetor
mulmídia e computador com acesso à Internet. Além disso, proporciona um
ambiente confortável para a ocorrência de eventos de pequeno porte.
147 pessoas.
1
Auditório 2. Com sistema acúsco e equipamento audiovisual, possui ainda palco
acoplado para apresentações ciencas, instruções militares e palestras. Conta com
poltronas estofadas, projetor mulmídia e computador com acesso à Internet. Além
disso, proporciona um ambiente confortável para a ocorrência de eventos de
pequeno porte.
60 pessoas.
1
Sala de reunião. Conta com uma ampla mesa de reunião e cadeiras. Possui um
ambiente confortável, com boa venlação e um espaço adequado para as
avidades colaboravas, objevando melhorar a experiência e a integração entre os
membros do efevo da Divisão de Ensino.
15 pessoas.
1
Sala de estar da DE. Atende docentes, funcionários civis e militares da ava. Conta
com três sofás, micro-ondas, geladeira, Smart TV 50” e uma ampla mesa de reunião
com cadeiras. Proporciona um ambiente acolhedor que garante momentos de
leitura, planejamento de avidades e a troca de experiência entre a equipe.
15 pessoas.
1
Sala dos professores. Atende a coordenação pedagógica, docentes civis e militares.
Possui uma ampla mesa com cadeiras para reuniões, sofá e Smart TV 50”, espaço de
trabalho com mesas individuais, nove computadores conectados à internet, espaço
para refeições com geladeira, cafeteira e micro-ondas. Como espaço diverso, pode
atender a demanda dos docentes ao proporcionar um lugar para o desenvolvimento
de técnicas pedagógicas a serem aplicadas em sala, o debate e o bem-estar dos
professores.
40 pessoas.
1
Sala da Sociedade Acadêmica. Atende os alunos dos três anos do CPCAR. O
ambiente possui sofás onde os alunos se acomodam para dialogar, cassino com
mesa de sinuca, mesa de pebolim e tênis de mesa. A sala possui ainda espaço com
televisão e videogame, espaço com bancada para venda de produtos alimencios,
sala de cinema e sala de administração onde são impressos materiais de estudo e
de serviço. A Sociedade Acadêmica é gerenciada e sustentada pelos alunos da
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR). Sua missão é proporcionar avidades
de lazer e serviços aos alunos, melhorando a qualidade de vida durante os três anos
do curso.
30 alunos.
3
Alojamentos Femininos. Os alojamentos femininos da escola têm capacidade de
receber todas as alunas matriculadas no curso. Nesse ambiente, são
disponibilizados beliches, roupeiro e banheiros comparlhados.
68 alunas.
3
Alojamentos Masculinos. A escola conta com alojamentos masculinos para receber
todos os alunos matriculados no curso. Nesse ambiente, são disponibilizados
beliches, roupeiro e banheiros comparlhados.
516 alunos.
1
Ginásio com quadra poliesporva. A estrutura possui uma quadra com medidas
ociais que possibilita a realização de compeções de diversas modalidades
(handebol, futsal, voleibol e basquetebol), além de aulas e treinos. O piso de
madeira utuante favorece o amortecimento e o deslocamento dos atletas. O
ginásio conta ainda com vesários, sanitários, sala de judô e abriga a sala de
musculação da Instuição.
500
pessoas na
arquibancada
da
quadra.
1
Quadra de Handebol. Proporciona a práca desta modalidade esporva, jogada em
duas equipes com sete jogadores, em que a bola deve ser conduzida e arremessada
com as mãos em direção ao gol. A medida da quadra é de 30 x 18 metros, feita com
piso de cimento.
14 jogadores.
2
Quadra de Vôlei. Usada para a práca desta modalidade de esporte que é jogada
entre duas equipes com seis jogadores em cada. A quadra é dividida por uma rede
colocada vercalmente sobre a linha central. O objevo principal é lançar a bola por
cima da rede e fazê-la tocar no chão do adversário. A medida da quadra é de 30 x
18 metros, feita com piso de cimento.
12 jogadores.
3
Quadra de Basquete. Proporciona a práca desta modalidade de esporte colevo
jogado entre duas equipes com cinco jogadores. O objevo principal é inserir a bola
no cesto xo que está localizado nas extremidades da quadra. A medida da quadra é
de 30 x 18 metros, feita com piso de cimento.
10 jogadores.
2
Quadra de Futsal. Desnada à práca de Futsal, no qual duas equipes de cinco
jogadores têm como objevo colocar a bola no gol adversário, denido por dois
postes vercais limitados pela altura por uma trave horizontal. A medida da quadra
é de 30 x 18 metros, feita com piso de cimento.
10 jogadores.
2
Quadra de Tênis. Proporciona a práca desta modalidade esporva, na qual
parcipam dois oponentes ou duas duplas de oponentes. A quadra é dividida ao
meio por uma rede, e o objevo do jogo é rebater a bola para além da rede (para a
meia-quadra adversária) com ajuda de uma raquete.
04 jogadores.
1
Estádio. A estrutura do local conta com campo de futebol e pista de atlesmo.
Possui medidas ociais que possibilitam a realização de diversas compeções, além
de aulas e treinos. O estádio conta ainda com vesários, sanitários e arquibancada.
1500
pessoas na
arquibancada.
1
Sala de musculação. Ambiente localizado no ginásio da instuição. Possui
equipamentos que se dividem em setores para exercícios localizados, livres,
funcionais e de exibilidade, sob os cuidados de uma equipe de instrutores atentos
a quaisquer necessidades dos alunos usuários.
40 pessoas.
1
Piscina olímpica. A piscina olímpica tem 1,1 mil metros cúbicos divididos em 50
metros de comprimento, 25 metros de largura e dois metros de profundidade. Ela
conta com dez raias. O espaço conta também com arquibancada xa com
capacidade para 350 lugares.
10 raias e
350 pessoas na
arquibancada.
EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS
A lista abaixo apresenta uma relação de equipamentos didácos e ferramentas que são
adequados para a mediação dos conhecimentos ciencos. O uso destes recursos congura um
importante fator que propicia a aproximação do conteúdo com a realidade dos alunos do CPCAR e,
assim, contribuem no processo de ensino-aprendizagem.
Qtd.
EQUIPAMENTO/FERRAMENTA
DESCRIÇÃO
31
Microscópios ópcos
Fornece aos alunos um melhor aproveitamento das aulas
prácas de biologia, desenvolvendo os conhecimentos
básicos sobre a estrutura e funcionamento das células.
2
Lupa estereoscópica
Fornece aos alunos um melhor aproveitamento das aulas
prácas de biologia, desenvolvendo os conhecimentos
básicos sobre as partes estruturais de plantas, animais e
fungos.
1
Videoex
Sistema que conecta o microscópio a um aparelho de
televisão, permindo a demonstração e captura de imagens
em tempo real.
30
Computadores
As aulas ministradas com o uso de computadores provocam
mais interesse dos alunos pelo conteúdo abordado, além de
fazer com que eles se sintam em sintonia com contextos
atuais. Os instrutores podem ulizar os trabalhos
desenvolvidos em sala de aula, mas também podem recorrer
às publicações de mídias sociais.
30
Webcams
Permite a interação entre instrutores e alunos em ambiente
virtual, propiciando o contato com os alunos em sessões de
aulas ao vivo.
1
Osciloscópio Analógico
O osciloscópio é um disposivo de exibição de gráco - ele
desenha um gráco de um sinal elétrico. Ulizado nas aulas
prácas de sica, mostra como é que os sinais elétricos
variam no tempo.
6
Conjuntos mini gerador manual
de energia elétrica com lâmpadas
Desnado a demonstrar o princípio básico da produção de
energia elétrica em aulas de sica.
10
Mulmetro digital
Aparelho capaz de realizar a medição elétrica. Ulizado nas
aulas prácas de sica, mostra três pos diferentes de
leituras: Volmetro, Ohmímetro e Amperímetro.
6
Kit de eletricidade e magnesmo
Ulizado nas aulas prácas de sica, possui componentes
para ministrar aulas sobre eletricidade e magnesmo.
6
Kit para acúsca com sensores e
soware
Desnado a demonstrar o princípio básico da propagação de
ondas sonoras em aulas prácas de sica.
6
Kit de sica Moderna
Ulizado nas aulas prácas de sica, possui componentes
para a conversão de energia solar em elétrica.
6
Unidades mestra para sica geral
Contém equipamentos para experimentos que abordam os
objetos do conhecimento das três séries do ensino médio.
5
Modelos anatômicos
Ulizado no componente curricular de biologia, durante as
aulas de anatomia. Os modelos, como recurso didáco,
possibilitam a exposição de peças anatômicas e a
consolidação do interesse do aluno.
6
Cronômetro Pro
Ulizado nas aulas prácas de sica como medidor de
tempo.
1
Balança semi-analíca
Ulizada nas aulas prácas de química para medir massas.
6
Manta aquecedora de 500 ml com
regulador de temperatura Fisatom
Ulizada nas aulas prácas de química para aquecimento de
materiais.
1
Agitador magnéco com aquecedor
Equipamento ulizado nas aulas de química
1
Capela para exaustão
Equipamento ulizado nas aulas de química
1
Bomba de vácuo.
Equipamento ulizado nas aulas de química
1
Kit modelo molecular para
montagem de molécula.
Equipamento ulizado nas aulas de química
10
Termômetro de 10 a 110 graus
Equipamento ulizado nas aulas de química e sica
1
Smart TV 50”
Equipamento ulizado para projetar imagens durante
apresentações em reuniões.
ANEXO XXVI
ÍNDICES PARA O TESTE DE FLEXÃO E EXTENSÃO DOS MEMBROS SUPERIORES PARA O PÚBLICO
FEMININO
Repetições
1º Esquadrão
2º Esquadrão
3º Esquadrão
0
0
0
0
1
0
0
0
2
0
0
0
3
0
0
0
4
0
0
0
5
0
0
0
6
0
0
0
7
2
0
0
8
2,5
2
2
9
2,97
2,50
2,50
10
3,44
4,00
4,00
11
3,91
4,35
4,60
12
4,38
4,71
5,00
13
4,84
5,06
5,28
14
5,31
5,41
5,56
15
5,78
5,76
5,83
16
6,25
6,12
6,11
17
6,72
6,47
6,39
18
7,19
6,82
6,67
19
7,66
7,18
6,94
20
8,13
7,53
7,22
21
8,59
7,88
7,50
22
9,06
8,23
7,78
23
9,53
8,59
8,06
24
10,00
8,94
8,33
25
10,00
9,29
8,61
26
10,00
9,65
8,89
27
10,00
10,00
9,17
28
10,00
10,00
9,44
29
10,00
10,00
9,72
30
10,00
10,00
10,00
Índices mínimos do teste de flexão e extensão dos membros superiores para o público feminino
1º Esquadrão
2º Esquadrão
3º Esquadrão
OIC 6
≥ 08 rep
≥ 10 rep
≥ 12 rep