
Exército Brasileiro, o Comando de Operações Navais (ComOpNav) e o Comando de Operações Terrestres
(COTER), respectivamente, visando manter uma aproximação profissional com tais instituições.
Responsável: Chefe da DIVLD do CPOGI.
XXX – gerenciar o serviço de Alerta de Defesa Aeroespacial (Alerta DA) em todo o Brasil,
buscando adequar as necessidades do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA) às
limitações das Unidades Aéreas de Defesa Aérea. Deverão ser perseguidas, ainda, soluções que
aperfeiçoem o planejamento, o controle e o emprego dos meios DA. Responsável: Chefe da DIVOC do
CCOA.
XXXI – executar, anualmente, adestramentos com os Elos do SISDABRA e exercícios
simulados de Comando e Controle (C2). Responsável: Vice – Chefe do CCOA.
XXXII – aperfeiçoar a metodologia de distribuição de horas de voo no planejamento
operacional, de modo a tornar o programa de emprego do COMAE o mais eficiente possível.
Responsável: Chefe da DIVPLAN do CCOA.
XXXIII – atualizar, constantemente, o banco de dados dos Sistema Integrado de Logística
de Material e Serviços (SILOMS), o qual se constitui em base de informações a ser utilizada na gestão
dos indicadores de logística e no controle do material carga. Responsável: Chefe do GABAE.
XXXIV – utilizar o SIPLOM nos exercícios simulados e conjuntos. Responsável: D-5 do EMC.
XXXV – manter, constantemente, atualizadas as Normas e Diretrizes a cargo do COMAE,
especialmente as NOSDA e NOREMP. Responsável: Chefe da DIVLD do CPOGI.
XXXVI – coordenar, em estreita atuação com o COMPREP (SPOA), a realização das
Reuniões de Coordenação COMAE – COMPREP, com vistas à discussão de tópicos de interesse de ambos
os Comandos. Responsável: Chefe da DIVLD do CPOGI.
XXXVII – embasar todos os procedimentos, principalmente os operacionais, na Legislação
e na Doutrina em vigor. Destarte, salienta-se a importância da revisão, reformulação e, se for o caso, da
implantação de novas Normas e Diretrizes. Responsável: Chefe da DIVLD do CPOGI.
XXXVIII – vincular todas as atividades de segurança de voo, no âmbito do COMAE, aos
planos, manuais, leis, normas, instruções e diretrizes que regulam as ações de prevenção, como
também, às orientações e determinações discriminadas nos respectivos programas de prevenção de
acidentes aeronáuticos. Responsável: Chefe da ASV.
XXXIX – focar na otimização dos resultados, quando da realização da gestão institucional,
propiciando maior eficiência e eficácia. O uso de métodos, técnicas e ferramentas adequadas, permitirá
a análise, a modelagem e o controle dos processos existentes na Organização, tanto no aspecto
administrativo, quanto no operacional. Responsável: Chefe da DIVGI do CPOGI.
XL – apoiar as tomadas de decisão, as operações, os controles e as automatizações dos
processos com as ferramentas de gestão adotadas pelo COMAER, além de possibilitar a visualização, a
modelagem, a administração e as respectivas melhorias, com forte envolvimento dos integrantes dos
Centros e demais setores do COMAE. Responsável: Chefe da DIVGI do CPOGI.
XLI – contribuir para maior eficiência organizacional, propiciar um melhor rendimento na
execução das diversas atividades desempenhadas e modernizar os modelos de operação, com o uso da
metodologia de gestão empregada. Como resultado, visualiza-se a economia de recursos materiais e
ganhos de produtividade no uso de seus recursos humanos. Responsável: Chefe da DIVGI do CPOGI.
XLII – consolidar, por intermédio dos Gerentes, as necessidades dos projetos até março
do ano A-1, para fins de proposta orçamentária, e projetá-las para os quatro anos seguintes, segundo
faseamento do projeto. Responsável: Chefe da DIVGI do CPOGI.
XLIII – revisar e atualizar, anualmente, o PLANSET para A+1 a A+4, apontando as metas e
os indicadores para os objetivos, os marcos para os projetos e os itens de controle e os indicadores para
as atividades. Responsável: Chefe da DIVPI do CPOGI.
XLIV – acompanhar, por meio de indicadores de gestão, dentre os quais figurará,
obrigatoriamente, o “Índice de Execução Orçamentária”, o desempenho dos projetos sob
responsabilidade dos Gerentes. Tais indicadores devem ser coerentes com o faseamento do projeto,
permitindo assim, verificar o alcance dos itens de controle e das metas estabelecidas, o que deverá